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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Machismo e a violência sexual infantojuvenil

Descrição para cegos: em primeiro plano aparece uma parte de um braço masculino com a mão cerrada, enquanto em segundo plano uma mulher de cabeça baixa está sentada sozinha em um banco.

Para a Childhood Brasil essas duas coisas têm uma relação que é explicada por dados que demonstram como as mulheres, sejam na infância ou não, são mais suscetíveis a sofrerem violência sexual. Trata-se de uma questão cultural, proveniente de uma sociedade machista e patriarcal. A organização defende a necessidade de estimular o já crescente movimento sobre discussão de gênero, com apoio do feminismo, e a busca do empoderamento das meninas e mulheres a fim de prevenir a violência sexual. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos?


Descrição para cegos: silhuetas de uma mulher apontando o dedo para uma criança que está estirando a língua, representando a repreensão de uma mãe às más atitudes do filho.
A pergunta do título é da psicóloga Sílvia Portugal para a jornalista Caroline Reis em entrevista ao site Expresso. Ela relata que essa falta de autoridade se deu através de mudanças muito rápidas, tanto na família quanto na sociedade, que alterou a autoridade patriarcal para uma relação mais democrática, na qual as mulheres e as crianças também têm voz. Só que as crianças acabaram se tornando o centro, muitas vezes não sendo repreendidas pelos pais que preferem o afeto à imposição. Segundo ela, isso demanda a busca por uma conciliação de afetos e um modelo de família democrático. Para ler a entrevista completa, clique aqui. (Mateus Araújo)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Redução da maioridade penal não é a solução



Descrição para cegos: foto de um garoto de costas para a câmera enquanto encara grades que estão à sua frente. (Foto de Thiago Piccoli)
A redução da maioridade penal não resolveria o problema da criminalidade no Brasil. É o que garante o advogado Lenine Póvoas em um artigo publicado para o site RD News. No texto ele admite ser compreensível o questionamento do porquê um jovem que já tem idade de votar não responder judicialmente por seus atos com a mesma responsabilidade. Ele argumenta que o que precisamos não é tornar as sanções mais rigorosas, visto que o sistema carcerário brasileiro falha em recuperar esses jovens, mas impedir que a criminalidade infantil continue crescendo, sendo a educação a solução. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

sábado, 14 de março de 2015

Por que nunca utilizar o termo “Menor” para referir-se a crianças e adolescentes

Fonte: Foter. Descrição para cegos: imagem em tons escuros
mostra a sombra de uma criança em um balanço.

O termo “Menor” foi abolido em 1990 com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA. Apesar disso, grande parte da sociedade ainda difunde essa terminologia, que além de ser inapropriada, carrega consigo um retrospecto de discriminação, injustiça e exclusão social, herdados do extinto Código de Menores. Em uma reportagem publicada no site Fundação Telefonica Promenino, o jornalista Yuri Kiddo aponta, através de entrevistas com especialistas e dados do Andi Comunicação e Direitos, os efeitos que a doutrina do menorismo causam aos estratos mais baixos da sociedade. No texto ainda estão presentes as terminologias adequadas à preservação dos direitos das crianças e adolescentes. Confira aqui a reportagem completa. (Lucas Lourenço)

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Crianças e adolescentes em situação de acolhimento social

Descrição para cegos: foto frontal de Leilane Cristina sorrindo. Ela
veste uma camisa branca com estampa de pássaros pretos.

Por Lucas Lourenço

Em entrevista para o Espaço Experimental, a professora de Psicologia da Faculdade Santa Maria, em Cajazeiras, Leilane Cristina explicou os motivos que levam crianças e adolescentes a retornarem ao acolhimento social. Confira abaixo a matéria que produzi para o programa Espaço Experimental:

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Geração intolerante

Descrição para cegos: foto mostra um garoto no chão no corredor de uma escola
sendo chutado por outros dois garotos e ao fundo, no lado esquerdo, há algumas
garotas observando os meninos.

Por Bruna Cairo

Na formação humana, cada indivíduo vai sendo construído para viver em harmonia social com seus semelhantes. Isso quer dizer que a formação social perpassa pelo respeito às regras de convivência que são constituídas coletivamente ao longo dos tempos e servem para que possamos viver de forma suportável. Desde que nascemos, aprendemos o que fazer e o que não fazer, ou seja, aprendemos a ter limites e parâmetros, num processo de socialização contínuo; quando não obedecemos as regras que a sociedade determina, por meio do direito e normas, espera-se que sejamos punidos para que possa manter-se uma organização na sociedade.