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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Filhos da Rua

Descrição para cegos: No primeiro plano da imagem aparece
a metade do rosto de um adolescente, e no segundo plano
 desfocado, aparece um semáforo de pedestre
que está vermelho. Imagem: TV Brasil

                 O programa Caminhos da Reportagem da TV Brasil, apresenta no episódio Filhos da Rua, a história de crianças e adolescentes que vivem nas ruas das cidades de São Paulo, Recife, Manaus, Brasília e Goiânia, que trabalham limpando vidros de carros no semáforo ou vendendo balas. E por conta da realidade violenta e de não terem acesso à uma vida digna, muitas crianças e adolescentes se tornam usuários de drogas. (Vitória Felix) 

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Abuso infantil na visão psicanalítica

Descrição para cegos: Uma criança está sentada, em um
 ambiente um pouco escuro, abraçando os joelhos com
 a cabeça baixa. Imagem: Google 



Por Vitória Felix 


       O abuso infantil não se restringe apenas a violência física ou sexual, ele envolve outros aspectos importantes, como o psicológico. Por isso, nesta entrevista com a estudante de psicologia Amanda Gama, que está desenvolvendo uma pesquisa sobre o abuso infantil na visão psicanalítica, vamos abordar como os abusos podem afetar a criança e como a psicanálise ajuda na identificação e tratamento. 

quinta-feira, 28 de março de 2019

Sementes Podres - Resenha

Descrição para cegos: Personagens do filme- Wael (protagonista) e os seis adolescentes do projeto, sendo duas garotas e quatro garotos. Todos com características físicas diferentes.                                                                           Foto: Internet

Por Julia Oliveira


         O filme sementes podres (Mauvasies Herbes) é uma comédia dramática de 2018, com direção, roteiro e produção de Kheiron Tabib, que é também o protagonista do filme. Kheiron é um comediante, ator e diretor iraniano /francês que ficou conhecido por dirigir Nós ou nada em Paris. Com duração de 1h40, o filme traz uma grande lição para todos nós.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Livro mostra que política não é um fantasma e pode ser discutida por crianças

Pra cego ver: Capa do livro O Fantasma Político, com desenho de duas crianças e um fantasma. Ao fundo tem a imagem de uma casa antiga
Buscando introduzir a política no cotidiano das crianças, a jornalista Joice Catarina Sabatke lançou o livro ‘O Fantasma Político’. A ideia do texto surgiu quando a autora tinha apenas 10 anos de idade e é destinada a crianças a partir dos 5 anos. Joice se inspirou no Horário Eleitoral Gratuito para produzir o material. Mais informações sobre o livro estão disponíveis no Jornal da Paraíba.

sábado, 13 de outubro de 2018

Municípios brasileiros não recolhem fundos cadastrados para crianças e adolescentes

Descrição para cegos: a foto mostra brinquedo inflável com crianças e mães em parque aberto
No último dia 30 de setembro, a Agência Brasil publicou uma matéria que diz que mais de 75% dos municípios brasileiros ainda não têm Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente cadastrados ou regulares para captar recursos de doação do imposto de renda. As informações, conforme nos traz o portal eletrônico da Agência Brasil, fazem parte do levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o qual mostra que, o cadastro do ano de 2017 tem 699 municípios com a possibilidade de ter uma assistência, mas foram impedidos de receber doações porque estão com dados inconsistentes ou incompletos no cadastro. 

Ainda segundo a matéria, a dedução de até 3% da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda para Fundos da Infância e Adolescência é permitida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E esses investimentos são recursos destinados ao atendimento das políticas, programas e ações voltados para o atendimento de menores de 18 anos, distribuídos mediante deliberação dos Conselhos de Direitos nos diferentes níveis de governo. Ao longo do ano, contribuições das pessoas físicas podem chegar a 6% do imposto devido. (MARIA EDUARDA)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Tráfico de crianças para exploração sexual na PB

Descrição para cegos: foto da professora Ana Patrícia Gama no estúdio, durante a entrevista.
Tráfico de crianças para fins de exploração sexual na Paraíba foi pauta de entrevista do Espaço Experimental, veiculada no último dia 3 de novembro. O programa, produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB, entrevistou Ana Patrícia Gama, mestre em Direitos Humanos, Políticas Públicas e Cidadania pela Universidade Federal da Paraíba. Ana Patrícia se debruçou sobre o assunto para elaborar a sua dissertação. A entrevista foi produzida por Jéssica Soares e Luciana Duarte. (Feliphe Rojas)

Bloco 1:


Bloco 2:

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Impactos do fim da emergência nacional para a Zika

Descrição para cegos: foto de duas mulheres conversando. Uma delas, um pouco agachada, veste jaleco e a outra está sentada, segurando um bebê com microcefalia e na mão tem um papel. No segundo plano há outras mulheres, algumas também com crianças no colo.
A reportagem Zika sai dos holofotes, as sequelas ficam, feita pela jornalista Roberta Jansen e publicada no portal Deutsch Welle, chama atenção para as possíveis consequências da suspensão do estado de emergência nacional em relação à doença. O texto aponta que essa decisão pode acarretar uma redução na realização de pesquisas e ações de combate, enquanto os riscos de alastramento permanecem imprevisíveis e os processos de identificação e acompanhamento das crianças nascidas com doenças congênitas causadas pelo vírus, como a microcefalia, ainda não são efetivos. Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui. (Clara Rezende)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Adotar, um ato de amor, não de escolha


