Mostrando postagens com marcador Joseany Pontes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Joseany Pontes. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Defenda-se do abuso sexual

Descrição para cegos: ilustração mostra parte de um campo de futebol lotado de torcedores nas arquibancadas. No campo, quatro crianças defendendo a área do gol, em que a bola não entra, esta localizada ao lado direito superior da trave. Abaixo das crianças está escrito "Defenda-se" e, ao lado, há a ilustração de um telefone apoiado em um pentágono, ambos vermelhos, em que está escrito "Disque 100" em cor branca.


A ONG chilena Raíces e a Fundação Marista de Solidariedade Internacional lançaram uma campanha que orienta crianças sobre a diferença entre carinho de familiares e amigos e abuso sexual. A campanha inovou na linguagem, criando vídeos que ilustram situações cotidianas em que a criança podem se defender, seja relatando a violência para alguém de confiança ou fazendo a denúncia diretamente no Disque 100. Confira aqui a série de vídeos. (Joseany Pontes)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Crianças refugiadas pedem asilo na Europa

Descrição para cegos: foto mostra duas crianças, ao centro, com semblantes curiosos e assustados. Ambos vestem calça jeans e suéter, com estampas geométricas, sendo o da criança à esquerda de cor verde e o da direita, marrom. A criança à direita está com o braço esquerdo apoiado nas costas da outra, enquanto a mão direita está segurando um saco preto. O chão é de terra e, ao fundo, há barracas brancas.


Por Joseany Pontes


Nos últimos meses, os meios de comunicação têm noticiado o deslocamento de milhares de pessoas oriundas de países afetados pela guerra. Os refugiados tentam cruzar a fronteira de países europeus ilegalmente à procura de melhores condições de vida.
Nessa jornada incerta e perigosa vai também um grande número de crianças. Muitas delas oriundas de países como Síria, Iraque e Afeganistão estão vivendo em situação de risco, sem qualquer amparo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Um tiro é suficiente

Descrição para cegos: em preto e branco, imagem mostra um vestiário feminino com três adolescentes magras, à esquerda, apontando celulares para uma menina acima do peso, à direita, com as mãos unidas em seu colo e que olha para uma toalha no chão. No fundo, uma garota apenas observa, com a mão direita encostada aos armários e a mão esquerda na cintura.

Esse é o slogan em português da campanha One shot os enough promovida pela Unicef no Chile em parceria com a agência de publicidade Prolam Young & Rubicam. A proposta da campanha é conscientizar para os danos causados pelo ciberbullying. O uso inadequado do smartphone possibilita que os agressores ampliem ainda mais essa violência. A campanha pede cautela na utilização desses aparelhos para que não prejudique a autoestima de crianças e adolescentes. Confira a seguir as ilustrações.(Joseany Pontes)

sábado, 8 de agosto de 2015

Redução da maioridade penal não é solução para a violência, segundo Unicef

Descrição para cegos: foto mostra, à esquerda, uma palestrante falando ao microfone. Atrás dela, há 3 bandeiras e, na sua frente, uma pequena bancada. Ao seu lado direito, há uma mesa com 5 homens sentados. Atrás, há um painel que mostra uma criança deitada na rua usando livros como travesseiro e ao lado está escrito "Onde você estava?".

Quem garante é João Cândido, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef. Ele foi convidado para um debate sobre o tema 25 anos do ECA: Conjuntura Política, Econômica e Cultural. O evento foi realizado na última segunda-feira pelo Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB. Eu entrevistei João Cândido de Melo Sobrinho, o consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Aplicativo traz emojis vítimas de violência

Descrição para cegos: imagem mostra vários emojis. Na primeira coluna, há o rosto de uma criança com o olho direito machucado, uma menina com o olho esquerdo machucado e um band-aid logo abaixo, um bebê recebendo um tapa no rosto, um emoji amarelo com o olho direito machucado e expressando medo e, por último, um rapaz com um balão pensativo com uma caveira dentro. Na segunda coluna, o rosto de um macaco assustado tapando as orelhas e ao lado o mesmo, só que tapando os olhos, uma menina triste e um balão com "*!?@#!" acima, um rapaz com o emoji de fezes na cabeça e por último duas mãos levantadas para cima. Na terceira coluna, há uma menina triste com o olho esquerdo machucado, um menino com o olho esquerdo também machucado e um band-aid na bochecha direita, um adulto e uma criança juntos e, na frente, uma taça de vinho, e por último, uma criança triste com uma fisionomia adulta não identificada por trás.

