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segunda-feira, 13 de maio de 2019

“Projeto acolher” garante acompanhamento humanizado de mães e gestantes

    Descrição para cegos: Na imagem mães com bebês no colo e algumas gestantes em círculo com bonecas recebendo acompanhamento humanizado do “Projeto Acolher”. Foto:Divulgação


     O Projeto Acolher é um programa que existe em todo Brasil, por determinação da Lei nº 13.509 de 22 de novembro de 2017, que dispõe sobre adoção e altera a Lei no 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – (ECA). Na comarca de João Pessoa, é regido pelo setor de Guarda da 1ª Vara da Infância e Adolescência e Juventude. A equipe multidisciplinar envolvida no projeto presta assistência a gestantes e mães que têm intenção de oferecer o filho para adoção. Confira outras informações aqui (Magno França)
         

terça-feira, 7 de maio de 2019

Audiências concentradas: 72 crianças e adolescentes acolhidos foram ouvidos em João Pessoa (PB)

Descrição para cegos: Na imagem duas crianças são ouvidas pelo Juiz e equipe numa mesa coberta com uma toalha listrada colorida Foto: TJPB

Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o procedimento das audiências concentradas é realizado a cada seis meses para verificar a situação de cada acolhimento e checar as possibilidades de retorno ao lar, permanência na instituição ou inserção no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Para ler a matéria na íntegra no site da ABRAMINJ, clique na palavra audiências. (Magno França)

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Um ato de amor

Descrição para cegos: Imagem da juíza Lívia Borges de cabelo preso e feliz segurando um papel com palavras coloridas de agradecimento de uma criança adotada. Atrás há uma estante com espaços vazios à direita e à esquerda preenchida com livros. Imagem: Revista w3

Apesar do número de famílias que constam no Cadastro Nacional de adoção ser maior (aproximadamente 43,6 mil) do que o número de crianças e jovens disponíveis para adoção (em torno de 8,7 mil), o processo de adoção ainda se torna demorado devido um perfil de preferência criado pelas famílias: menores de cinco anos, brancas, sem irmãos e de bom estado de saúde. Com o objetivo de não deixar nenhuma criança sem lar, a juíza Livia Borges Zwetsch, atuante no Estado de Santa Catarina, prioriza para julgamentos processos de casos de adoção. Em entrevista à Revista w3, Lívia afirma ter zerado o número de crianças abrigadas na Casa Lar da Comarca e relata as dificuldades para mudar o Quadro atual de adoção no país. (Neia Alves)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Adotar, um ato de amor, não de escolha


Descrição para cegos: ilustração de uma família.
 Da esquerda para a direita: uma mãe, duas crianças e
 um pai, todos de mãos dadas.
Por Raquel Pimentel

Segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), atualmente no Brasil existem mais de 7 mil crianças e adolescentes, entre 1 e 17 anos, a espera de um lar, sendo apenas 4.855 disponíveis para adoção. No entanto, o que mais impressiona é o número de pretendentes: mais de 37.500 pessoas estão cadastradas na lista de espera de adoção. Apesar disso, a maior dificuldade para que essas crianças sejam adotadas ainda são as exigências dos pretendentes a pais.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Os desafios enfrentados pelo Família Acolhedora

Descrição para cegos: ilustração em fundo branco mostra
silhuetas, na cor preta, de uma família. Da esquerda para direita,
há um menino, uma mulher, um homem e uma menina, todos de
mãos dadas.

