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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Relatório do UNICEF mostra que riqueza dos países não garante educação de qualidade

Legenda para cegos: crianças em sala de aula | Foto: Banco Mundial/Irina Oleinik
A alta riqueza nacional não garante acesso igualitário a uma educação de qualidade, sugere um novo relatório divulgado nesta terça-feira (30) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O relatório incorpora novos dados de 41 países ricos e membros da União Europeia e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Os países foram avaliados quanto ao acesso das crianças a uma educação de qualidade e às diferenças de desempenho entre elas nos níveis pré-escolar e primário. De acordo com o relatório, alguns dos países mais pobres pesquisados, como Letônia e Lituânia, demonstram maior taxa de matrícula na pré-escola e desempenho de leitura mais compatível entre seus alunos do que os países mais ricos.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Casamento Infantil


Descrição para cegos: Na imagem há uma menina vestida de noiva com uma aparente faixa de idade entre 11 e 13 anos, enquanto ela esboça uma expressão séria, um homem adulto igualmente vestido de noivo, a abraça

Por Jéssica Stabili


Segundo a definição da UNICEF, o casamento infantil se trata da união formal ou informal antes de se atingir a maioridade. De acordo com a ONG Save the Children, no mundo uma garota com menos de 15 anos se casa a cada 7 segundos. O Fundo das Nações Unidas para a Infância afirma que por ano pelo menos 7,5 milhões de meninas se casam antes de atingirem 18 anos.

Diferentemente do que se imagina, não somente países da África ou Oriente Médio possuem elevada taxa de casamento infantil, o Brasil é o país da América Latina com maior número de casamentos envolvendo menores de idade, ocupando o quarto lugar no ranking mundial, ficando atrás apenas da Índia, Bangladesh e Nigéria.

Relatório realizado pelo New York Times afirma que a origem dos casamentos infantis na Índia sucederam-se a partir da conquista muçulmana no subcontinente indiano há mais de 1.000 anos. As garotas hindus solteiras eram estupradas pelos invasores ou levadas como despojos, o que fez as comunidades hindus casarem suas filhas cedo com o objetivo de lhes conceder proteção.

No Brasil, as Leis que regem o casamento infantil são o Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente, onde, para que haja o casamento legal, é necessário que os noivos sejam maiores de 16 anos, possuam autorização dos pais e sejam emancipados, assumindo a partir de então responsabilidades e deveres implicados aos adultos.

No entanto, na grande maioria dos casos, os casamentos que envolvem menores não são realizados em cerimônia matrimonial em igrejas e/ou cartórios, os jovens casais optam pela união estável, decidindo morar juntos.

Nos casos em que um dos envolvidos é menor de 14 anos e o outro é maior de 18 anos, o artigo 217 - A do Código Penal classifica o ato como estupro de vulnerável, ainda que haja consentimento de ambas as partes.

Uma das principais consequências resultadas do casamento precoce é a evasão escolar, correspondendo a 30% dos motivos que levam as meninas a abandonarem a escola ao redor do mundo. A diretora-executiva do Fundo de População da ONU (UNFPA), Natalia Kanem, alertou que “o casamento infantil e a gravidez na adolescência forçam milhões de meninas a abandonar a escola”.

Além disso, outra consequência bastante comum é que ao casarem antes dos 18 anos, as garotas possuem maior probabilidade de engravidar cedo. Um casamento infantil pode afetar negativamente a vida do menor no presente e no futuro, que acabam perdendo a essência da adolescência e tendo a infância roubada.

Em 2015, de acordo com pesquisa do Instituto Promudo, muitas meninas no período da menoridade deixam suas casas em busca de liberdade. Outras garotas abandonam seus lares iniciais como uma tentativa desesperada de fugir de maus tratos, abusos, assédios ou até problemas econômicos, os adolescentes se sentem como um fardo para sua família, utilizando o casamento precoce como uma forma de reduzir a carga financeira. Pode-se afirmar então, que a maioria das pessoas que recorrem ao casamento precoce estão na verdade em busca de uma vida melhor.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

UNICEF e OIM lançam pesquisa sobre crianças e adolescentes venezuelanos no Brasil

Para cego ver: crianças venezuelanas que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, em fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno
Na última terça-feira (2), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançaram um estudo sobre as crianças venezuelanas que chegam ao Brasil devido à crise econômica e social instaurada no país vizinho. Uma das principais dificuldades enfrentadas por essas crianças é frequentar a escola, já que elas não dominam a língua. Segundo a pesquisa, 63% das crianças e adolescentes não tem acesso à educação por falta de vagas, altas distâncias e custos. Confira a pesquisa completa no site da Organização das Nações Unidas (ONU). (Bruna Cairo)

