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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Evasão escolar no Brasil: o papel do gestor na retenção dos alunos

Descrição para cego: Imagem mostra sala de aula vazia, com apenas uma bolsa e alguns livros sob uma das cadeiras                                                                                                                            Foto: Internet 
         
        A evasão escolar é caracterizada quando um aluno deixa de frequentar a escola. A taxa de evasão no Brasil é a terceira maior do mundo. Muitas são as causas e consequências que geram a evasão. Entre as causas estão a ausência de interesse da escola, dificuldades de aprendizagem, necessidade de trabalhar etc. As consequências não se limitam apenas ao aluno, mas abrangem também a escola e toda sociedade. Existem algumas práticas que contribuem para diminuição da evasão, entre elas o papel do gestor. Veja mais na matéria de Luísa França, Evasão escolar no Brasil: o papel do gestor na retenção dos alunos (Julia Oliveira)                                 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Educação de gênero

Descrição para cegos: na imagem há duas crianças, uma menina e um menino segurando
O símbolo feminino e masculino, respectivamente. Entre as crianças há um sinal
Matemático de igualdade, esse, com um traço cor de rosa e outro azul. No fundo da imagem há uma estampa completamente preenchida de símbolos que representam o masculino e o feminino. 
Ensinar sobre igualdade de gênero é um trabalho que deve ser iniciado no ambiente familiar. Os pais precisam vivenciar esta ideia dentro de casa para que assim, as crianças entendam que homens e mulheres possuem os mesmos direitos e deveres. Essa é a base para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e discriminações.

No entanto, é inegável que a escola possui papel fundamental na formação do cidadão. Com base nisso, a subprocuradora-geral da República, Luiza Cristina Frischeisen, afirmou durante audiência pública no Senado: “É impossível chegar a patamares razoáveis de violência sem que nas escolas, desde a educação infantil, haja um preparo para a igualdade de gênero”. Para a subprocuradora, o machismo ainda é naturalizado no Brasil e pode evoluir para violência psicológica, lesão corporal e até homicídio.

Veja a matéria completa acerca da discussão sobre este tema no Senado. (Jéssica Stabili)

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Relatório do UNICEF mostra que riqueza dos países não garante educação de qualidade

Legenda para cegos: crianças em sala de aula | Foto: Banco Mundial/Irina Oleinik
A alta riqueza nacional não garante acesso igualitário a uma educação de qualidade, sugere um novo relatório divulgado nesta terça-feira (30) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O relatório incorpora novos dados de 41 países ricos e membros da União Europeia e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Os países foram avaliados quanto ao acesso das crianças a uma educação de qualidade e às diferenças de desempenho entre elas nos níveis pré-escolar e primário. De acordo com o relatório, alguns dos países mais pobres pesquisados, como Letônia e Lituânia, demonstram maior taxa de matrícula na pré-escola e desempenho de leitura mais compatível entre seus alunos do que os países mais ricos.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

UNICEF e OIM lançam pesquisa sobre crianças e adolescentes venezuelanos no Brasil

Para cego ver: crianças venezuelanas que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, em fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno
Na última terça-feira (2), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançaram um estudo sobre as crianças venezuelanas que chegam ao Brasil devido à crise econômica e social instaurada no país vizinho. Uma das principais dificuldades enfrentadas por essas crianças é frequentar a escola, já que elas não dominam a língua. Segundo a pesquisa, 63% das crianças e adolescentes não tem acesso à educação por falta de vagas, altas distâncias e custos. Confira a pesquisa completa no site da Organização das Nações Unidas (ONU). (Bruna Cairo)

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Programa beneficiará 500 adolescentes infratores

Descrição para cegos: foto mostra lançamento do programa. Um jovem com a camisa da Fundac fala ao microfone, assistido por uma plateia em cuja primeira fila estão o Governador, o Arcebispo e outras autoridades.

Por Feliphe Rojas


O Governo da Paraíba lançou, segunda-feira (24), o programa Janela para o Futuro que visa a ressocialização de adolescentes internos em instituições socioeducativas através da realização de cursos profissionalizantes. Apesar de os cursos já terem se iniciado em algumas unidades da capital, o lançamento oficial do programa se deu apenas nessa data.
A cerimônia ocorreu no Centro Educacional do Jovem (CEJ), em João Pessoa, e contou com a participação do governador Ricardo Coutinho, do arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, deputados estaduais, auxiliares do Governo, representantes do poder judiciário, conselheiros tutelares e outras autoridades.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos?


