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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Impactos do fim da emergência nacional para a Zika

Descrição para cegos: foto de duas mulheres conversando. Uma delas, um pouco agachada, veste jaleco e a outra está sentada, segurando um bebê com microcefalia e na mão tem um papel. No segundo plano há outras mulheres, algumas também com crianças no colo.
A reportagem Zika sai dos holofotes, as sequelas ficam, feita pela jornalista Roberta Jansen e publicada no portal Deutsch Welle, chama atenção para as possíveis consequências da suspensão do estado de emergência nacional em relação à doença. O texto aponta que essa decisão pode acarretar uma redução na realização de pesquisas e ações de combate, enquanto os riscos de alastramento permanecem imprevisíveis e os processos de identificação e acompanhamento das crianças nascidas com doenças congênitas causadas pelo vírus, como a microcefalia, ainda não são efetivos. Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui. (Clara Rezende)

terça-feira, 27 de junho de 2017

Motos e crianças: combinação comum, mas perigosa

Descrição para cegos: foto de dois meninos, de estaturas diferentes, em pé, olhando uma moto, de costas para a câmera. 
Por Clara Rezende

         Dados alarmantes do Hospital Estadual de Emergência e Trauma, em João Pessoa, apontam que, somente no ano passado, 156 crianças deram entrada na unidade, vítimas de acidente de moto, o que pode atrapalhar seu desenvolvimento. Mais preocupante ainda: dessas, 66,6% estavam situadas na faixa etária de 0 a 7 anos, idades que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), não é permitido o transporte nesse veículo.
Em uma pesquisa sobre acidentes envolvendo crianças transportadas em motos, divulgada em 2015, a Seguradora Líder, responsável pelo Seguro DPVAT, indica que essas ocorrências envolvendo a faixa etária de 0 a 7 anos corresponderam a 60% das indenizações pagas em relação a crianças. Nesse aspecto, a região Nordeste lidera as ocorrências, sendo responsável por 51% do valor total.

domingo, 25 de junho de 2017

Adolescentes ameaçados pelo tráfico e pela polícia


Descrição para cegos: desenho mostra um menino e uma menina assustados entre um policial e um traficante, ambos mal-encarados e armados. Mais afastado, de um lado, a representação da família das crianças; do outro, dois homens de terno e uma mulher de terninho. No fundo, uma comunidade pobre.
Em reportagem publicada no portal Agência Pública, o repórter José Cícero da Silva traz relatos de familiares e adolescentes ameaçados pelo tráfico e pela polícia, com informações preocupantes sobre a situação do Programa para Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte, no estado de São Paulo. A escassez de recursos e a burocracia do sistema são apontados como alguns dos fatores que têm contribuído para a redução nos atendimentos. O programa é uma política pública que visa proteger o ameaçado e acolher os familiares, e é executado em parceria com diversos órgãos públicos e ONG’s. Para ler o texto, clique aqui. (Clara Rezende)

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Causas evitáveis matam 3 mil adolescentes por dia

Descrição para cegos: ilustração com dados do relatório mostra, desenhados, uma garota asiática e um menino negro, ambos sorridentes, carregando material escolar. Em segundo plano, há a silhueta de dois outros jovens. Traz escrito: “Três mil adolescentes morrem todos os dias. Quase todas essas mortes são evitáveis. Top 5 das causas de mortes em adolescentes de idades entre 10 e 19 anos: 1. Acidentes de trânsito; 2. Pneumonia (inclui outras infecções no trato respiratório inferior); 3. Suicídio; 4. Doenças diarreicas; 5. Afogamento”. 
Por Clara Rezende

A Organização Mundial de Saúde, em parceria com outras instituições, alerta no relatório Global Accelerated Action for the Health ofAdolescents (AA-HA!): Guidance to Support Country Implementation que, em 2015, a cada dia, mais de três mil adolescentes morreram, no mundo, por causas evitáveis, totalizando 1,2 milhões de mortes.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Redução da idade mínima para contratar jogadores

Descrição para cegos: a fotografia mostra adolescentes, em meio a chuva, em uma partida de futebol. No primeiro plano, dois atletas disputam a bola, o que a domina é do Santos Futebol Clube e o outro é do São Paulo. No segundo plano é possível identificar outro jogador do São Paulo participando do jogo e alguns do Santos sentados no banco.

O jornalista Breiller Pires, na reportagem “Projeto que muda idade mínima de jogador ameaça direitos de crianças no futebol”, publicada no portal El País Brasil, põe em discussão as controvérsias, irregularidades e possíveis impactos que envolvem proposta que tramita na Câmara dos Deputados. Esta visa permitir que os clubes possam contratar jogadores a partir dos 12 anos de idade, o que representaria uma redução de dois anos na idade mínima atualmente regularizada e feriria os direitos defendidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que só libera relações formais de trabalho a partir dos 14 anos. Clique aqui para ler a reportagem. (Clara Rezende)

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Seminário vai discutir ameaças aos direitos de crianças e adolescentes