Por Joseany Pontes


         A ONG sueca Barnens Rätt i Samhället (Bris, que significa Direitos das Crianças na Sociedade) desenvolveu um aplicativo com uma linha de emojis chamada Abused Emojis (Emojis Abusados), para crianças expressarem situações de abuso e violência.
         Sabe-se que, muitas vezes, é difícil relatar essas situações com palavras. Com o aplicativo, espera-se abrir um canal que permita às crianças relatarem os problemas que vivenciam para facilitar o diálogo sobre o tema.


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Afrobetizar a educação no Brasil

Descrição para cegos: imagem mostra uma menina sorrindo à esquerda, com parte do cabelo solto, uma mulher careca também sorridente e, à direita, uma menina com cabelo em rabo de cavalo beijando a bochecha da mulher. As três são negras, estão abraçadas e olhando para a câmera.

Afrobetizar é um projeto desenvolvido pela psicóloga Vanessa Andrade, no Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro. Vanessa ouvia com frequência depoimentos de crianças que não enxergavam a beleza de ser negro. Incomodada com a situação, a psicóloga aplicou em seu projeto atividades para desconstruir preconceitos e fortalecer o conhecimento cultural da comunidade. Confira aqui mais informações sobre o Afrobetizar. (Joseany Pontes)

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Levantamento traça trajetória do atendimento à saúde infantil em João Pessoa

Descrição para cegos: foto mostra Simone Coutinho sorrindo para a foto, ruiva, usando óculos de grau e vestido preto com uma listra rosa diagonal. Ela está sentada e, atrás, à direita, há um computador.

A professora Simone Coutinho, do Departamento de Enfermagem, Saúde Pública e Psiquiatria da UFPB analisou a história da assistência de saúde da criança em João Pessoa no período de 1984 a 2012. No início desse período, as crianças tinham o mesmo atendimento que os adultos, sem qualquer acompanhamento do desenvolvimento. Segundo Simone, as políticas públicas de saúde com atenção à criança na cidade seguiam o modelo nacional. O atendimento era voltado à saúde básica, limitado a ações pontuais. A repórter Joseany Pontes conversou com a professora Simone Coutinho sobre a pesquisa. Eu entrevistei a professora Simone Coutinho para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)

sábado, 16 de maio de 2015

Famílias desconhecem direitos de crianças circenses frequentar escola

Descrição para cegos: foto mostra Janine Coelho sentada e sorrindo. Ela está com os braços apoiados sobre uma mesa, com o braço esquerdo apoiando seu queixo. Com cabelos curtos à altura das orelhas, ela está com um vestido floral.

Criança e adolescente circenses vivem em constante estado de itinerância. Por essa situação devem ter o direito garantido à matrícula em escolas públicas e particulares. Uma resolução do Conselho Nacional de Educação, determina que as matrículas ocorram sem dificuldades ou discriminação, para que o aprendizado seja de maneira igualitária. A situação escolar dos circenses foi objeto de análise da pesquisa A Formação Docente Frente à Diversidade: um estudo dos alunos considerados itinerantes em situação escolar: os Circenses. Contatou-se que muitas famílias nessa situação desconhecem a existência do direito assegurado pela resolução, o que dificulta a formação escolar dessas crianças e adolescentes. Eu entrevistei a professora Janine Coelho para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Apago da memória

Descrição para cegos: foto mostra, em primeiro plano, uma boneca no chão. Ao fundo, há
uma criança por trás de uma porta de vidro, com as mãos sobre a mesma, olhando para a boneca.

Por Joseany Pontes


Vivia pelas ruas a brincar
Toca, esconde-esconde, barra bandeira
Tudo era muito divertido
De tanto brincar sujava o vestido.

Não queria  ficar em casa
Pois não me agradava nada
Não tínhamos televisão
Só uma almofada pra sentar no chão.