Descrição para cegos: silhuetas de uma mulher apontando o dedo para uma criança que está estirando a língua, representando a repreensão de uma mãe às más atitudes do filho.
A pergunta do título é da psicóloga Sílvia Portugal para a jornalista Caroline Reis em entrevista ao site Expresso. Ela relata que essa falta de autoridade se deu através de mudanças muito rápidas, tanto na família quanto na sociedade, que alterou a autoridade patriarcal para uma relação mais democrática, na qual as mulheres e as crianças também têm voz. Só que as crianças acabaram se tornando o centro, muitas vezes não sendo repreendidas pelos pais que preferem o afeto à imposição. Segundo ela, isso demanda a busca por uma conciliação de afetos e um modelo de família democrático. Para ler a entrevista completa, clique aqui. (Mateus Araújo)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Redução da maioridade penal não é a solução



Descrição para cegos: foto de um garoto de costas para a câmera enquanto encara grades que estão à sua frente. (Foto de Thiago Piccoli)
A redução da maioridade penal não resolveria o problema da criminalidade no Brasil. É o que garante o advogado Lenine Póvoas em um artigo publicado para o site RD News. No texto ele admite ser compreensível o questionamento do porquê um jovem que já tem idade de votar não responder judicialmente por seus atos com a mesma responsabilidade. Ele argumenta que o que precisamos não é tornar as sanções mais rigorosas, visto que o sistema carcerário brasileiro falha em recuperar esses jovens, mas impedir que a criminalidade infantil continue crescendo, sendo a educação a solução. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Taxa de trabalho infantil volta a crescer

Descrição para cegos: foto mostra um menino de costas que carrega uma sacola 
sobre o ombro enquanto caminha sobre a lama. Ao fundo um adulto também 
segura uma sacola nas costas e uma faixa de mato se forma após a lama. 
(Foto de Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Por Raquel Pimentel

      A taxa de trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer no Brasil, segundo o relatório do Cenário da Infância e Adolescência no Brasil divulgado pela Fundação Abrinq este ano. A pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela que os números vinham em uma queda consecutiva desde 2005, saindo de 1,8% para 0,4%, mas voltaram a subir de 2013 para 2014.

domingo, 30 de abril de 2017

Gibi mostra as consequências do trabalho infantil


Descrição para cegos: capa do gibi
“Era uma vez no Campo”, retratada pelas
ilustrações de dois garotos sorridentes
(Pedro e João) enquanto uma escola
é percebida ao fundo ao lado de uma
grande área verde, representando a
 área rural.
Por Mateus Araújo

        Era uma Vez no Campo é uma história em quadrinhos que aborda com simplicidade um dia das vidas de Pedro e João, duas crianças que frequentam a mesma escola de uma comunidade rural. Mas é no cotidiano fora da escola que diferenciamos a realidade dos garotos. Enquanto um vive em um ambiente motivador e com seus direitos assegurados, o outro está inserido em um trabalho infantil, e sofrendo consequências por isso.
        A narrativa gira em torno de como é o dia dos garotos após a aula. Primeiro é retratado como Pedro passa o restante do seu dia, mostrando como o garoto é incentivado a ler, como vive em um ambiente que não o estimula a fazer nada que não seja sua responsabilidade como criança, ou seja, estudar e ter seus momentos de lazer. Mas é ao relatar como João vive o seu dia que encontramos a problemática da trama.


domingo, 23 de abril de 2017

Projeto Social premia ideias transformadoras

Descrição para cegos: imagem de fundo branco com desenhos: uma lâmpada no centro, 3 bandeiras em volta, nas quais se lê as palavras "Mudança", "Prêmios" e "Ideias". Uma maleta, uma peça de quebra-cabeça, um globo terrestre, duas setas circulares, um símbolo de wifi e silhueta de três pessoas "conectadas" espalhados pela imagem.
Por Mariana Lira

A iniciativa “Criativos da escola”, organizada pelo Instituto Alana, sugere que as próprias crianças e jovens desenvolvam projetos que transformem suas realidades, reconhecendo-os como protagonistas de suas histórias de mudança. É proposto um Desafio, no qual os alunos desenvolvem projetos com soluções criativas para transformar a realidade. Dos projetos inscritos, 11 serão selecionados para premiação.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

V Colóquio sobre Infância e Adolescência, com Ana Luisa Nogueira de Amorim

Descrição para cegos: foto mostra a professora Ana Luísa sentada, tendo um birô diante dela, sobre o qual há alguns papéis. Em primeiro plano aparece uma câmera em cujo visor aparece a imagem da professora.