Descrição para cegos: foto da professora Fátima Alberto sentada, olhando para a câmera.
O seminário Conjuntura Política atual e os Direitos da Criança e do Adolescente será realizado hoje à tarde. O evento acontece no auditório 412 do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, a partir das 14 horas. É uma realização do Núcleo de Pesquisa e Estudos da Infância e Adolescência, o Nupedia, em parceria com o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Crianças, Adolescentes e Família do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB. O evento vai abordar como o atual cenário político afeta o direito da criança e do adolescente e terá como convidado Renato Roseno. Ele é advogado, deputado estadual no Ceará e analista de políticas sociais. Ouça a entrevista da Coordenadora do Nupedia, Fátima Alberto, à repórter Duda Campos, para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 h, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Clara Rezende)

                                      

quinta-feira, 25 de maio de 2017

O consumo precoce de álcool entre jovens

Descrição para cegos: a fotografia mostra um jovem deitado em meio a diversas garrafas, com um olhar sério. O lado esquerdo da imagem está borrado, remetendo a um dos efeitos da embriaguez.
O artigo “Conversa necessária”, escrito pelo psiquiatra e especialista em dependência química Arthur Guerra de Andrade – publicado no site Bayer Jovens, trata do consumo precoce de álcool entre os jovens. Ele apresenta dados alarmantes e chama atenção para a necessidade de discussões, nos âmbitos familiar, político e social, além da elaboração e aplicação de estratégias de combate a esse complexo problema, visando garantir uma melhor qualidade de vida para os adolescentes. Clique aqui para ler o texto. (Clara Rezende)

domingo, 14 de maio de 2017

Violência sexual é tema de cartilha infantojuvenil

Descrição para cegos: a ilustração mostra quatro adultos, dois homens e duas mulheres intercalados, usando máscaras e acessórios como se fossem super-heróis. Na parte superior da imagem está escrito “Os super adultos de confiança”.

Por Clara Rezende


A Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do estado de Santa Catarina lançou, no último dia 8, a cartilha Os super adultos de confiança que objetiva conscientizar crianças e adolescentes sobre como identificar a violência sexual e como agir para proteger-se dessa violação. O material foi lançado em alusão ao dia 18 de maio, data Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Por meio de uma história em quadrinhos, ela apresenta quatro personagens que passam por diferentes situações relacionadas ao tema e se encontram na escola, onde, em uma palestra, recebem orientações sobre a gravidade do problema.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Violações contra crianças e adolescentes em 2016


Descrição para cegos: cartaz de campanha da Secretaria
de Direitos Humanos da Presidência da República.
Há três macacos desenhados: um destampa os olhos,
outro os ouvidos e outro a boca, fazendo o contrário
da clássica imagem dos três macaquinhos que aludem
ao provérbio “Não ver, não ouvir, não falar”. Está escrito
 "Não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie. Proteja nossas
crianças e adolescentes da violência. Procure o Conselho
Tutelar ou Disque 100".

Por Clara Rezende

    As violações contra os direitos da criança e do adolescente foram as mais denunciadas por meio do Disque 100 (Disque Direitos Humanos), em 2016, de acordo com informações divulgadas pela Ouvidoria Nacional do Ministério dos Direitos Humanos, no último dia 11. Segundo o levantamento, mais de 76 mil denúncias foram registradas, o que representa 57% do total de demandas recebidas pelo órgão.
    O perfil das vítimas demonstra que as violações recaem sobre os mais vulneráveis: 44% são meninas, 60% estão situadas na faixa etária entre 0 e 11 anos. Além disso, a maioria das demandas está relacionada a negligência (37,6%), seguido de violência psicológica (23,4%), física (22,2%) e sexual (10,9%).

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Desigualdade econômica: o impacto na alfabetização




Descrição para cegos: foto mostra uma menina escrevendo em um quadro negro. Ela segura um giz em sua mão e parece estar concentrada. (Foto: Prefeitura Municipal de Itanhaém)
Por Clara Rezende



   “Quanto mais baixo o nível socioeconômico das escolas, menor o percentual de crianças com aprendizado adequado em Leitura, Escrita e Matemática”. Embora esse trecho seja impactante, é apenas um indicador da educação brasileira e faz parte do levantamento divulgado, no fim de março deste ano, pelo movimento Todos Pela Educação (TPE), que tem como base os resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), de 2014, que analisou o desempenho de alunos do 3º ano do Ensino Fundamental, em todo o país.
    De acordo com os dados da pesquisa, dentre as crianças do nível socioeconômico mais baixo da sociedade - cujas famílias têm renda de até um salário mínimo - apenas 45,4% obtiveram resultados adequados em leitura; 24,9% em escrita e 14,3% em matemática, conforme os padrões estabelecidos pelo Ministério de Educação (MEC).

segunda-feira, 27 de março de 2017

Síria: crianças “atingem o fundo do poço” em 2016


Descrição para cegos: foto mostra um menino, em meio a escombros, agindo como quem procura algo. A criança parece estar confusa. (Foto de Freedom House)

Por Clara Rezende

        Pelo menos 652 crianças sírias foram mortas, somente no ano de 2016, em decorrência dos conflitos no país, o que indica um aumento de 20% no registro desses casos em relação ao ano anterior. Essa é apenas uma das tristes estatísticas apontadas pelo relatório divulgado, no último dia 13, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).