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sábado, 1 de julho de 2017

Até onde eu posso confiar?

Descrição para cegos: cartaz do fime 
que apresenta uma menina deitada
 abraçada ao travesseiro com apenas 
metade do rosto à mostra. O fundo 
é preto e acima aparece o nome do
 filme: “Confiar” com uma mão
 simulando um mouse clicando nele
Por Raquel Pimentel

      Esse é o questionamento que fica após assistir ao filme Confiar, de Andy Bellin e Robert Festinger. O filme relata a história de uma adolescente, Annie, interpretada por Liana Liberato, que vive o conflito da puberdade, acreditando que ninguém em sua casa a entende. É nessa realidade que Annie começa a se relacionar com um garoto de 16 anos, Charlie, que conheceu na internet.
      Quando seus pais viajam, Annie marca um encontro escondido com o rapaz, mas ao chegar descobre que ele não é um garoto de 16 anos, e sim um homem adulto que a leva para um motel e tem relações com ela. A princípio Annie acredita que estão apaixonados e que tudo que aconteceu foi natural, mas, só depois percebe que Charlie parou de responder seus emails, e já não fala com ela. Sua amiga Brittany ao perceber a situação conta tudo ao conselho da escola que logo chama o FBI e os pais da garota.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Autcraft: jogo que ajuda crianças autistas

Descrição para cegos: boneco virtual de blocos do jogo Minecraft olhando para um porco também de blocos. Ao fundo, blocos de terra cobertos por grama, característicos do jogo.
Por Mariana Lira

Semelhante ao Minecraft, jogo online que agrada grande parte das crianças, o Autcraft  foi criado para os jogadores com TEA (Transtorno do Espectro Autista), com intuito de proporcionar um espaço protegido do cyberbullying.
Stuart Duncan criou o Autcraft em 2013 e atualmente conta com cerca de oito mil usuários. Ele se preocupa com o tratamento que as crianças recebem em interfaces online, jogando com todo tipo de pessoa. Por isso, Duncan desenvolveu uma plataforma “troll-free”, isto é, livre de pessoas mal-intencionadas.

domingo, 4 de junho de 2017

Bullying, depressão e suicídio

Descrição para cegos: foto de um menino de costas colando um 
papel em uma parede que toma todo o fundo. Na folha se lê: 
Bullying e um “X” a corta. (Foto do Senado Federal)
A Rádio Nacional produz uma série de matérias sobre bullying, depressão e suicídio. Sua segunda reportagem mostra como o bullying pode afetar a saúde de crianças e adolescentes e em que formas essa prática se mostrar dentro das escolas. Especialistas destacam como o sofrimento causado pela prática pode causar sérias consequências para o desenvolvimento da criança e do adolescente, podendo ser agravante para suicídios. A matéria também apresenta formas de prevenção que devem ser usadas nas escolas e em casa. Acompanhe a matéria completa aqui. (Raquel Pimentel)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Bullying não é brincadeira, é agressão

Descrição para cegos: mostra quatro garotos, um chutando uma bola contra os outros três, que estão presos em uma barra de futebol que lembra  grades.

Por Maria Clara Lima

        O bullying pode ocorrer no trabalho, na vizinhança, em um grupo de amigos, na internet (ciberbullying). Porém, é no ambiente de formação de crianças e adolescentes que ele mais acontece.
        A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015, realizado pelo Ministério da Saúde com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, constatou que 7,4% dos estudantes brasileiros já se sentiram provocados ou humilhados. Em 2012 esse número era de 6,9%.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Android lança campanha contra o bullying

Descrição para cegos: mostra uma captura de tela da animação, em
que há uma tesoura, papel e pedra juntas e felizes.

O sistema operacional Android usou os personagens da brincadeira “Pedra, Papel e Tesoura” em uma campanha que chama atenção sobre o bullying. A animação incentiva as pessoas a cultivarem boas atitudes e entenderem que a diferença não deve ser vista como algo ruim. Pedra, papel e tesoura aparentemente não têm muito em comum, mas isso não impede que estejam juntas, mostrando que quando existe respeito podemos lutar em defesa do outro.
 Para assistir ao vídeo clique aqui. (Jeane Pontes)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Um tiro é suficiente

Descrição para cegos: em preto e branco, imagem mostra um vestiário feminino com três adolescentes magras, à esquerda, apontando celulares para uma menina acima do peso, à direita, com as mãos unidas em seu colo e que olha para uma toalha no chão. No fundo, uma garota apenas observa, com a mão direita encostada aos armários e a mão esquerda na cintura.

Esse é o slogan em português da campanha One shot os enough promovida pela Unicef no Chile em parceria com a agência de publicidade Prolam Young & Rubicam. A proposta da campanha é conscientizar para os danos causados pelo ciberbullying. O uso inadequado do smartphone possibilita que os agressores ampliem ainda mais essa violência. A campanha pede cautela na utilização desses aparelhos para que não prejudique a autoestima de crianças e adolescentes. Confira a seguir as ilustrações.(Joseany Pontes)