A professora Ana Luisa Nogueira de Amorim foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da UFPB para o V Colóquio sobre Infância e Adolescência, ocorrido no dia 13 de outubro de 2016. Ela é Coordenadora do curso de Pedagogia na modalidade a distância e vice coordenadora do Grupo de Pesquisas e Estudos sobre a Criança (Grupec) na Universidade Federal da Paraíba. Graduada em Pedagogia, mestra e doutora em Educação pela UFPB, é especializada em Educação Infantil. O Colóquio foi organizado por Carolina Jurado, Luíza Araújo, Maria Clara Lima e Mary Jéssica.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:

1 - Educação Infantil no Governo Temer
- A professora explica a evolução da Educação Infantil no Brasil e as expectativas para essa diretriz no Governo Temer.



domingo, 11 de dezembro de 2016

As consequências de agressões na infância

Descrição para cegos: foto em preto e branco mostra, ao fundo, uma criança abaixada protegendo sua cabeça, com a mão direita sobre ela, com o rosto contra a parede. Em primeiro plano, há uma mão indo em direção à criança.


É comum pais alegarem que batem nos filhos para ensiná-los a se comportar. Mas o que não se sabe na hora dos maus-tratos é que esse tipo de tratamento pode ocasionar problemas na criança, desde aceitação de posterior atitude opressora física ou psicológica até de baixa na autoestima. A criança torna-se suscetível a dificuldades não só imediatas, mas também a longo prazo em sua vida, como mostra o texto produzido pela Sociedade Brasileira de Pediatria para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) a respeito do que as agressões causam. Acesse a matéria completa está no site da EBC. (Luíza Araújo)

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A impossibilidade de “Escola sem partido”

Descrição para cegos: a imagem mostra um menino de forma desfocada, vestindo uma camisa de manga comprida cinza e desenhando em uma folha de papel sobre uma mesa. À sua frente há um copo amarelo e dentro dele há vários lápis hidrocor de cores diferentes.

O site Toda Criança Pode Aprender, mantido pela ONG Laboratório de Educação, publicou editorial manifestando-se contra o projeto de lei Escola sem Partido. O texto faz uma análise da relação das escolas com a política, do papel do professor e como a mudança na legislação pode afetar o aprendizado escolar e desenvolvimento das crianças. A ONG se mostra contra ao projeto e acredita que os centros de educação precisam dar bases às crianças para que possam pensar de forma crítica e encontrar seu lugar no mundo. Clique aqui para conferir. (Carolina Jurado)

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Painel sobre vulnerabilidade social de crianças e adolescentes

Descrição para cegos: postas lado a lado, duas fotos mostram, à esquerda, Inez Bassanezi,
e à direita, Lorenzo Delaini. Ambos estão falando ao microfone e gesticulando, no estúdio de rádio. 

Apesar dos avanços obtidos nos últimos anos, o quadro da vulnerabilidade social que afeta a vida de crianças e adolescentes ainda é preocupante. Sobre o assunto o Espaço Experimental entrevistou Lorenzo Delaini e Inez Eunice Bassanezi, responsáveis por projetos de educação e inclusão na área metropolitana de João Pessoa. Eu produzi o painel, junto com Érika Soares e Júlia Brito. O programa Espaço Experimental vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz). Ouça a entrevista (Heloysa Andrade).

terça-feira, 24 de maio de 2016

A educação transformadora em Escritores da Liberdade

Descrição para cegos: mostra um fundo preto e, com letras brancas,
o título em inglês do filme "Freedom Writers".

Por Júlia Brito

       Lançado em 2007, o filme Escritores da Liberdade (Freedom Writers, em inglês), baseado em fatos reais, retrata a história da professora Erin Gruwell, interpretada por Hillary Swank, e dos alunos da sala 203 do Colégio Woodrow Wilson.
Devido a uma política de integração (o filme se passa em 1994), a escola recebe alunos que, além de terem notas bem abaixo da média da escola, fazem parte de gangues, têm passagem por reformatórios e familiares com problemas com a lei.


quinta-feira, 10 de março de 2016

Unicef faz campanha contra o casamento infantil

Descrição para cegos: foto mostra uma menina segurando um buquê de flores e
um adulto em um altar de casamento com uma grande janela de vidro fechada atrás deles.

