Descrição para cegos: foto mostra Lígia Malta gesticulando. Ela está sentada, na mesa há vários cadernos abertos e, à frente, a câmera filmando-a, com ela aparecendo no visor.
Na quarta-feira, 8 de outubro, os alunos
de Jornalismo da UFPB Bruna Cairo, Lucas Lourenço e Tâmara Luana realizaram um
colóquio sobre infância e adolescência para a disciplina Jornalismo e
Cidadania. A professora convidada foi Maria Lígia Malta Farias, Coordenadora do
Curso de Direito do Centro de Ciências Jurídicas, no Campus I da UFPB, e
vice-Coordenadora do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos.
Seguem os vídeos do colóquio.
No primeiro vídeo, Lígia Malta fala
sobre os direitos fundamentais da criança e do adolescente e das
responsabilidades da família, da sociedade e do Estado na garantia desses
direitos.
Descrição para cegos: foto mostra uma menina com a mão na frente fazendo o símbolo da paz, com o dedo indicador e médio para cima enquanto segura os outros dois com o polegar. Ao seu lado, há a frase em cor branca "A gente precisa de alguém que defenda as crianças." e embaixo "#voteemmim". No fundo, de modo desfocado, há cadeiras amarelas e livros infantis.
A Agenda pela Infância 2015-2018 é uma iniciativa do Fundo
das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e visa conscientizar candidatxs à
Presidência da República e aos governos dos Estados e seus eleitores de sete
direitos básicos das crianças e adolescentes brasileiros. A campanha que
estabelece metas a serem cumpridas durante os próximos quatro anos, ainda conta
com ações nas redes sociais, com a hashtag #voteemmim. Os sete compromissos são
enumerados em vídeos curtos, onde os candidatos, interpretados por três
crianças, pedem aos eleitores que votem nas crianças. A intenção é de que esses
vídeos e o documento sejam compartilhados pelos internautas com a seguinte
pergunta: “O que você vai fazer pela infância?” (Lucas Lourenço).
Quer saber mais sobre a campanha?
Clique no link abaixo:
Descrição para cegos: imagem mostra o pôster do filme De Menor, no qual aparece uma menina agachada de costas na beira do mar com a mão direita sob a areia. Na parte superior está os prêmios que o filme recebeu e embaixo o título seguido de sua descrição. Abaixo da menina está as marcas dos apoiadores.
A história, roteirizada e dirigida pela
cineasta paulista Caru Alves de Souza, traz de forma sutil e poética a convivência
da defensora pública Helena (Rita Batata) com os adolescentes infratores da
cidade de Santos, ao mesmo tempo em que tem de assumir o papel de mãe na
relação com seu irmão Caio (Giovanni Gallo). O ponto de tensão da trama se dá
no momento em que a advogada se depara com a realidade do seu trabalho
intrinsecamente ligada à sua vida pessoal, quando seu irmão, após ter cometido
um ato infracional, passa a receber o mesmo tratamento dos menores defendidos por ela.
Descrição para cegos: ilustração mostra um menino, à esquerda, e uma menina, à direita, segurando entre eles o planeta Terra.
No mês passado, o
Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) escolheu o tema Investir na juventude para lembrar o Dia
Mundial da População, comemorado no dia 11 de julho. A data representa o início
das atividades a serem realizadas para ano de 2015, tendo os jovens como
prioridade. No Brasil, esta ação será denominada Jovens somamos mais. (Kamila Katrine)
Descrição para cegos: foto mostra duas meninas e dois meninos em um gramado correndo atrás de uma bola.
Um dos direitos fundamentais das crianças é o direito ao lazer, e nada melhor do que fazer isso do jeito certo, não? O site Hypescience divulgou no dia 12 um estudo realizado por canadenses que prova, cientificamente, aquilo que a maioria de nós escuta desde cedo: crianças que brincam ao ar livre são mais saudáveis. A publicação original com a pesquisa completa, em inglês, é do The Journal of Pediatrics, em 10 de julho de 2014. (Maryjane Costa)
Por que as crianças precisam brincar ao ar livre?