Descrição para cegos: ilustração de uma família.
 Da esquerda para a direita: uma mãe, duas crianças e
 um pai, todos de mãos dadas.
Por Raquel Pimentel

Segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), atualmente no Brasil existem mais de 7 mil crianças e adolescentes, entre 1 e 17 anos, a espera de um lar, sendo apenas 4.855 disponíveis para adoção. No entanto, o que mais impressiona é o número de pretendentes: mais de 37.500 pessoas estão cadastradas na lista de espera de adoção. Apesar disso, a maior dificuldade para que essas crianças sejam adotadas ainda são as exigências dos pretendentes a pais.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos?


Descrição para cegos: silhuetas de uma mulher apontando o dedo para uma criança que está estirando a língua, representando a repreensão de uma mãe às más atitudes do filho.
A pergunta do título é da psicóloga Sílvia Portugal para a jornalista Caroline Reis em entrevista ao site Expresso. Ela relata que essa falta de autoridade se deu através de mudanças muito rápidas, tanto na família quanto na sociedade, que alterou a autoridade patriarcal para uma relação mais democrática, na qual as mulheres e as crianças também têm voz. Só que as crianças acabaram se tornando o centro, muitas vezes não sendo repreendidas pelos pais que preferem o afeto à imposição. Segundo ela, isso demanda a busca por uma conciliação de afetos e um modelo de família democrático. Para ler a entrevista completa, clique aqui. (Mateus Araújo)

sábado, 20 de maio de 2017

Como proteger nossas crianças e adolescentes

Descrição para cegos: capa da cartilha que mostra, desenhados, em primeiro plano, uma criança, em segundo um homem, uma mulher e uma senhora simbolizando os responsáveis. Acima está escrito o título da cartilha “Protegendo nossas crianças e adolescentes”.
Descrição para cegos: capa da cartilha mostra, desenhados,
 em primeiro plano, uma criança, em segundo um homem, 
uma mulher e uma senhora simbolizando os responsáveis.
 Acima está o título da cartilha "Protegendo nossas crianças e
adolescentes".

Por Cynthia Silva

      Protegendo nossas Crianças e Adolescentes é uma cartilha cujo conteúdo é direcionado para dois lados: ajudar e proteger. Ajudar pais e responsáveis a educar os filhos evitando o uso de qualquer tipo de violência e proteger as crianças e adolescentes contra a negligência e violência no âmbito familiar.
    Com uma linguagem informal e ilustrações práticas com exemplos cotidianos, procura ensinar maneiras de agir em situações de conflito com os filhos, evitando acidentes e o uso da violência em casa.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O perigo do trabalho infantil doméstico

Descrição para cegos:  imagem de um chão cimentado sujo, sobre o qual está um par de sapatilhas infantis sujas de barro.

 A jornalista Cecilia Garcia, Rede Peteca, produziu uma reportagem demonstrando o perigo da naturalização do trabalho infantil doméstico feminino, abordando questões dessa atividade e os problemas que acarreta. Segundo ela, os serviços domésticos estão na vida de todas as meninas. Desde a idade do brincar aprendem que seu papel é cuidar dos bebês e da casa e, ainda novas, muitas delas encaram a dupla jornada de brincar e cuidar dos afazeres domésticos. Para ler a matéria clique aqui (Cynthia Silva)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Segurança na internet para crianças e adolescentes

Descrição para cegos: menino de casaco listrado segurando um tablet próximo ao rosto.

A advogada Renata Melocchi Alves sugere “Como orientar crianças e jovens sobre o uso responsável da internet”, em postagem no site da Rebrinc – Rede Brasileira de Infância e consumo – de forma simples e objetiva. Ela aponta que apenas informar os jovens não é o suficiente, também é necessário acompanhá-los de perto e constantemente, mantendo-os atentos às ameaças online como o cyberbullying. Confira o artigo aqui. (Mariana Lira)

quinta-feira, 30 de março de 2017

O impacto da disseminação de consumo para crianças


Descrição para cegos: em primeiro plano, no centro da foto, aparece um menino de costas encarando uma televisão que, por estar em segundo plano, está desfocada.

A psicóloga e pesquisadora Raquel Moreno produziu um texto para Rede Brasileira Infância e Consumo (Rebrinc) que debate a problemática do consumo na vida das pessoas, e atenta ao impacto no desenvolvimento das crianças. Nele é citada a falta de maturidade dessas de verem esse conteúdo mercadológico de forma crítica e, por isso, vulneráveis a valores que as adultizam precocemente. No texto ainda é apresentada uma solução para proteger a infância a partir de três pilares: família, escola e mídia. Todavia, essas não cumprem seu papel, principalmente a mídia, que dissemina constantemente o consumismo. Para ler o texto completo, clique aqui. 
(Mateus Araújo)

terça-feira, 7 de março de 2017

Adultização precoce: problema para a vida inteira

Descrição para cegos: foto mostra, em primeiro plano, uma menina aplicando maquiagem enquanto se olha no espelho, tendo uma outra criança ao seu lado encarando o processo. Ao fundo encontra-se uma multidão, predominantemente adulta, alheia à situação.

