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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Criança dá à luz e causa apagão na imprensa

Descrição para cegos: pintura de Renoir que
mostra mãe de costas segurando um bebê
cujo rosto está visível. A imagem é refletida
em um espelho que torna possível ver o
rosto da mulher e a criança de costas.

Por Carmélio Reynaldo


Uma criança de 11 deu à luz e um surto de sem-noção atacou autoridades e imprensa paraibana. Qual a importância de dar publicidade a esse caso? Será que ninguém, dentre os envolvidos na publicidade e até exploração do episódio parou para refletir sobre os fundamentos norteadores do Estatuto da Criança e do Adolescente quando proíbe a divulgação de qualquer indício que possa identificar jovens vítimas de crimes infamantes? Gente, o objetivo é proteger a criança da repercussão presente ou futura (destaco em caixa alta, como levantando a voz: FUTURA!) da violência sofrida!
Se divulgar o episódio era totalmente descabido, ainda teve quem se prestasse a exibir a criança evitando mostrar apenas o rosto – e isso com a conivência (ou seria CUMPLICIDADE?) das pessoas responsáveis pela casa abrigo que têm a obrigação de protegê-la. Que porcaria de casa abrigo é essa que deixa a imprensa entrar e fazer imagens lá dentro?

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos?


Descrição para cegos: silhuetas de uma mulher apontando o dedo para uma criança que está estirando a língua, representando a repreensão de uma mãe às más atitudes do filho.
A pergunta do título é da psicóloga Sílvia Portugal para a jornalista Caroline Reis em entrevista ao site Expresso. Ela relata que essa falta de autoridade se deu através de mudanças muito rápidas, tanto na família quanto na sociedade, que alterou a autoridade patriarcal para uma relação mais democrática, na qual as mulheres e as crianças também têm voz. Só que as crianças acabaram se tornando o centro, muitas vezes não sendo repreendidas pelos pais que preferem o afeto à imposição. Segundo ela, isso demanda a busca por uma conciliação de afetos e um modelo de família democrático. Para ler a entrevista completa, clique aqui. (Mateus Araújo)