Se alguém me parasse na rua e me fizesse essa pergunta do título, eu podia muito pegar um café e me acomodar em uma cadeira bem confortável. Iria começar uma sessão de “senta que lá vem a história”, de tantas respostas que eu teria. Mas dessas tantas, a grande maioria me parece muito óbvia: porque criança tem que conhecer o mundo, fazer suas próprias descobertas, ver a natureza – por mais editada que ela seja no nosso jardim.
Descrição para cegos: foto mostra pessoas, apenas a partir do ombro, em fila e vestindo mesma roupa, uma camisa de manga comprida, shorts e sandálias na cor roxa, com as mãos para trás.
Este ano, o Estatuto
da Criança e do Adolescente (ECA) completa 24 anos. Durante todo esse tempo,
várias batalhas foram travadas a favor dos direitos das crianças e dos
adolescentes. Entretanto, essas batalhas não foram suficientes para transformar
suas realidades. Em artigo veiculado ao Blog da Andi Comunicação e Direitos,
Carlos Nicodemos, membro do Movimento Nacional dos Direitos Humanos, afirma
existir uma crise do ECA. (Kamila Katrine)
Descrição para cegos: foto mostra um homem beijando a testa de uma criança deitada que está suja e ferida com os braços unidos sobre o corpo. Ela está com os olhos abertos para cima e, atrás, há outros corpos de crianças.
No
final de julho, o Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas emitiu
declaração sobre o impacto da operação militar de Israel na Faixa de Gaza. Na
declaração, o Comitê faz referência ao número de crianças mortas e também àquelas
que perderam os pais e os seus lares.
Abaixo,
você pode conferir a Declaração do Comitê dos Diretos da Criança das Nações
Unidas, traduzida por A. Kahwage. (Kamila Katrine)
Foto: James Mollison. Descrição para cegos: montagem mostra duas fotos. À esquerda, a foto de um menino segurando um martelo, apoiando-o em seu ombro. Ele veste uma camisa quadriculada rosa. À direita, há um quarto coberto de palha no teto. No centro há uma cama com lençóis bagunçados e, à esquerda, caixotes sobrepostos como se fossem um armário.
O ensaio fotográfico denominado Where Children Sleep, do fotógrafo James
Mollison, mostra os locais onde dormem crianças de diversas partes do mundo.
As imagens retratam a diversidade
cultural e social das crianças de países como Estados Unidos, México, Brasil,
Inglaterra, Israel, Cisjordânia, Quênia e Senegal, entre outros. O ensaio
fotográfico durou quase dois anos e recebeu apoio da instituição Save the
Children, da Itália. (Kamila Katrine)
Você pode conferir o ensaio Where the Children clicando no link
abaixo:
Foto: Divulgação. Descrição para cegos: ilustração mostra parte de um campo de futebol lotado de torcedores nas arquibancadas. No campo, quatro crianças defendendo a área do gol, em que a bola não entra, esta localizada ao lado direito superior da trave. Abaixo das crianças está escrito "Defenda-se" e, ao lado, há a ilustração de um telefone apoiado em um pentágono, ambos vermelhos, em que está escrito "Disque 100" em cor branca.
A campanha Defenda-se foi criada pela rede Marista
de Solidariedade, em parceria com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS). Seis
vídeos foram produzidos e direcionados para crianças de 5 a 11 anos,
orientando-as como se protegerem de possíveis abusadores.
Nos vídeos, as
crianças são avisadas sobre o perigo de fornecer informações pessoais a
estranhos e como reconhecer quando algum adulto está a tocando de forma
indevida, seja ele da família ou não. Ao final de cada vídeo, informa-se a
essas crianças que existe o disque 100 em que elas podem denunciar os abusos
sofridos ou sua tentativa.
Seguem abaixo os links
dos seis vídeos da campanha Defenda-se.
A sugestão dos órgãos responsáveis pela campanha é mostrá-los ao maior número
de crianças possíveis. Então, se você é professor, mãe, pai, tio, tia, avô, avó,
divulgue esses vídeos para suas crianças. Elas precisam conhecer os perigos que
as cercam e como podem denunciá-los caso não haja um adulto confiável por
perto.
