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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Podcast debate pedofilia e ajuda a entender o enfrentamento do problema

Descrição para cegos: Na ilustração, o tema do podcast e o número do episódio à esquerda. No canto de direito o recorte da cabeça de homem que tem como plano de fundo um jardim em que uma criança brinca
O podcast Mamilos, hospedado e publicado pelo site B9 compartilha, semanalmente, temas debatidos e evidenciados em redes sociais, como o Twitter e Facebook. E, a partir dessa busca feita pelos editores do programa, o assunto é abordado e aprofundado com ajuda de especialistas e entrevistas que apresentam embasamento e argumentos para a construção da discussão. No episódio 123, as apresentadoras e jornalistas Cris Bartis e Juliana Wallauer receberam em estúdio, em Outubro do ano passado dois entrevistados para falar sobre pedofilia.

Na conversa, Rose Miahara – Coordenadora de Ensino no Centro de Referência às Vítimas da Violência do Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo, ajuda a compreender melhor os aspectos psicológicos que dizem respeito ao assunto e o promotor da Vara da infância e Juventude de SP, Yuri Giusppe, fala sobre o enfrentamento do problema e como é dado através do campo jurídico. O podcast conta ainda com participação de Caroline Marafiga – Doutoranda em psicologia clínica que atende pedófilos no sistema penitenciário do Paraná. (MARIA EDUARDA)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Miss Violence

Descrição para cegos: cena do filme em que se vê mãe, avó e irmãos de Angeliki, sentados ao redor da mesa de jantar, voltados para o espectador com olhar de medo.
Por Gislayne Borges

Como imaginar que uma comemoração em família poderia terminar em um suicídio, inicialmente sem causa aparente? É com essa atitude de fragilidade, que Angeliki, filha mais velha de três irmãos, surpreende a família no dia em que comemorava seu 11° aniversário. O que era para ser uma celebração, termina com um desfecho inesperado, que convida o espectador, nos primeiros minutos de filme, a desvendar o que está por trás dos mistérios que envolvem a morte da garota.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Unicef pesquisa abusos online

Descrição para cegos: ilustração mostra uma galáxia com fundo preto estrelado e na frente, centralizado,
um planeta composto por logotipos de várias redes sociais, como Facebook, Yahoo, YouTube, entre outras.

Por Júlia Brito

A internet pode oferecer muitas comodidades para os usuários e as oportunidades de comunicação disponibilizadas pelas redes sociais são muitas. Mas o uso inconsequente dessa ferramenta pode ser danoso. Por isso a Unicef, com a colaboração do Instituto Ipsos, realizou um estudo sobre os riscos de abuso online.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Aplicativo traz emojis vítimas de violência

Descrição para cegos: imagem mostra vários emojis. Na primeira coluna, há o rosto de uma criança com o olho direito machucado, uma menina com o olho esquerdo machucado e um band-aid logo abaixo, um bebê recebendo um tapa no rosto, um emoji amarelo com o olho direito machucado e expressando medo e, por último, um rapaz com um balão pensativo com uma caveira dentro. Na segunda coluna, o rosto de um macaco assustado tapando as orelhas e ao lado o mesmo, só que tapando os olhos, uma menina triste e um balão com "*!?@#!" acima, um rapaz com o emoji de fezes na cabeça e por último duas mãos levantadas para cima. Na terceira coluna, há uma menina triste com o olho esquerdo machucado, um menino com o olho esquerdo também machucado e um band-aid na bochecha direita, um adulto e uma criança juntos e, na frente, uma taça de vinho, e por último, uma criança triste com uma fisionomia adulta não identificada por trás.

Por Joseany Pontes


         A ONG sueca Barnens Rätt i Samhället (Bris, que significa Direitos das Crianças na Sociedade) desenvolveu um aplicativo com uma linha de emojis chamada Abused Emojis (Emojis Abusados), para crianças expressarem situações de abuso e violência.
         Sabe-se que, muitas vezes, é difícil relatar essas situações com palavras. Com o aplicativo, espera-se abrir um canal que permita às crianças relatarem os problemas que vivenciam para facilitar o diálogo sobre o tema.


quarta-feira, 29 de abril de 2015

Quem vai deter o Estado Islâmico?


Descrição para cegos: foto mostra quatro mãos de crianças
segurando grades.


Por Marília Cordeiro


O sequestro e recrutamento de crianças tem se tornado umas das mais recorrentes táticas de guerra de grupos como Estado Islâmico (EI) e Boko Haram. Segundo a ONU, essas estratégias estão sendo utilizadas de forma sistemática para aterrorizar, submeter e humilhar comunidades.
Segundo o último relatório do Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas, a maioria dos crimes são cometidos contra menores de idade. Meninas são vendidas como escravas sexuais, jovens com deficiência mental atuam como homens bomba, crianças são crucificadas ou enterradas vivas. Tudo em nome do poder e do extremismo religioso.