Descrição para cegos: foto de três crianças. A primeira está no centro encarando a câmera com expressão séria. As outras duas, um menino e uma menina, olham para a câmera, sorriem e estão pouco recuadas e de perfil.
O blog da Andi, organização sem fins lucrativos que articula ações inovadoras
em mídias para o desenvolvimento, publicou um artigo escrito por Leandro
Ziotto, co-fundador da plataforma de formação paterna 4daddy em que ele
destaca os benefícios do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Leandro diz
que o ECA celebra conquistas, como direitos assegurados e a formação de uma
cultura de direitos humanos. Além disso, traz um forte protagonismo para
Descrição para cegos: foto do auditório onde
aconteceu o evento. O local está com todas poltronas ocupadas por jovens. Em
primeiro plano, à direita, um rapaz fala ao microfone.
Por Jayane Souza
Participação
de adolescentes do Ensino Médio nas eleições, o respeito à identidade de
gênero, a violência policial e a juventude negra. Essas foram pautas do
Encontro de Experiências de Participação Cidadã ocorrido no dia 27 de outubro,
no Rio de Janeiro. Participaram do evento jovens ativistas dos movimentos
negros, LGBTI e indígenas, representantes da Organização das Nações Unidas
(ONU), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Fundo das Nações Unidas para a
Infância (Unicef).
Descrição para cegos: foto das 5 palestrantes na mesa do evento. Na frente da mesa está uma faixa alusiva ao evento, nela constam o nome do evento, as instituições organizadoras e o logotipo da campanha, em formato de flor. À direita, há um banner comemorativo dos 27 anos do ECA, ilustrado por uma mão que segura balões coloridos. Em uma tela ao fundo, está sendo projetado um slide com os desafios da implementação do ECA.
Por Neia Alves
A
proteção a crianças e adolescentes no Brasil conta com um importante
instrumento: as Redes juvenis, integradas por instituições que livremente se
associam, com a finalidade de articular, integrar e potencializar um trabalho
que vinha sendo realizado individualmente, de forma compartimentada.
Têm
como características: adesão espontânea, identidade própria, sentimento de
pertencimento, missão conjunta, interação e articulação, e divisão de
responsabilidade.
Descrição para cegos: foto do professor Herbert
Rodrigues sentado. À sua direita, um exemplar do livro em um expositor que tem
o nome do docente e seu vínculo com o NEV/USP.
O Núcleo
de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo disponibiliza em vídeo o processo
de elaboração do livro A Pedofilia e
suas Narrativas, do professor Herbert Rodrigues, lançado no final de julho.
A obra, resultado da sua pesquisa de doutorado, está dividida em cinco
capítulos e relata detalhadamente os discursos da pedofilia na virada para o
século XXI. No livro o pesquisador também aborda temas como os esforços em
criminalizar a pedofilia no Brasil e manuais prescritivos de combate ao abuso
sexual infantil. Para assistir ao vídeo clique aqui. (Neia Alves).
Descrição para cegos:
foto de Emília Barros falando em um microfone que segura com a mão esquerda.
No último dia nove, aconteceu em João
Pessoa o II Fórum Temático sobre Educação Infantil. A organização do evento foi
realizada pelo centro de Educação da UFPB e teve como palestrante Emília
Barros. O debate que ocorreu no auditório da Central de Aulas, campus I da
UFPB, seguiu quatro contextos relacionados à educação infantil: o histórico, o
político, o pedagógico e o dos afetos. A palestrante ressaltou a
importância da conquista dos vários modelos de família legitimados socialmente
e legalmente. A repórter Carolina Jurado, entrevistou a psicanalista Emília
Barros para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às
9 h, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo
do Curso de Jornalismo da UFPB. (Neia Alves)
Descrição para cegos: foto da professora Marlene Araújo falando no colóquio. Em primeiro plano, aparece a câmera, em cujo visor se vê a imagem sendo captada.
