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sábado, 10 de novembro de 2018

Google lança ferramenta para combater pedofilia na Internet


Legenda para Cegos: Na imagem apresenta uma mão segurando um smartphone com a plataforma do “Google” aberta


Considerando a evolução nos meios de comunicação social, com destaque para a internet e a incidências das violações contra crianças e adolescentes no país, se faz necessário levantar pauta sobre as questões relacionadas à pedofilia em redes sociais e demais plataformas de interação virtual, ressaltando esse ato como crime.

Mas a abordagem de intervenção contra esse delito, se dá pelo método dedutivo, ou seja, que a criança ou o adolescente esteja supostamente em situação de abuso exposto na internet. Só assim os órgãos competentes como, Ministério Público e Polícia, pode tomar iniciativa de uma investigação. A legislação brasileira possui mecanismos para intervir contra os ciberpedófilos, o que faz concluir que o grande problema enfrentado no país não se trata das leis, mas da identificação desses criminosos.

Pensado nisso, o Google lança ferramenta para combaterpedofilia na Internet, o sistema utiliza redes neurais treinadas para identificar imagens de abuso sexual de crianças na web, facilitando o rastreamento. (Gleyce Marques)

sábado, 1 de julho de 2017

Até onde eu posso confiar?

Descrição para cegos: cartaz do fime 
que apresenta uma menina deitada
 abraçada ao travesseiro com apenas 
metade do rosto à mostra. O fundo 
é preto e acima aparece o nome do
 filme: “Confiar” com uma mão
 simulando um mouse clicando nele
Por Raquel Pimentel

      Esse é o questionamento que fica após assistir ao filme Confiar, de Andy Bellin e Robert Festinger. O filme relata a história de uma adolescente, Annie, interpretada por Liana Liberato, que vive o conflito da puberdade, acreditando que ninguém em sua casa a entende. É nessa realidade que Annie começa a se relacionar com um garoto de 16 anos, Charlie, que conheceu na internet.
      Quando seus pais viajam, Annie marca um encontro escondido com o rapaz, mas ao chegar descobre que ele não é um garoto de 16 anos, e sim um homem adulto que a leva para um motel e tem relações com ela. A princípio Annie acredita que estão apaixonados e que tudo que aconteceu foi natural, mas, só depois percebe que Charlie parou de responder seus emails, e já não fala com ela. Sua amiga Brittany ao perceber a situação conta tudo ao conselho da escola que logo chama o FBI e os pais da garota.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Segurança na internet para crianças e adolescentes

Descrição para cegos: menino de casaco listrado segurando um tablet próximo ao rosto.

A advogada Renata Melocchi Alves sugere “Como orientar crianças e jovens sobre o uso responsável da internet”, em postagem no site da Rebrinc – Rede Brasileira de Infância e consumo – de forma simples e objetiva. Ela aponta que apenas informar os jovens não é o suficiente, também é necessário acompanhá-los de perto e constantemente, mantendo-os atentos às ameaças online como o cyberbullying. Confira o artigo aqui. (Mariana Lira)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

“Memes” como disfarce para problemas psicológicos

 
Descrição para cegos: desenho de um boneco com as mãos juntas na frente da boca e os cotovelos apoiados na mesa. Ele encara a tela de um computador. Sua testa está franzida.
Por Mariana Lira

         A palavra “meme” vem do grego e significa “imitação”. O termo “meme da internet” é usado para descrever um conceito que se dissemina rapidamente na rede, algo que se espalha através da internet, semelhante ao viral.O livro The Selfish Gene (O Gene Egoísta) por Richard Dawkins, publicado em 1976, define um “meme” como “uma unidade de evolução cultural” que se propaga de indivíduo para indivíduo. Podemos dizer que, segundo esta definição, qualquer conhecimento relacionado à cultura que seja transmitido através de um indivíduo para o outro é um “meme”.

domingo, 27 de novembro de 2016

Reflexões sobre a exposição infantil

Descrição para cegos: a imagem mostra algumas crianças em um local que se parece com uma brinquedoteca, que tem alguns brinquedos como bonecas, pelúcias, entre outros. Na frente há uma criança de costas montada em um brinquedo que se parece um animal de cor azul.


A exposição indevida de crianças nas redes sociais é objeto de reflexão no site Justificando: mentes inquietas pensam direito. O texto, de autoria do advogado e professor Leandro Souto da Silva, questiona a publicação de fotos e vídeos de crianças em situações vexatórias sem levar em conta se os indivíduos retratados concordam com a exposição e se têm discernimento para tomar tal decisão. No artigo, ele ainda adverte que postagens nas redes sociais estão sendo cada vez mais usadas nos tribunais para desqualificar litigantes e testemunhas. Confira aqui. (Carolina Jurado)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Publicidade, consumismo e trabalho infantil

Descrição para cegos: mostra um menino com um casaco listrado (branco e preto) olhando para o visor de um tablet.
       A Agência de Notícias dos Direitos da Infância fez um alerta no seu blog sobre a influência no ambiente virtual do consumismo infantil. Para isso citou o exemplo dos blogueiros e youtubers mirins que recebem presentes de empresas para divulgar esses produtos. Sabe-se que a divulgação por esses canais tem mais credibilidade do que os anúncios de TV. O texto ainda questiona se existe autorização judicial para que as crianças participem desse marketing, ou se isso consiste numa forma mascarada de exploração do trabalho infantil. Confira aqui. (Maria Clara Lima)

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Unicef pesquisa abusos online

Descrição para cegos: ilustração mostra uma galáxia com fundo preto estrelado e na frente, centralizado,
um planeta composto por logotipos de várias redes sociais, como Facebook, Yahoo, YouTube, entre outras.

Por Júlia Brito

A internet pode oferecer muitas comodidades para os usuários e as oportunidades de comunicação disponibilizadas pelas redes sociais são muitas. Mas o uso inconsequente dessa ferramenta pode ser danoso. Por isso a Unicef, com a colaboração do Instituto Ipsos, realizou um estudo sobre os riscos de abuso online.