Foto reprodução: blog Espaço Experimental. Descrição para cegos: foto mostra Luziana Ramalho sorrindo. Ela está sentada com o braço direito apoiado em uma mesa e veste uma roupa com mangas na cor azul. A parede atrás de si é de tijolos.
Matéria produzida pela repórter Dayse Costa para o Espaço Experimental sobre pesquisa orientada pela professora de Serviço Social da UFPB Luziana Ramalho.
A docente comparou a medida socioeducativa de internação de jovens com o encarceramento de adultos e analisou o processo de ressocialização dos egressos do CEA, Centro Educacional do Adolescente, situado em João Pessoa.
Foto: divulgação Filme R$1 - O Outro Lado da Moeda. Descrição para cegos: imagem mostra, à esquerda e em fundo amarelo, uma ilustração verde do troféu da Copa do Mundo, disposto na diagonal. Onde seria a bola, há uma moeda de um real com a faixa "Ordem e Progresso" sobreposta, e, embaixo, duas mãos segurando e sustentando o troféu. Na base, há "R$1" e por último "O outro lado da moeda". À direita, há uma menina com o rosto pixelado vestindo uma roupa jeans tomara que caia.
Nenhuma
menina dorme princesa e acorda prostituta é umas das
impactantes frases citadas no documentário R$1
– O outro lado da Moeda. Já exibido nas cidades de Brasília, Belo Horizonte
e Fortaleza, o trabalho busca esclarecer o que está por trás do mundo da
prostituição e como a sociedade pode tentar mudar isso.
O documentário R$1- O outro lado da Moeda foi
produzido pela ONG 27 Brasil que reuniu especialistas, jornalistas, organizações
não governamentais e vítimas de exploração sexual. Durante 24 minutos, informam-se
os motivos que impulsionam crianças e adolescentes a se prostituírem. Entre
esses motivos, a tentativa de fugir dos molestadores que muitas vezes são os
próprios pais e, a falta de dinheiro que muitas vezes as fazem vender o corpo
por R$1, como é mencionado no vídeo.
Diferente de outros
documentários sobre a mesma temática, R$1
– O outro lado da Moeda apresenta uma sugestão para tentar acabar com a
exploração sexual. E pensando nesse problema, a equipe de produção percorre
algumas cidades do Brasil para levar a informação de como preservar nossas
crianças e adolescentes.
Kamila Katrine
Para assistir ao
documentário, clique no vídeo abaixo:
Como foi - e é - defendido no blog, as crianças,
apesar de não compreenderem o mundo da mesma forma de um adulto, possuem
vontades e desejos que devem ser resguardados. Porém, é simples identificar e
atender os desejos e necessidades referentes à educação, ao lazer, deveres
sociais, etc. Entretanto, o que deve ser feito em relação à sexualidade? Talvez
seja difícil para nossa geração, que ainda foi criada sob rígidos parâmetros de
gênero, ter a mente aberta e aceitar que um filho, por exemplo, possa não se
ver como garoto.
Descrição para cegos: foto mostra Maria Senharinha, sentada, falando e a câmera filmando-a, com ela aparecendo no visor.
Na
quarta-feira 4 de junho, a turma da disciplina Jornalismo e Cidadania promoveu
um colóquio sobre Direito da Criança e do Adolescente. A ministrante foi a
professora Maria Senharinha Soares Ramalho, que respondeu questões sobre o
trabalho de crianças e adolescentes, exploração e abuso sexual, bem como o
papel da escola no que se refere à proteção dos jovens.
Maria Senharinha é assistente social
da Universidade Federal da Paraíba e especialista em Políticas Públicas e
Gestão Social, atuando na área de direitos das crianças e dos adolescentes. É
integrante da Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB e participa doFórum Estadual de Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na
Paraíba – FEPETI/PB. Faz parte ainda da Comissão Estadual de Monitoramento do
Plano de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e foi
coordenadora do Projeto Escola que Protege/ UFPB, de 2006 a 2010.
Seguem abaixo os vídeos do Colóquio sobre Direito da Criança e do Adolescente com a participação da assistente social Maria Senharinha.
Nessa
primeira parte do Colóquio, Marinha Senharinha fala sobre as implicações
sociais do trabalho de crianças e adolescentes e a situação de risco a que eles
estão expostos.