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| Descrição para cegos: Criança que está desfocada na imagem mostra as mãos coloridas pintadas de tinta |
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segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Os avanços e os desafios do Estatuto da Criança e do Adolescente
domingo, 10 de dezembro de 2017
Junho vermelho: um debate sobre trabalho infantil
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Descrição para cegos:
ilustração mostra um garoto dirigindo um trator
|
Por Gislayne
Borges
A partir do próximo
ano, o Espírito Santo contará com o mês de junho dedicado ao debate sobre o
trabalho infantil. Sancionada pelo Governo do Estado, a Lei de nº 10.755/2017
foi criada com o intuito de discutir, durante todo o mês, a prevenção e
erradicação de trabalhos realizados por crianças e adolescentes com idade
inferior à permitida pela atual legislação.
O deputado estadual,
Sergio Majeski (PSDB), autor da lei, argumentou ser necessário um mês específico
para o trabalho voltado para a educação, visto que todos os dias crianças são
prejudicadas em consequência do trabalho infantil.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Publicidade infantil dribla a legislação
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foto de duas crianças observando mostruário de
brinquedos oferecidos por uma franquia de festfood. Uma das crianças,
segurando a mão da mãe, escolhe um dos brinquedos.
|
Por Gislayne
Borges
Há um ano e meio, o
Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a publicidade voltada para crianças. A
decisão foi durante o julgamento de uma ação do Instituto Alana, iniciada em
2007, contra a marca Bauducco, por uma campanha que estimulava crianças a
comprarem seus produtos para ganharem relógios.
A decisão reforça o
que já previa um conjunto de normas existentes no Brasil, como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a
Constituição Federal, o Código
de Defesa do Consumidor (CDC), a Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Código de Ética da
Publicidade.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Criança dá à luz e causa apagão na imprensa
Por Carmélio Reynaldo
Uma criança de 11 deu
à luz e um surto de sem-noção atacou autoridades e imprensa paraibana. Qual a
importância de dar publicidade a esse caso? Será que ninguém, dentre os
envolvidos na publicidade e até exploração do episódio parou para refletir
sobre os fundamentos norteadores do Estatuto da Criança e do Adolescente quando
proíbe a divulgação de qualquer indício que possa identificar jovens vítimas de
crimes infamantes? Gente, o objetivo é proteger a criança da repercussão
presente ou futura (destaco em caixa alta, como levantando a voz: FUTURA!) da
violência sofrida!
Se divulgar o
episódio era totalmente descabido, ainda teve quem se prestasse a exibir a criança
evitando mostrar apenas o rosto – e isso com a conivência (ou seria CUMPLICIDADE?)
das pessoas responsáveis pela casa abrigo que têm a obrigação de protegê-la. Que
porcaria de casa abrigo é essa que deixa a imprensa entrar e fazer imagens lá
dentro?
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violência sexual
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Educação infantil alcança apenas 25% das crianças
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Descrição para
cegos: imagem mostra cantina de uma creche, com crianças sentadas em várias
mesas, enquanto uma professora distribui a comida nos pratos. Outras três
auxiliam.
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Por Cynthia Silva
De 10,3 milhões de crianças brasileiras menores
de quatro anos, somente 2,6 milhões estavam matriculadas em creches ou escolas
em 2015. As outras 74,4%, ou seja, 7,7 milhões, não frequentavam nenhuma dessas
instituições.
Os dados fazem parte de estudo feito na
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), intitulado Aspectos dos cuidados das crianças de menosde 4 anos de idade , divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
terça-feira, 13 de junho de 2017
Redução da idade mínima para contratar jogadores
O jornalista Breiller Pires, na reportagem “Projeto que muda idade mínima de jogador ameaça direitos de crianças no futebol”, publicada no portal El País Brasil, põe em discussão as controvérsias, irregularidades e possíveis impactos que envolvem proposta que tramita na Câmara dos Deputados. Esta visa permitir que os clubes possam contratar jogadores a partir dos 12 anos de idade, o que representaria uma redução de dois anos na idade mínima atualmente regularizada e feriria os direitos defendidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que só libera relações formais de trabalho a partir dos 14 anos. Clique aqui para ler a reportagem. (Clara Rezende)
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Como lidar com crianças e adolescentes de rua
O site Guia de Direitos disponibiliza uma espécie de manual ensinando como
lidar com crianças e adolescentes em situação de rua. Ele informa que é dever do
Estado e das famílias zelar por aqueles que ainda não se desenvolveram. Mas,
quando isso não acontece é importante entender a complexidade do assunto e não
culpar a criança de rua por sua situação. É destacado ainda que não se pode
abrigar um menino de rua contra a vontade dele. O certo é notificar ao Conselho
Tutelar da região e exigir que a Vara da Infância e da Juventude apure o caso.