A
professora Marlene de Melo Barboza Araújo foi a convidada da disciplina de
Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da UFPB para o
VI Colóquio sobre Infância e Adolescência, realizado no dia 18 de maio de 2017,
coincidentemente, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de
Crianças e Adolescentes. A docente do Departamento de Serviço Social integra,
como pesquisadora, o Setor de Estudos e Pesquisas Sobre Crianças e Adolescentes
e o Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos, ambos na Universidade Federal da
Paraíba. Mestra em Serviço Social pela UFPB e doutora em Serviço Social pela
UFRJ, fala com propriedade sobre exploração do trabalho infantil, medidas
socioeducativas para jovens infratores e políticas de proteção social a
crianças em situação de violência sexual. O Colóquio foi organizado por Cynthia
Silva, Maria Clara Rezende, Mariana Lira, Mateus Araújo e Raquel Pimentel.
CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA
1-
A importância do dia 18 de maio
A professora fala sobre a importância da data e o real
sentido de violência sexual, fenômeno social e histórico baseado na ideologia
patriarcal, de poder e adultocêntrica. Explica a diferença entre abuso e
exploração sexual e como perceber sinais que podem identificar alguma violência
e prevenir tais atos.
Descrição para cegos: imagem mostra um plano de
fundo de uma cidade desfocada e sobre ele a foto da advogada Neiara de Morais.
Ao lado esquerdo o título do quadro “Fazeres & Falas” e acima está escrito o
tema “Infância e Adolescência”.
Nupes TV é um
canal do YouTube utilizado para a divulgação de conteúdo do Núcleo de Pesquisas
Sociais da Universidade Estadual do Ceará. A série Fazeres & Falas – Infância e Adolescência produzida pelo canal
teve como convidada a advogada Neiara de Morais. Ela fez uma explanação sobre
democracia no campo dos direitos humanos infantojuvenis, na qual aborda a nova
forma de democracia da atualidade, que consiste na participação ativa dos
cidadãos e como isso influencia no sistema de garantia das crianças e
adolescentes. Para assistir ao vídeo clique aqui. (Cynthia
Silva)
Da
esquerda para a direita: uma mãe, duas crianças e
um pai, todos de mãos dadas.
Por
Raquel Pimentel
Segundo
o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), atualmente no Brasil existem mais de 7 mil
crianças e adolescentes, entre 1 e 17 anos, a espera de um lar, sendo apenas
4.855 disponíveis para adoção. No entanto, o que mais impressiona é o número de
pretendentes: mais de 37.500 pessoas estão cadastradas na lista de espera de
adoção. Apesar disso, a maior dificuldade para que essas
crianças sejam adotadas ainda são as exigências dos pretendentes a pais.
Descrição para cegos: foto mostra duas crianças, ao centro, com semblantes curiosos e assustados. Ambos vestem calça jeans e suéter, com estampas geométricas, sendo o da criança à esquerda de cor verde e o da direita, marrom. A criança à direita está com o braço esquerdo apoiado nas costas da outra, enquanto a mão direita está segurando um saco preto. O chão é de terra e, ao fundo, há barracas brancas.
Por Joseany
Pontes
Nos últimos meses, os meios de
comunicação têm noticiado o deslocamento de milhares de pessoas oriundas de
países afetados pela guerra. Os refugiados tentam cruzar a fronteira de países
europeus ilegalmente à procura de melhores condições de vida.
Nessa jornada incerta e perigosa vai
também um grande número de crianças. Muitas delas oriundas de países como
Síria, Iraque e Afeganistão estão vivendo em situação de risco, sem qualquer amparo.
Descrição para cegos: foto mostra a professora Maria de Fátima Alberto, sentada, com os dedos cruzados sobre uma mesa branca, com um copo de plástico à sua direita. Há uma câmera filmando-a frontalmente, com ela aparecendo no visor.
Tendo
como convidada a professora Maria de Fátima Alberto, do Programa de
Pós-Graduação em Psicologia Social da Universidade Federal da Paraíba, foi
realizado no dia 20 de maio o 3º Colóquio Sobre Infância e Adolescência para
turma de Jornalismo e Cidadania, do Curso de Jornalismo da UFPB. A convidada é doutora em Sociologia
e mestra em Serviço Social. Sua atuação envolve as áreas de infância, adolescência e juventude, situações de
risco, trabalho infantil, trabalho precoce, meninos e meninas em condição de
rua, direitos humanos, violência sexual e políticas públicas. O colóquio foi organizado
por Carlos Rocha, Joseany Pontes, Manuela Patrício e Marília Cordeiro.