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Encontro debateu atuação de jovens nas eleições

Descrição para cegos: foto do auditório onde aconteceu o evento. O local está com todas poltronas ocupadas por jovens. Em primeiro plano, à direita, um rapaz fala ao microfone.
Por Jayane Souza
       Participação de adolescentes do Ensino Médio nas eleições, o respeito à identidade de gênero, a violência policial e a juventude negra. Essas foram pautas do Encontro de Experiências de Participação Cidadã ocorrido no dia 27 de outubro, no Rio de Janeiro. Participaram do evento jovens ativistas dos movimentos negros, LGBTI e indígenas, representantes da Organização das Nações Unidas (ONU), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
       

domingo, 12 de novembro de 2017

Uma criança ou adolescente é morta a 7 minutos

Descrição para cegos: foto de um tênis infantil com manchas que remetem a sangue sobre uma viga de madeira e rodeado por cascalho.
Estudo divulgado pela Unicef indica que a cada 7 minutos uma criança ou adolescente, entre 10 e 19 anos, morre no mundo em decorrência de homicídios. Os números mais alarmantes são da América Latina e do Caribe, onde 24,5 mil meninos e meninas perderam a vida no ano de 2015 em um total de 51,3 mil assassinatos não relacionados a conflitos armados no mundo. A taxa de homicídios de adolescentes entre 10 e 19 anos na América Latina e Caribe, 22,1 mortes para 100 mil adolescentes, é quatro vezes maior do que a média global e o Brasil é o 5º país em homicídios nesta faixa de idade. Mais detalhes do relatório aqui (Feliphe Rojas)

domingo, 13 de agosto de 2017

Unicef lança campanha “Internet Sem Vacilo”

Descrição para cegos: imagem mostra balões coloridos que formam
a frase "Internet Sem Vacilo". No meio deles aparecem as cabeças
de Jout Jout e Pyong Lee, além de uma mão segurando um celular
.


Por Jayane Souza

       O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em conjunto com o
Google, a ONG Safernet Brasil, agência Fermento e produtora digital Wavez
lançou nas redes sociais a campanha “Internet Sem Vacilo”. A campanha tem
como objetivo alertar crianças e adolescentes sobre os riscos que a internet
pode trazer. Para isso, foram desenvolvidos um Quiz, vídeos e hashtags para
estimular a discussão.
       O cyberbullying e outros perigos que a internet é capaz de ocasionar a
um jovem são fatores debatidos há um certo tempo. Em 2010 a Safernet, uma
das incentivadoras do projeto, realizou um estudo no Brasil cujo resultado
mostrou que dentre as duas mil crianças e adolescentes entrevistados, 38%
tiveram amigo que sofreu cyberbullying.
       

segunda-feira, 27 de março de 2017

Síria: crianças “atingem o fundo do poço” em 2016


Descrição para cegos: foto mostra um menino, em meio a escombros, agindo como quem procura algo. A criança parece estar confusa. (Foto de Freedom House)

Por Clara Rezende

        Pelo menos 652 crianças sírias foram mortas, somente no ano de 2016, em decorrência dos conflitos no país, o que indica um aumento de 20% no registro desses casos em relação ao ano anterior. Essa é apenas uma das tristes estatísticas apontadas pelo relatório divulgado, no último dia 13, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

24 de agosto: Dia Mundial da Infância

Descrição para cegos: a imagem mostra um desenho de cinco crianças lado a lado,  com roupas, cabelos e pele de cores diferentes. 
Por Carolina Jurado

        Nesta quarta-feira, dia 24 de agosto, é celebrado o Dia Mundial da Infância. A data foi criada pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), encarregado das questões relacionadas às crianças de todo o mundo.
        Ao contrário do 12 de outubro, no qual é comemorado o Dia das Crianças no Brasil, que tem uma visão majoritariamente comercial, o dia de hoje busca chamar atenção para os problemas que muitas crianças ainda enfrentam em todo o mundo.
        A infância é um período que se compreende desde o nascimento até aproximadamente os 12 anos de idade, uma etapa essencial que merece atenção e cuidado para um bom desenvolvimento não só do indivíduo, como também do seu entorno.
        Sabemos que anualmente milhares de crianças têm seus direitos essenciais violados, tais como educação, saúde e lazer.
A data é uma oportunidade de a sociedade voltar os olhos para a situação da infância, discutir os problemas que afetam as crianças e tomar consciência de que o combate à vulnerabilidade social se faz com políticas públicas e não com filantropia.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Unicef pesquisa abusos online

Descrição para cegos: ilustração mostra uma galáxia com fundo preto estrelado e na frente, centralizado,
um planeta composto por logotipos de várias redes sociais, como Facebook, Yahoo, YouTube, entre outras.