Confira aqui. (Maria Clara Lima)
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Os desafios enfrentados pelo Família Acolhedora
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| Descrição para cegos: ilustração em fundo branco mostra silhuetas, na cor preta, de uma família. Da esquerda para direita, há um menino, uma mulher, um homem e uma menina, todos de mãos dadas. |
Por Luíza Araújo
Um dos principais desafios do Serviço de
Acolhimento em Família Acolhedora, em João Pessoa, é a idade. O Serviço é o
meio de convivência em ambiente familiar e em comunidade para as crianças e
adolescentes afastados de suas famílias de origem por situações de risco,
violação de direitos e vulnerabilidade.
Geralmente, os pais
acolhedores evitam bebês com idade entre 0 e 6 meses. “A gente diz [às
famílias] que há bebês mas elas preferem as crianças de 3 a 6 anos e procuramos
saber o porquê. Porque elas colocam a criança no Crei (Centro de Referência em
Educação Infantil), que tem horário integral, e vão trabalhar. A criança entra
de manhã e sai de 16h30, que é o tempo que elas saem do trabalho e vão pegar a
criança”, conta Suely Luna, coordenadora do Família Acolhedora em João Pessoa.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
STF derruba a classificação indicativa
Por Luíza Araújo
No
dia 31 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional
a regra do artigo 254 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a qual
estabelece multa para emissoras de rádio e televisão que veiculem programas em
desacordo com o horário proposto pela classificação indicativa.
A
partir da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2.404, proposta pelo
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em 2011, o julgamento dos ministros do STF
concluiu, por sete votos a três, que as emissoras podem transmitir seus
materiais em qualquer horário sem riscos de sanções, desde que ainda haja a
indicação da classificação no início dos programas.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Fórum colabora para a redução do trabalho infantil na Paraíba há 15 anos
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Poema "Criança"
por Jadson Falcão
Criança
Mas o que é uma
criança?
Uma criança é um novo
ser que vai viver
Que nesse planeta vai
crescer
Uma criança é a muda
da nação
O nascimento de uma
nova geração
Criança
Mas o que é ser
criança?
Ser criança é ser feliz
e amar
Amar sem discriminar,
Amar sem separar
Implementações nas leis da criança e do adolescente
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| Descrição para cegos: imagem mostra a sigla "eca", a letra "e" em vermelho, a letra "c" em amarelo e a letra "a" em verde. |
por Jadson Falcão
Em 2014, vinte e quatro anos após a criação do Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA), que se tornou um marco jurídico da área no Brasil, quatro
importantes implementações foram feitas ao estatuto.
A primeira estabelece, de acordo com a Lei 12.955, que crianças e jovens
em processo de adoção, e que sejam portadoras de deficiência ou que tenham
alguma doença crônica, tenham prioridade de trâmite nos processos legais.
Tenta-se, com isso, promover uma maior inserção de crianças em situação de
vulnerabilidade nas famílias adotivas.
A segunda mudança veio com a Lei 12.962, que assegura o convívio dos
filhos com os pais que estão privados de liberdade, como no caso de
presidiários. Essa mudança institui a garantia à visita periódica sem a
necessidade de consulta prévia ou autorização judicial. Além disso,
estabeleceu-se que a condenação criminal não tira o poder familiar de genitor
ou genitora.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) em quadrinhos
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| Descrição para cegos: ilustração mostra seis crianças e um passarinho azul com blusas formando a frase "Parabéns ECA!!!". Acima deles está escrito "Seus direitos e deveres estão aqui". |
A
Câmara dos Deputados disponibiliza em seu
portal Plenarinho , o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em forma de quadrinhos.
A revistinha virtual “Eca em Tirinhas” expõe e explica de forma simples mas
bastante precisa, o estatuto para as crianças e adolescentes. A publicação está
disponível também em formato impresso.
O ECA, que é a Lei
nº 8.069, de 13 de julho de 1990, dispõe sobre os direitos e deveres da Criança
e do Adolescente.
Você pode conferir a
publicação virtual clicando aqui. (Jadson Falcão)
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