Mostrando postagens com marcador Mateus Araújo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mateus Araújo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de julho de 2017

VI Colóquio sobre infância e adolescência, com Marlene Araújo

Descrição para cegos: foto da professora Marlene Araújo falando no colóquio. Em primeiro plano, aparece a câmera, em cujo visor se vê a imagem sendo captada.

A professora Marlene de Melo Barboza Araújo foi a convidada da disciplina de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da UFPB para o VI Colóquio sobre Infância e Adolescência, realizado no dia 18 de maio de 2017, coincidentemente, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A docente do Departamento de Serviço Social integra, como pesquisadora, o Setor de Estudos e Pesquisas Sobre Crianças e Adolescentes e o Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos, ambos na Universidade Federal da Paraíba. Mestra em Serviço Social pela UFPB e doutora em Serviço Social pela UFRJ, fala com propriedade sobre exploração do trabalho infantil, medidas socioeducativas para jovens infratores e políticas de proteção social a crianças em situação de violência sexual. O Colóquio foi organizado por Cynthia Silva, Maria Clara Rezende, Mariana Lira, Mateus Araújo e Raquel Pimentel.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1- A importância do dia 18 de maio
A professora fala sobre a importância da data e o real sentido de violência sexual, fenômeno social e histórico baseado na ideologia patriarcal, de poder e adultocêntrica. Explica a diferença entre abuso e exploração sexual e como perceber sinais que podem identificar alguma violência e prevenir tais atos.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Machismo e a violência sexual infantojuvenil

Descrição para cegos: em primeiro plano aparece uma parte de um braço masculino com a mão cerrada, enquanto em segundo plano uma mulher de cabeça baixa está sentada sozinha em um banco.

Para a Childhood Brasil essas duas coisas têm uma relação que é explicada por dados que demonstram como as mulheres, sejam na infância ou não, são mais suscetíveis a sofrerem violência sexual. Trata-se de uma questão cultural, proveniente de uma sociedade machista e patriarcal. A organização defende a necessidade de estimular o já crescente movimento sobre discussão de gênero, com apoio do feminismo, e a busca do empoderamento das meninas e mulheres a fim de prevenir a violência sexual. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Identifique o abuso sexual infanto-juvenil

Descrição para cegos: no meio de um campo, uma menina abraça seus joelhos enquanto esconde o rosto entre os braços.
A Childhood Brasil, organização que trabalha para influenciar a agenda de proteção da infância e adolescência no país, listou 10 dicas para reconhecer possíveis sinais de abuso sexual em crianças e adolescentes. Tais como o silêncio predominante, mudanças súbitas de hábitos e queda repentina na frequência escolar. Ainda ressalta a importância de procurar uma avaliação especializada caso sejam apresentados alguns desses sinais, e que os responsáveis façam com que o jovem se sinta ouvido e acolhido, sem questionar. Para ler todas as 10 dicas, clique aqui. (Mateus Araújo)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Queda no número de grávidas adolescentes no Brasil

Descrição para cegos: close da barriga de uma mulher grávida, de perfil, com as mãos apoiadas na pele de modo a evidenciar o tamanho.
Por Mateus Araújo

       Segundo dados preliminares do Sinasc (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos), o Ministério da Saúde relata que houve queda de 17% da gravidez precoce no Brasil entre os anosde 2004 e 2015. Esse resultado pode ser explicado pelo maior acesso a contraceptivos e a expansão de programas como Saúde da Família e Saúde na Escola.
        Esses dados mostram que em 2004 nasceram vivas cerca de 661,2 mil crianças de mães com idades que variam de 10 a 19 anos, já em 2015 esse número caiu para 546,5 mil, representando 18% dos 3 milhões de nascidos vivos no país durante 2015.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Projeto audiovisual reinsere jovens infratores

Descrição para cegos: captura de um dos vídeos do TV Degase. Nela estão um rapaz e uma moça. Ele está fotografando algo que está diante deles.

Por Mateus Araújo
       
        No Rio de Janeiro, foi criado um projeto audiovisual que funciona dentro de uma unidade de internação para jovens que infringiram a lei. Trata-se da TV Novo Degase (TVND)que tem o objetivo de reinseri-los na sociedade os incentivando a produzir conteúdo semanal para um canal no YouTube.
        Todos os vídeos são produzidos por esses jovens de 12 a 17 anos que, na instituição, recebem aulas para desenvolverem as competências em roteiro, direção, produção, câmera e realização de entrevistas. Essas aulas, seguindo características atraentes e criativas de um estúdio de TV, propiciam o desenvolvimento da autoestima e autoconfiança dos participantes.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos?


