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domingo, 5 de maio de 2019

Campanha “minha primeira identidade”, é lançada pelo Governo Federal

Descrição para cegos: Na imagem há uma criança segurando uma carteira 
de identidade e sorrindo.Imagem: Governo Federal


O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, lançou a campanha “Minha Primeira identidade”. O objetivo  é incentivar os pais a emitirem os documentos oficiais de identificação de seus filhos e filhas. A campanha marca a Semana de Mobilização Nacional para Busca e Defesa da Criança Desaparecida instituída pela Lei Nº 12.393/11. (Magno França)


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Campanha contra trabalho infantil na Paraíba

Descrição para cegos: foto mostra lançamento da campanha. De pé, aparecem o procurador do Trabalho Eduardo Varandas, a professora Maria Senharinha, representante do Fepeti, e Dimas Gomes, da Casa Pequeno Davi, falando ao microfone.
Por Feliphe Rojas

O Ministério Público do Trabalho na Paraíba está realizando uma campanha contra a exploração do trabalho infantil no Estado. Denominada Com o Trabalho Infantil, o Brasil não cresce, a ação é realizada em parceria com a Casa Pequeno Davi e o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti-PB).
A campanha foi lançada no dia 11 de outubro, na sede do MPT-PB, e alerta, através da inserção de banners e vídeos promocionais nas redes sociais dos órgãos envolvidos, para o alto índice de crianças de 5 a 9 anos exercendo atividades laborais.

domingo, 13 de agosto de 2017

Unicef lança campanha “Internet Sem Vacilo”

Descrição para cegos: imagem mostra balões coloridos que formam
a frase "Internet Sem Vacilo". No meio deles aparecem as cabeças
de Jout Jout e Pyong Lee, além de uma mão segurando um celular
.


Por Jayane Souza

       O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em conjunto com o
Google, a ONG Safernet Brasil, agência Fermento e produtora digital Wavez
lançou nas redes sociais a campanha “Internet Sem Vacilo”. A campanha tem
como objetivo alertar crianças e adolescentes sobre os riscos que a internet
pode trazer. Para isso, foram desenvolvidos um Quiz, vídeos e hashtags para
estimular a discussão.
       O cyberbullying e outros perigos que a internet é capaz de ocasionar a
um jovem são fatores debatidos há um certo tempo. Em 2010 a Safernet, uma
das incentivadoras do projeto, realizou um estudo no Brasil cujo resultado
mostrou que dentre as duas mil crianças e adolescentes entrevistados, 38%
tiveram amigo que sofreu cyberbullying.
       

domingo, 24 de julho de 2016

A realidade infantil síria além do Pokémon Go

Descrição para cegos: mostra uma menina síria, com os cabelos e orelhas cobertos por um véu (hijab) laranja, segurando uma folha branca com o Pokémon Squirtle impresso - uma tartaruga azul em pé. No canto direito superior da folha, há uma frase em árabe que está traduzida para inglês no canto inferior esquerdo: "I am from Syria... Save me!".

O site Hypeness compartilhou uma campanha das Forças Revolucionárias Sírias a partir do Exército Livre da Síria. No país que enfrenta uma Guerra Civil, as crianças constituem o um dos segmentos da população mais afetados. Diante da popularidade mundial do jogo Pokémon Go, em que os jogadores são estimulados a resgatar personagens da animação, a campanha divulga fotos de crianças sírias segurando imagens dos Pokémons e frases como “Estou na Síria, ajude-me a salvar as crianças sírias”, com o objetivo de expor as dificuldades que os pequenos sírios e a população enfrentam. Confira a publicação aqui. (Luíza Araújo)

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Sofia, o rosto das crianças invisíveis

Descrição para cegos: mostra, frontalmente, a criança do
vídeo com a legenda "Eu sou Sofia".

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou semana passada a ação “Eu sou Sofia” em apoio às crianças vítimas de conflitos territoriais. Para a campanha foi criada uma personagem fictícia feita em 3D que recebeu o nome de Sofia. O rosto dela foi desenvolvido a partir de traços fisionômicos de crianças reais fotografadas em zonas de conflito armado. Sofia é o retrato dos meninos e meninas que são forçados todos os dias a abandonar suas casas e seus países por causa da guerra. Segundo a Unicef, essa realidade atinge cerca de 250 milhões de crianças que vivem em zona de emergência no mundo. Clique aqui para assistir o vídeo da campanha. (Jeane Pontes)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Obra de Renoir retrata campanha sobre desaparecimento de crianças

Descrição para cegos: imagem mostra um quadro de
Renoir em que está pintada, à esquerda, uma menina em
roupas brancas e, ao seu lado direito, um escuro vazio.

O Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos do Ministério Público de São Paulo (PLID) lançou nova campanha sobre o desaparecimento de crianças. A iniciativa mostra uma das meninas desenhada na obra "Rosa e Azul", do pintor francês impressionista Pierre-Auguste Renoir, sendo apagada em referência às crianças desaparecidas. A campanha intitulada “A obra de arte incompleta” inclui depoimentos de mães que relatam a dor e a esperança de encontrar seus filhos. Confira o vídeo aqui. (Jeane Pontes)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Android lança campanha contra o bullying

Descrição para cegos: mostra uma captura de tela da animação, em
que há uma tesoura, papel e pedra juntas e felizes.

