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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Taxa de trabalho infantil volta a crescer

Descrição para cegos: foto mostra um menino de costas que carrega uma sacola 
sobre o ombro enquanto caminha sobre a lama. Ao fundo um adulto também 
segura uma sacola nas costas e uma faixa de mato se forma após a lama. 
(Foto de Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Por Raquel Pimentel

      A taxa de trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer no Brasil, segundo o relatório do Cenário da Infância e Adolescência no Brasil divulgado pela Fundação Abrinq este ano. A pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela que os números vinham em uma queda consecutiva desde 2005, saindo de 1,8% para 0,4%, mas voltaram a subir de 2013 para 2014.

domingo, 9 de abril de 2017

Paraíba cai no ranking de mortalidade infantil

Descrição para cegos: foto de uma criança
 pequena, sem camisa, olhando para câmera 
enquanto segura pedaços de pão em ambas
 as mãos. No fundo as paredes de uma casa 
de taipa. (foto de Danielle Pereira, em Sousa, 
interior da Paraíba)
Por Raquel Pimentel

Pela primeira vez a Paraíba está abaixo da média nacional em taxa de mortalidade infantil. A 4° edição do relatório Cenário da Infância e Adolescência no Brasil, elaborado pela Fundação Abrinq, foi lançada no dia 21 de março e mostrou que o estado deixou a primeira posição em taxa de mortalidade no Nordeste e passou a ocupar o último lugar no ranking, em um período de 15 anos.
No ano 2000 a taxa de mortalidade infantil na Paraíba era de 32,9 a cada 1.000 nascidos vivos, bem superior à taxa nacional, que era de 26,1.
No entanto, pela primeira vez em 15 anos, o estado bateu a média nacional, fechando o ano de 2016 com 11,7, ou seja, 0,7 abaixo do registro nacional, que é de 12,4, e em último lugar no ranking, sendo o menor índice do Nordeste. O Maranhão e a Bahia têm as maiores taxas da região: 15,2.