Descrição para cegos: silhuetas de uma mulher apontando o dedo para uma criança que está estirando a língua, representando a repreensão de uma mãe às más atitudes do filho.
A pergunta do título é da psicóloga Sílvia Portugal para a jornalista Caroline Reis em entrevista ao site Expresso. Ela relata que essa falta de autoridade se deu através de mudanças muito rápidas, tanto na família quanto na sociedade, que alterou a autoridade patriarcal para uma relação mais democrática, na qual as mulheres e as crianças também têm voz. Só que as crianças acabaram se tornando o centro, muitas vezes não sendo repreendidas pelos pais que preferem o afeto à imposição. Segundo ela, isso demanda a busca por uma conciliação de afetos e um modelo de família democrático. Para ler a entrevista completa, clique aqui. (Mateus Araújo)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Redução da maioridade penal não é a solução



Descrição para cegos: foto de um garoto de costas para a câmera enquanto encara grades que estão à sua frente. (Foto de Thiago Piccoli)
A redução da maioridade penal não resolveria o problema da criminalidade no Brasil. É o que garante o advogado Lenine Póvoas em um artigo publicado para o site RD News. No texto ele admite ser compreensível o questionamento do porquê um jovem que já tem idade de votar não responder judicialmente por seus atos com a mesma responsabilidade. Ele argumenta que o que precisamos não é tornar as sanções mais rigorosas, visto que o sistema carcerário brasileiro falha em recuperar esses jovens, mas impedir que a criminalidade infantil continue crescendo, sendo a educação a solução. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

domingo, 30 de abril de 2017

Gibi mostra as consequências do trabalho infantil


Descrição para cegos: capa do gibi
“Era uma vez no Campo”, retratada pelas
ilustrações de dois garotos sorridentes
(Pedro e João) enquanto uma escola
é percebida ao fundo ao lado de uma
grande área verde, representando a
 área rural.
Por Mateus Araújo

        Era uma Vez no Campo é uma história em quadrinhos que aborda com simplicidade um dia das vidas de Pedro e João, duas crianças que frequentam a mesma escola de uma comunidade rural. Mas é no cotidiano fora da escola que diferenciamos a realidade dos garotos. Enquanto um vive em um ambiente motivador e com seus direitos assegurados, o outro está inserido em um trabalho infantil, e sofrendo consequências por isso.
        A narrativa gira em torno de como é o dia dos garotos após a aula. Primeiro é retratado como Pedro passa o restante do seu dia, mostrando como o garoto é incentivado a ler, como vive em um ambiente que não o estimula a fazer nada que não seja sua responsabilidade como criança, ou seja, estudar e ter seus momentos de lazer. Mas é ao relatar como João vive o seu dia que encontramos a problemática da trama.


domingo, 16 de abril de 2017

A realidade da reforma do ensino médio


Descrição para cegos: na foto, em primeiro plano, encontram-se duas jovens sentadas em cadeiras, uma atrás da outra, de cabeças abaixadas, olhando o que parecem serem provas. Ao fundo é possível ver outras pessoas agindo da mesma forma, enquanto uma lousa é percebida na parede ao fundo. (Foto de Wilson Dias)
O site Correio da Cidadania publica um artigo do Grupo de Trabalho de Política Educacional da Universidade de São Paulo que aponta os vários problemas da reforma do ensino médio, que, ao contrário do que se propõe, dá uma falsa sensação de liberdade aos jovens, de escolherem suas carreiras. Ressalta ainda que prejudicará a formação dos estudantes ao não lhes dar conhecimento essencial à compreensão do mundo. Para ler o artigo, clique aqui. (Mateus Araújo)

quinta-feira, 30 de março de 2017

O impacto da disseminação de consumo para crianças


Descrição para cegos: em primeiro plano, no centro da foto, aparece um menino de costas encarando uma televisão que, por estar em segundo plano, está desfocada.

A psicóloga e pesquisadora Raquel Moreno produziu um texto para Rede Brasileira Infância e Consumo (Rebrinc) que debate a problemática do consumo na vida das pessoas, e atenta ao impacto no desenvolvimento das crianças. Nele é citada a falta de maturidade dessas de verem esse conteúdo mercadológico de forma crítica e, por isso, vulneráveis a valores que as adultizam precocemente. No texto ainda é apresentada uma solução para proteger a infância a partir de três pilares: família, escola e mídia. Todavia, essas não cumprem seu papel, principalmente a mídia, que dissemina constantemente o consumismo. Para ler o texto completo, clique aqui. 
(Mateus Araújo)

terça-feira, 14 de março de 2017

Trabalho infantil no carnaval de Salvador

Descrição para cegos: foto mostra uma menina rodeada por frutas e verduras expostas como se estivessem à venda em uma feira. A garota, na posição de vendedora, olha diretamente para a câmera. (foto de Rodolfo Magalhães)
Por Mateus Araújo

        Na última segunda-feira (6), a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS) divulgou o número de casos atendidos pelo Observatório de Violação dos Direitos das Crianças e Adolescentes que atuou durante sete dias no carnaval de Salvador, e apontou o trabalho infantil como causa principal das ocorrências.


terça-feira, 7 de março de 2017

Adultização precoce: problema para a vida inteira

Descrição para cegos: foto mostra, em primeiro plano, uma menina aplicando maquiagem enquanto se olha no espelho, tendo uma outra criança ao seu lado encarando o processo. Ao fundo encontra-se uma multidão, predominantemente adulta, alheia à situação.

Por Mateus Araújo

Parece que a cada ano fica mais difícil delimitarmos até que idade uma criança ainda pode ser chamada assim. Os valores se interceptaram e hoje, principalmente com o advento da publicidade infantil, fizeram com que essas crianças não sejam mais apenas isso, mas versões menores dos seus pais, ou seja, pequenos adultos.