terça-feira, 15 de julho de 2014

Campanha orienta crianças a se protegerem de abusos sexuais

Foto: Divulgação. Descrição para cegos: ilustração mostra parte de um campo de futebol lotado de torcedores nas arquibancadas. No campo, quatro crianças defendendo a área do gol, em que a bola não entra, esta localizada ao lado direito superior da trave. Abaixo das crianças está escrito "Defenda-se" e, ao lado, há a ilustração de um telefone apoiado em um pentágono, ambos vermelhos, em que está escrito "Disque 100" em cor branca.

A campanha Defenda-se foi criada pela rede Marista de Solidariedade, em parceria com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS). Seis vídeos foram produzidos e direcionados para crianças de 5 a 11 anos, orientando-as como se protegerem de possíveis abusadores. 

Nos vídeos, as crianças são avisadas sobre o perigo de fornecer informações pessoais a estranhos e como reconhecer quando algum adulto está a tocando de forma indevida, seja ele da família ou não. Ao final de cada vídeo, informa-se a essas crianças que existe o disque 100 em que elas podem denunciar os abusos sofridos ou sua tentativa.

Seguem abaixo os links dos seis vídeos da campanha Defenda-se. A sugestão dos órgãos responsáveis pela campanha é mostrá-los ao maior número de crianças possíveis. Então, se você é professor, mãe, pai, tio, tia, avô, avó, divulgue esses vídeos para suas crianças. Elas precisam conhecer os perigos que as cercam e como podem denunciá-los caso não haja um adulto confiável por perto.







Kamila Katrine

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Menores egressos de internação socioeducativa têm dificuldades de reinserção social


Foto reprodução: blog Espaço Experimental. Descrição para cegos: foto mostra
Luziana Ramalho sorrindo. Ela está sentada com o braço direito apoiado em uma
mesa e veste uma roupa com mangas na cor azul. A parede atrás de si é de tijolos.

        Matéria produzida pela repórter Dayse Costa para o Espaço Experimental sobre pesquisa orientada pela professora de Serviço Social da UFPB Luziana Ramalho.
       A docente comparou a medida socioeducativa de internação de jovens com o encarceramento de adultos e analisou o processo de ressocialização dos egressos do CEA, Centro Educacional do Adolescente, situado em João Pessoa.
           Para mais informações sobre a pesquisa e seu resultado acesse o link http://espaco-experimental.blogspot.com.br/2014/06/menores-egressos-de-internacao.html e ouça a entrevista.


Maryjane Costa

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Documentário aborda exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil

Foto: divulgação Filme R$1 - O Outro Lado da Moeda. Descrição para cegos: imagem mostra, à esquerda e em fundo amarelo, uma ilustração verde do troféu da Copa do Mundo, disposto na diagonal. Onde seria a bola, há uma moeda de um real com a faixa "Ordem e Progresso" sobreposta, e, embaixo, duas mãos segurando e sustentando o troféu. Na base, há "R$1" e por último "O outro lado da moeda". À direita, há uma menina com o rosto pixelado vestindo uma roupa jeans tomara que caia.


Nenhuma menina dorme princesa e acorda prostituta é umas das impactantes frases citadas no documentário R$1 – O outro lado da Moeda. Já exibido nas cidades de Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza, o trabalho busca esclarecer o que está por trás do mundo da prostituição e como a sociedade pode tentar mudar isso.

O documentário R$1- O outro lado da Moeda foi produzido pela ONG 27 Brasil que reuniu especialistas, jornalistas, organizações não governamentais e vítimas de exploração sexual. Durante 24 minutos, informam-se os motivos que impulsionam crianças e adolescentes a se prostituírem. Entre esses motivos, a tentativa de fugir dos molestadores que muitas vezes são os próprios pais e, a falta de dinheiro que muitas vezes as fazem vender o corpo por R$1, como é mencionado no vídeo.

Diferente de outros documentários sobre a mesma temática, R$1 – O outro lado da Moeda apresenta uma sugestão para tentar acabar com a exploração sexual. E pensando nesse problema, a equipe de produção percorre algumas cidades do Brasil para levar a informação de como preservar nossas crianças e adolescentes.


Kamila Katrine


Para assistir ao documentário, clique no vídeo abaixo: 


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Você é você: liberdade de gênero para crianças

fonte: Reprodução/Lindsay Morris

     
      Como foi - e é - defendido no blog, as crianças, apesar de não compreenderem o mundo da mesma forma de um adulto, possuem vontades e desejos que devem ser resguardados. Porém, é simples identificar e atender os desejos e necessidades referentes à educação, ao lazer, deveres sociais, etc. Entretanto, o que deve ser feito em relação à sexualidade? Talvez seja difícil para nossa geração, que ainda foi criada sob rígidos parâmetros de gênero, ter a mente aberta e aceitar que um filho, por exemplo, possa não se ver como garoto.

sábado, 14 de junho de 2014

Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente com Maria Senharinha

Descrição para cegos: foto mostra Maria Senharinha, sentada, falando
e a câmera filmando-a, com ela aparecendo no visor.

Na quarta-feira 4 de junho, a turma da disciplina Jornalismo e Cidadania promoveu um colóquio sobre Direito da Criança e do Adolescente. A ministrante foi a professora Maria Senharinha Soares Ramalho, que respondeu questões sobre o trabalho de crianças e adolescentes, exploração e abuso sexual, bem como o papel da escola no que se refere à proteção dos jovens. 
Maria Senharinha é assistente social da Universidade Federal da Paraíba e especialista em Políticas Públicas e Gestão Social, atuando na área de direitos das crianças e dos adolescentes. É integrante da Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB e participa do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba – FEPETI/PB. Faz parte ainda da Comissão Estadual de Monitoramento do Plano de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e foi coordenadora do Projeto Escola que Protege/ UFPB, de 2006 a 2010.
Seguem abaixo os vídeos do Colóquio sobre Direito da Criança e do Adolescente com a participação da assistente social Maria Senharinha.

Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte I

Nessa primeira parte do Colóquio, Marinha Senharinha fala sobre as implicações sociais do trabalho de crianças e adolescentes e a situação de risco a que eles estão expostos.    



Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte II

Na segunda parte do colóquio, Maria Senharinha comenta sobre como o Estatuto da Criança e do Adolescente observa os casos de crianças que atuam na TV.


Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte III

Neste segmento, ela destaca a importância de a escola proteger e denunciar os casos de abuso e exploração de crianças e adolescentes, citando o projeto “Escola que protege”, criado pelo Governo Federal em 2004.  


Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte IV

No que se refere à redução da maioridade penal, Maria Senharinha fala da falta de informação sobre a questão. Afirma ainda que reduzir a maioridade penal é uma tentativa de culpar apenas o adolescente sobre seus erros, esquecendo todo o percurso e os problemas sociais que enfrentou. 


Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte V

Neste vídeo ela explica o desenvolvimento da ideia de adolescência.

Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte VI

A aplicação da lei de combate às infrações dos menores tem causado efeito desejado? Maria Senharinha responde essa questão. 


Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte VII

A “Lei da Palmada” tem gerado muita discussão. Neste vídeo, Maria Senharinha explica a real intenção da criação dessa lei. 


Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte VIII

Neste vídeo, ela fala sobre as diferenças da legislação brasileira diante de outros países no que se refere ao Estatuto da Criança e do Adolescente. 


Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte IX

Aqui Maria Senharinha fala da exploração e abuso de crianças e adolescentes em Megaeventos, como, por exemplo, a Copa do Mundo.