O sistema operacional Android usou os personagens da brincadeira “Pedra, Papel e Tesoura” em uma campanha que chama atenção sobre o bullying. A animação incentiva as pessoas a cultivarem boas atitudes e entenderem que a diferença não deve ser vista como algo ruim. Pedra, papel e tesoura aparentemente não têm muito em comum, mas isso não impede que estejam juntas, mostrando que quando existe respeito podemos lutar em defesa do outro.
 Para assistir ao vídeo clique aqui. (Jeane Pontes)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Defenda-se do abuso sexual

Descrição para cegos: ilustração mostra parte de um campo de futebol lotado de torcedores nas arquibancadas. No campo, quatro crianças defendendo a área do gol, em que a bola não entra, esta localizada ao lado direito superior da trave. Abaixo das crianças está escrito "Defenda-se" e, ao lado, há a ilustração de um telefone apoiado em um pentágono, ambos vermelhos, em que está escrito "Disque 100" em cor branca.


A ONG chilena Raíces e a Fundação Marista de Solidariedade Internacional lançaram uma campanha que orienta crianças sobre a diferença entre carinho de familiares e amigos e abuso sexual. A campanha inovou na linguagem, criando vídeos que ilustram situações cotidianas em que a criança podem se defender, seja relatando a violência para alguém de confiança ou fazendo a denúncia diretamente no Disque 100. Confira aqui a série de vídeos. (Joseany Pontes)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Um tiro é suficiente

Descrição para cegos: em preto e branco, imagem mostra um vestiário feminino com três adolescentes magras, à esquerda, apontando celulares para uma menina acima do peso, à direita, com as mãos unidas em seu colo e que olha para uma toalha no chão. No fundo, uma garota apenas observa, com a mão direita encostada aos armários e a mão esquerda na cintura.

Esse é o slogan em português da campanha One shot os enough promovida pela Unicef no Chile em parceria com a agência de publicidade Prolam Young & Rubicam. A proposta da campanha é conscientizar para os danos causados pelo ciberbullying. O uso inadequado do smartphone possibilita que os agressores ampliem ainda mais essa violência. A campanha pede cautela na utilização desses aparelhos para que não prejudique a autoestima de crianças e adolescentes. Confira a seguir as ilustrações.(Joseany Pontes)

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Campanha da Prefeitura de Curitiba alerta para o desaparecimento de crianças

Descrição para cegos: a imagem é sobre fundo cinza. À esquerda, há o símbolo do Snapchild (uma menina em um fundo amarelo) e ao lado está escrito "snapchild" e embaixo "Para proteger uma criança, cada segundo conta". Abaixo, 3 celulares mostram a mesma imagem de uma criança em suas telas. No lado superior direito, há informações sobre a campanha e embaixo 2 celulares, em tamanho menor, com imagens diferentes de crianças em suas telas.

A Prefeitura de Curitiba lançou, no início deste mês, uma campanha alertando para o desaparecimento de crianças. Nomeada de snapchild, é promovida por meio do aplicativo para smartphones snapchat, que tem como característica a rapidez de duração e de permanência de postagens – duram até 10 segundos e ficam disponíveis durante 24 horas. A proposta da campanha, ao publicar vídeos com duração de 10 segundos, é a de comparar a rapidez da duração de uma postagem com a rapidez com que se pode perder uma criança ao desviar a atenção dela.Confira os vídeos da campanha aqui. (Manuela Patrício)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Aplicativo traz emojis vítimas de violência

Descrição para cegos: imagem mostra vários emojis. Na primeira coluna, há o rosto de uma criança com o olho direito machucado, uma menina com o olho esquerdo machucado e um band-aid logo abaixo, um bebê recebendo um tapa no rosto, um emoji amarelo com o olho direito machucado e expressando medo e, por último, um rapaz com um balão pensativo com uma caveira dentro. Na segunda coluna, o rosto de um macaco assustado tapando as orelhas e ao lado o mesmo, só que tapando os olhos, uma menina triste e um balão com "*!?@#!" acima, um rapaz com o emoji de fezes na cabeça e por último duas mãos levantadas para cima. Na terceira coluna, há uma menina triste com o olho esquerdo machucado, um menino com o olho esquerdo também machucado e um band-aid na bochecha direita, um adulto e uma criança juntos e, na frente, uma taça de vinho, e por último, uma criança triste com uma fisionomia adulta não identificada por trás.

Por Joseany Pontes


         A ONG sueca Barnens Rätt i Samhället (Bris, que significa Direitos das Crianças na Sociedade) desenvolveu um aplicativo com uma linha de emojis chamada Abused Emojis (Emojis Abusados), para crianças expressarem situações de abuso e violência.
         Sabe-se que, muitas vezes, é difícil relatar essas situações com palavras. Com o aplicativo, espera-se abrir um canal que permita às crianças relatarem os problemas que vivenciam para facilitar o diálogo sobre o tema.