Por Luíza Araújo

         Um dos principais desafios do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, em João Pessoa, é a idade. O Serviço é o meio de convivência em ambiente familiar e em comunidade para as crianças e adolescentes afastados de suas famílias de origem por situações de risco, violação de direitos e vulnerabilidade.
Geralmente, os pais acolhedores evitam bebês com idade entre 0 e 6 meses. “A gente diz [às famílias] que há bebês mas elas preferem as crianças de 3 a 6 anos e procuramos saber o porquê. Porque elas colocam a criança no Crei (Centro de Referência em Educação Infantil), que tem horário integral, e vão trabalhar. A criança entra de manhã e sai de 16h30, que é o tempo que elas saem do trabalho e vão pegar a criança”, conta Suely Luna, coordenadora do Família Acolhedora em João Pessoa.

terça-feira, 5 de julho de 2016

IV Colóquio sobre Infância e Adolescência – com a professora Maria do Socorro de Souza Vieira

Descrição para cegos: foto mostra o professora Socorro Vieira e a câmera
filmando-a, com ela aparecendo no visor

O IV Colóquio sobre Infância e Adolescência foi realizado no dia 25 de maio. Teve como convidada a professora Maria do Socorro de Souza Vieira. Ela é graduada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba, Mestra em Ciências Sociais também pela UFPB e doutora em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e atua como professora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFPB. O colóquio foi organizado por Heloysa Andrade, Jeane Pontes e Júlia Brito, para a disciplina Jornalismo e Cidadania do curso de Jornalismo da UFPB.

Veja o colóquio na íntegra:


1 - Proteção à infância e à adolescência na Paraíba

A professora Socorro Vieira comenta as políticas de proteção à criança e ao adolescente na Paraíba.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Adoção: quando contar?

Descrição para cegos: desenho mostra, da esquerda para direita: uma menina negra em um vestido e sapatos rosa com a palavra "eu" em cima, uma menina branca em um vestido e sapatos amarelo com "irmã" em cima, um homem branco em uma camisa e sapatos verde e bermuda azul com "pai" em cima, e uma mulher branca em um vestido e sapatos vermelho com "mãe" em cima. Todos estão de mãos dadas e em cima de um gramado verde, na frente de um fundo azul riscado em um papel branco.

por Jadson Falcão

Cuidar de um filho, seja ele biológico, ou adotivo, é uma experiência desafiadora e requer muita dedicação. Para todos os tipos de pais, as dificuldades e esforços são imensos, assim como as recompensas ao final de cada dia e cada etapa vencida.

Para os pais adotivos, existe uma grande questão a ser enfrentada com o passar dos anos: como contar para a criança sobre a adoção?

O medo de machucar e até mesmo de provocar um distanciamento na relação, assusta muitos pais adotivos, que acabam ficando sem saber como agir.

Segundo especialistas da área, o ideal não é esperar um momento, ou uma idade correta para contar esse segredo ao filho ou filha, mas sim, ir acostumando-o com a ideia o mais cedo possível.

Para isso, é recomendado que os pais se utilizem de estratégias que juntamente com a conversa, facilitarão esse processo que às vezes pode ser doloroso. Ferramentas como filmes infantis que tratam do tema e a contação de histórias na hora de dormir, são bastante úteis e criam um ambiente favorável ao diálogo aberto sobre a história de vida da criança.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Implementações nas leis da criança e do adolescente

Descrição para cegos: imagem mostra a sigla "eca", a letra "e" em vermelho,
a letra "c" em amarelo e a letra "a" em verde.

por Jadson Falcão

Em 2014, vinte e quatro anos após a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que se tornou um marco jurídico da área no Brasil, quatro importantes implementações foram feitas ao estatuto.
A primeira estabelece, de acordo com a Lei 12.955, que crianças e jovens em processo de adoção, e que sejam portadoras de deficiência ou que tenham alguma doença crônica, tenham prioridade de trâmite nos processos legais. Tenta-se, com isso, promover uma maior inserção de crianças em situação de vulnerabilidade nas famílias adotivas.
A segunda mudança veio com a Lei 12.962, que assegura o convívio dos filhos com os pais que estão privados de liberdade, como no caso de presidiários. Essa mudança institui a garantia à visita periódica sem a necessidade de consulta prévia ou autorização judicial. Além disso, estabeleceu-se que a condenação criminal não tira o poder familiar de genitor ou genitora.