Por Jeane Pontes

No dia em que se comemorava o Dia Internacional da Mulher, a Unicef divulgou a iniciativa para proteger crianças do casamento infantil. O vídeo apresentado mostra os momentos que antecedem uma cerimônia religiosa, mas o que parecia um conto de fadas não tem final feliz.
A noiva é uma criança de 11 anos que se prepara para encontrar o noivo, um homem de 35 anos. A garota recebe o abraço de uma senhora que chora em silêncio. Ao passar pelo corredor em direção ao altar, alguns convidados cabisbaixos presenciam a cena com pesar, uma criança forçada a casar-se com alguém que ela nunca viu e não ama, sem imaginar a consequência que aquele “sim” trará para sua vida.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

ONG de apoio a criança e adolescente completa 30 anos de atuação

Descrição para cegos: foto mostra Dimas Gomes frontalmente, sentado.
Atrás dele, à esquerda, há parte de uma lousa, e à direita, cadeiras e computador.

Localizada no bairro do Roger, na cidade de João Pessoa, a Casa Pequeno Davi desempenha um papel importante naquela comunidade. A ONG, alicerçada no Estatuto da Criança e do Adolescente, prioriza o cumprimento do direito à educação do público participante. Realiza ações na comunidade e para além dela. Eu produzi uma matéria para o programa Espaço Experimental sobre a Casa. Ouça a reportagem. (Manuela Patrício)

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Afrobetizar a educação no Brasil

Descrição para cegos: imagem mostra uma menina sorrindo à esquerda, com parte do cabelo solto, uma mulher careca também sorridente e, à direita, uma menina com cabelo em rabo de cavalo beijando a bochecha da mulher. As três são negras, estão abraçadas e olhando para a câmera.

Afrobetizar é um projeto desenvolvido pela psicóloga Vanessa Andrade, no Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro. Vanessa ouvia com frequência depoimentos de crianças que não enxergavam a beleza de ser negro. Incomodada com a situação, a psicóloga aplicou em seu projeto atividades para desconstruir preconceitos e fortalecer o conhecimento cultural da comunidade. Confira aqui mais informações sobre o Afrobetizar. (Joseany Pontes)

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Estudo analisa percepção de professores sobre jovens em conflito com a lei

Descrição para cegos: foto mostra Patrícia Fonseca sentada e sorrindo. Ela veste
uma blusa com estampas geométricas e uma calça jeans. Ao seu lado, há um computador.

A professora Patrícia Fonseca, da UFPB, discute em seu trabalho os processos educativos e a promoção da cidadania de jovens infratores. O foco é conhecer a visão dos profissionais da educação acerca dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas. Como solução para reduzir preconceitos e estigmas, o estudo propõe a inserção de políticas nas escolas para auxiliar a ressocialização. Eu entrevistei a professora Patrícia Fonseca para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Marília Cordeiro)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Antes da vingança, educação e oportunidades

Descrição para cegos: imagem mostra, sobre uma parede de
tijolos amarelos, uma sombra segurando uma grade.

Por Marília Cordeiro


Nas últimas semanas a proposta de emenda para redução da maioridade penal no Brasil voltou a ser tema de debates na mídia e na Câmara dos Deputados. Na grande mídia prevalece o apoio praticamente sem contrapontos, mostrando um posicionamento único que objetiva o convencimento da população.
Uma grande parte da mídia se orienta pelo sentimento de vingança. A defesa da redução é mostrada como se os menores não fossem punidos ou não cumprissem nenhuma medida socioeducativa. Todos os discursos que incitam vingança caracterizam o Brasil que eles mesmos criticam: imediatista e sem compromisso com investimentos em políticas sociais.
         Na maioria dos crimes cometidos por adolescentes são mostrados os efeitos que essa violência traz e não as suas causas. São discutidas as formas de repressão ou punição, e não como a violência poderia ser evitada. A maneira como os crimes de homicídio são expostos, nos dá a impressão de que são os mais frequentes e precisam de uma punição imediata.