Por Júlia Brito

A internet pode oferecer muitas comodidades para os usuários e as oportunidades de comunicação disponibilizadas pelas redes sociais são muitas. Mas o uso inconsequente dessa ferramenta pode ser danoso. Por isso a Unicef, com a colaboração do Instituto Ipsos, realizou um estudo sobre os riscos de abuso online.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Sofia, o rosto das crianças invisíveis

Descrição para cegos: mostra, frontalmente, a criança do
vídeo com a legenda "Eu sou Sofia".

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou semana passada a ação “Eu sou Sofia” em apoio às crianças vítimas de conflitos territoriais. Para a campanha foi criada uma personagem fictícia feita em 3D que recebeu o nome de Sofia. O rosto dela foi desenvolvido a partir de traços fisionômicos de crianças reais fotografadas em zonas de conflito armado. Sofia é o retrato dos meninos e meninas que são forçados todos os dias a abandonar suas casas e seus países por causa da guerra. Segundo a Unicef, essa realidade atinge cerca de 250 milhões de crianças que vivem em zona de emergência no mundo. Clique aqui para assistir o vídeo da campanha. (Jeane Pontes)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Histórias que não se deve contar a crianças

Descrição para cegos: foto mostra animação de uma menina
triste segurando uma mão.

Por Júlia Brito
Como parte da iniciativa #ActsOfHumanity (atos de humanidade), a Unicef lançou no final de março três comoventes animações com legendas em inglês com histórias de crianças refugiadas. A série de animações, nomeada de “Unfary Tales” (Contos que não são de fadas), mostra situações pelas quais nenhuma criança deveria passar e reforçam a importância de garantir os direitos básicos da infância e da adolescência, como direito à não discriminação e a proteção à vida.
Com duração em torno de dois minutos, os vídeos contam as histórias de três crianças que tiveram que deixar suas casas devido a conflitos em seu país de origem, a Síria.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Unicef faz campanha contra o casamento infantil

Descrição para cegos: foto mostra uma menina segurando um buquê de flores e
um adulto em um altar de casamento com uma grande janela de vidro fechada atrás deles.

Por Jeane Pontes

No dia em que se comemorava o Dia Internacional da Mulher, a Unicef divulgou a iniciativa para proteger crianças do casamento infantil. O vídeo apresentado mostra os momentos que antecedem uma cerimônia religiosa, mas o que parecia um conto de fadas não tem final feliz.
A noiva é uma criança de 11 anos que se prepara para encontrar o noivo, um homem de 35 anos. A garota recebe o abraço de uma senhora que chora em silêncio. Ao passar pelo corredor em direção ao altar, alguns convidados cabisbaixos presenciam a cena com pesar, uma criança forçada a casar-se com alguém que ela nunca viu e não ama, sem imaginar a consequência que aquele “sim” trará para sua vida.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Crianças refugiadas pedem asilo na Europa

Descrição para cegos: foto mostra duas crianças, ao centro, com semblantes curiosos e assustados. Ambos vestem calça jeans e suéter, com estampas geométricas, sendo o da criança à esquerda de cor verde e o da direita, marrom. A criança à direita está com o braço esquerdo apoiado nas costas da outra, enquanto a mão direita está segurando um saco preto. O chão é de terra e, ao fundo, há barracas brancas.


Por Joseany Pontes


Nos últimos meses, os meios de comunicação têm noticiado o deslocamento de milhares de pessoas oriundas de países afetados pela guerra. Os refugiados tentam cruzar a fronteira de países europeus ilegalmente à procura de melhores condições de vida.
Nessa jornada incerta e perigosa vai também um grande número de crianças. Muitas delas oriundas de países como Síria, Iraque e Afeganistão estão vivendo em situação de risco, sem qualquer amparo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Um tiro é suficiente

Descrição para cegos: em preto e branco, imagem mostra um vestiário feminino com três adolescentes magras, à esquerda, apontando celulares para uma menina acima do peso, à direita, com as mãos unidas em seu colo e que olha para uma toalha no chão. No fundo, uma garota apenas observa, com a mão direita encostada aos armários e a mão esquerda na cintura.

