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terça-feira, 14 de maio de 2019

Índice de gravidez na adolescência reduz, mas ainda preocupa

Descrição para cegos: Foto de uma jovem (da parte da barriga aos ombros) grávida. Segurando com uma mão a barriga e a outra um bicho de pelúcia. Imagem: Conexão Tocantins


Por Neia Alves

     A gravidez na adolescência ainda é um tema que preocupa muito a Saúde e outros fatores da sociedade. Ela traz grande impacto tanto no corpo, como nas vidas das mães adolescentes e, apesar dos números terem caído no Brasil, de 2004 (cerca de 660 mil jovens entre 10 a 19 anos) segundo o Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC) até o momento, (cerca de 62 para cada grupo de mil) de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), os números ainda assustam, pois está maior que a média mundial de 44 para cada grupo de mil.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Queda no número de grávidas adolescentes no Brasil

Descrição para cegos: close da barriga de uma mulher grávida, de perfil, com as mãos apoiadas na pele de modo a evidenciar o tamanho.
Por Mateus Araújo

       Segundo dados preliminares do Sinasc (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos), o Ministério da Saúde relata que houve queda de 17% da gravidez precoce no Brasil entre os anosde 2004 e 2015. Esse resultado pode ser explicado pelo maior acesso a contraceptivos e a expansão de programas como Saúde da Família e Saúde na Escola.
        Esses dados mostram que em 2004 nasceram vivas cerca de 661,2 mil crianças de mães com idades que variam de 10 a 19 anos, já em 2015 esse número caiu para 546,5 mil, representando 18% dos 3 milhões de nascidos vivos no país durante 2015.