Por Mateus Araújo

Parece que a cada ano fica mais difícil delimitarmos até que idade uma criança ainda pode ser chamada assim. Os valores se interceptaram e hoje, principalmente com o advento da publicidade infantil, fizeram com que essas crianças não sejam mais apenas isso, mas versões menores dos seus pais, ou seja, pequenos adultos.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Bullying não é brincadeira, é agressão

Descrição para cegos: mostra quatro garotos, um chutando uma bola contra os outros três, que estão presos em uma barra de futebol que lembra  grades.

Por Maria Clara Lima

        O bullying pode ocorrer no trabalho, na vizinhança, em um grupo de amigos, na internet (ciberbullying). Porém, é no ambiente de formação de crianças e adolescentes que ele mais acontece.
        A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015, realizado pelo Ministério da Saúde com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, constatou que 7,4% dos estudantes brasileiros já se sentiram provocados ou humilhados. Em 2012 esse número era de 6,9%.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Depressão infantil não é personalidade

Descrição para cegos: mostra um urso de pelúcia, em seu colo existe uma placa com a  figura de um rosto triste.
Por Maria Clara Lima

        A depressão não atinge apenas adulto. Infelizmente, crianças também estão ficando depressivas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 20% das crianças e adolescentes apresentam sintomas da doença.
Aqui no Brasil não se tem dados estatísticos comprovados, porém o Ministério da Saúde pressupõe que de 1% a 3% da população de 0 a 17 anos sofrem com esse mal.

domingo, 13 de novembro de 2016

Crianças refugiadas no Brasil contam experiências

Descrição para cegos: são três fotos de crianças de frente, uma ao lado da outra. A primeira é uma menina, a segunda também e a terceira é um menino.

O portal BBC Brasil tem disponível uma reportagem sobre experiências de nove crianças refugiadas de guerras que agora vivem em São Paulo, provindas de vários países em conflito, como Arábia Saudita, Congo e Síria. As crianças contam que no Brasil são livres para brincar, praticar sua religião, ter sonhos e enfrentam menos dificuldade de aprender o português que os pais. Confira aqui a reportagem. (Carolina Jurado)

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A publicidade afetando a saúde das crianças

Descrição para cegos: mostra um recipiente com pirulitos e jujubas coloridas. 
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor compartilhou em seu site os perigos da publicidade infantil, dando ênfase ao consumo de alimentos não saudáveis. A postagem também aborda a questão de práticas desleais que as empresas lançam para vender seus produtos, como associação de alimentos a brinquedos, ou a utilização de elementos infantis em suas peças publicitárias. Destaca ainda que esse tipo de alimento contribui para o aumento de obesidade e sobrepeso. Confira aqui. (Maria Clara Lima)

domingo, 31 de julho de 2016

Festival celebra 26 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

Descrição para cegos: são 2 fotos, uma sobre a outra. Na de cima, 9 adolescentes tocam instrumentos musicais e cantam sobre um palco decorado na parte inferior com as bandeiras dos municípios de Cabedelo e Lucena e da Paraíba. Na foto de baixo aparece o auditório lotado com a plateia voltada para o palco onde dois adolescentes falam em microfones. Nas duas fotos, na parede atrás do palco, há cartazes relacionados aos 26 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Por Luíza Araújo

Na tarde da última sexta-feira, jovens, educadores e membros de organizações públicas se reuniram para encerrar a programação comemorativa dos 26 anos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). O auditório da Federação Espírita da Paraíba teve em seu palco o II Festival Intermunicipal ECA: ReivindicAR-TE, em que crianças e adolescentes tiveram a oportunidade de representar artisticamente a luta pelos seus direitos.

domingo, 24 de julho de 2016

A realidade infantil síria além do Pokémon Go

Descrição para cegos: mostra uma menina síria, com os cabelos e orelhas cobertos por um véu (hijab) laranja, segurando uma folha branca com o Pokémon Squirtle impresso - uma tartaruga azul em pé. No canto direito superior da folha, há uma frase em árabe que está traduzida para inglês no canto inferior esquerdo: "I am from Syria... Save me!".

O site Hypeness compartilhou uma campanha das Forças Revolucionárias Sírias a partir do Exército Livre da Síria. No país que enfrenta uma Guerra Civil, as crianças constituem o um dos segmentos da população mais afetados. Diante da popularidade mundial do jogo Pokémon Go, em que os jogadores são estimulados a resgatar personagens da animação, a campanha divulga fotos de crianças sírias segurando imagens dos Pokémons e frases como “Estou na Síria, ajude-me a salvar as crianças sírias”, com o objetivo de expor as dificuldades que os pequenos sírios e a população enfrentam. Confira a publicação aqui. (Luíza Araújo)