Esse é o slogan em português da campanha One shot os enough promovida pela Unicef no Chile em parceria com a agência de publicidade Prolam Young & Rubicam. A proposta da campanha é conscientizar para os danos causados pelo ciberbullying. O uso inadequado do smartphone possibilita que os agressores ampliem ainda mais essa violência. A campanha pede cautela na utilização desses aparelhos para que não prejudique a autoestima de crianças e adolescentes. Confira a seguir as ilustrações.(Joseany Pontes)

sábado, 8 de agosto de 2015

Redução da maioridade penal não é solução para a violência, segundo Unicef

Descrição para cegos: foto mostra, à esquerda, uma palestrante falando ao microfone. Atrás dela, há 3 bandeiras e, na sua frente, uma pequena bancada. Ao seu lado direito, há uma mesa com 5 homens sentados. Atrás, há um painel que mostra uma criança deitada na rua usando livros como travesseiro e ao lado está escrito "Onde você estava?".

Quem garante é João Cândido, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef. Ele foi convidado para um debate sobre o tema 25 anos do ECA: Conjuntura Política, Econômica e Cultural. O evento foi realizado na última segunda-feira pelo Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB. Eu entrevistei João Cândido de Melo Sobrinho, o consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Quem vai deter o Estado Islâmico?


Descrição para cegos: foto mostra quatro mãos de crianças
segurando grades.


Por Marília Cordeiro


O sequestro e recrutamento de crianças tem se tornado umas das mais recorrentes táticas de guerra de grupos como Estado Islâmico (EI) e Boko Haram. Segundo a ONU, essas estratégias estão sendo utilizadas de forma sistemática para aterrorizar, submeter e humilhar comunidades.
Segundo o último relatório do Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas, a maioria dos crimes são cometidos contra menores de idade. Meninas são vendidas como escravas sexuais, jovens com deficiência mental atuam como homens bomba, crianças são crucificadas ou enterradas vivas. Tudo em nome do poder e do extremismo religioso.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Antes da vingança, educação e oportunidades

Descrição para cegos: imagem mostra, sobre uma parede de
tijolos amarelos, uma sombra segurando uma grade.

Por Marília Cordeiro


Nas últimas semanas a proposta de emenda para redução da maioridade penal no Brasil voltou a ser tema de debates na mídia e na Câmara dos Deputados. Na grande mídia prevalece o apoio praticamente sem contrapontos, mostrando um posicionamento único que objetiva o convencimento da população.
Uma grande parte da mídia se orienta pelo sentimento de vingança. A defesa da redução é mostrada como se os menores não fossem punidos ou não cumprissem nenhuma medida socioeducativa. Todos os discursos que incitam vingança caracterizam o Brasil que eles mesmos criticam: imediatista e sem compromisso com investimentos em políticas sociais.
         Na maioria dos crimes cometidos por adolescentes são mostrados os efeitos que essa violência traz e não as suas causas. São discutidas as formas de repressão ou punição, e não como a violência poderia ser evitada. A maneira como os crimes de homicídio são expostos, nos dá a impressão de que são os mais frequentes e precisam de uma punição imediata.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Unicef lança agenda com propostas e desafios para candidatos e eleitores

Descrição para cegos: foto mostra uma menina com a mão na frente fazendo
o símbolo da paz, com o dedo indicador e médio para cima enquanto segura
os outros dois com o polegar. Ao seu lado, há a frase em cor branca "A gente
precisa de alguém que defenda as crianças." e embaixo "#voteemmim". No
fundo, de modo desfocado, há cadeiras amarelas e livros infantis.

A Agenda pela Infância 2015-2018 é uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e visa conscientizar candidatxs à Presidência da República e aos governos dos Estados e seus eleitores de sete direitos básicos das crianças e adolescentes brasileiros. A campanha que estabelece metas a serem cumpridas durante os próximos quatro anos, ainda conta com ações nas redes sociais, com a hashtag #voteemmim. Os sete compromissos são enumerados em vídeos curtos, onde os candidatos, interpretados por três crianças, pedem aos eleitores que votem nas crianças. A intenção é de que esses vídeos e o documento sejam compartilhados pelos internautas com a seguinte pergunta: “O que você vai fazer pela infância?” (Lucas Lourenço).

Quer saber mais sobre a campanha? Clique no link abaixo: