sexta-feira, 31 de outubro de 2014

2º colóquio sobre infância e adolescência - Professora Maria Lígia Malta

Descrição para cegos: foto mostra Lígia Malta gesticulando. Ela está
sentada, na mesa há vários cadernos abertos e, à frente, a câmera
filmando-a, com ela aparecendo no visor.

Na quarta-feira, 8 de outubro, os alunos de Jornalismo da UFPB Bruna Cairo, Lucas Lourenço e Tâmara Luana realizaram um colóquio sobre infância e adolescência para a disciplina Jornalismo e Cidadania. A professora convidada foi Maria Lígia Malta Farias, Coordenadora do Curso de Direito do Centro de Ciências Jurídicas, no Campus I da UFPB, e vice-Coordenadora do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos.

Seguem os vídeos do colóquio.

No primeiro vídeo, Lígia Malta fala sobre os direitos fundamentais da criança e do adolescente e das responsabilidades da família, da sociedade e do Estado na garantia desses direitos.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Unicef lança agenda com propostas e desafios para candidatos e eleitores

Descrição para cegos: foto mostra uma menina com a mão na frente fazendo
o símbolo da paz, com o dedo indicador e médio para cima enquanto segura
os outros dois com o polegar. Ao seu lado, há a frase em cor branca "A gente
precisa de alguém que defenda as crianças." e embaixo "#voteemmim". No
fundo, de modo desfocado, há cadeiras amarelas e livros infantis.

A Agenda pela Infância 2015-2018 é uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e visa conscientizar candidatxs à Presidência da República e aos governos dos Estados e seus eleitores de sete direitos básicos das crianças e adolescentes brasileiros. A campanha que estabelece metas a serem cumpridas durante os próximos quatro anos, ainda conta com ações nas redes sociais, com a hashtag #voteemmim. Os sete compromissos são enumerados em vídeos curtos, onde os candidatos, interpretados por três crianças, pedem aos eleitores que votem nas crianças. A intenção é de que esses vídeos e o documento sejam compartilhados pelos internautas com a seguinte pergunta: “O que você vai fazer pela infância?” (Lucas Lourenço).

Quer saber mais sobre a campanha? Clique no link abaixo:

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Filme “De Menor” coloca em pauta discussão sobre maioridade penal

Descrição para cegos: imagem mostra o pôster do filme De Menor, no qual aparece uma menina agachada de costas na beira do mar com a mão direita sob a areia. Na parte superior está os prêmios que o filme recebeu e embaixo o título seguido de sua descrição. Abaixo da menina está as marcas dos apoiadores. 

A história, roteirizada e dirigida pela cineasta paulista Caru Alves de Souza, traz de forma sutil e poética a convivência da defensora pública Helena (Rita Batata) com os adolescentes infratores da cidade de Santos, ao mesmo tempo em que tem de assumir o papel de mãe na relação com seu irmão Caio (Giovanni Gallo). O ponto de tensão da trama se dá no momento em que a advogada se depara com a realidade do seu trabalho intrinsecamente ligada à sua vida pessoal, quando seu irmão, após ter cometido um ato infracional, passa a receber o mesmo tratamento dos menores defendidos por ela.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Juventude é tema de ações realizadas pelo Fundo de População das Nações Unidas

Descrição para cegos: ilustração mostra um menino, à esquerda,
e uma menina, à direita, segurando entre eles o planeta Terra.


No mês passado, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) escolheu o tema Investir na juventude para lembrar o Dia Mundial da População, comemorado no dia 11 de julho. A data representa o início das atividades a serem realizadas para ano de 2015, tendo os jovens como prioridade. No Brasil, esta ação será denominada Jovens somamos mais. (Kamila Katrine)

Mais informações, clique no link abaixo:

sábado, 16 de agosto de 2014

Por que as crianças precisam brincar ao ar livre?

Descrição para cegos: foto mostra duas meninas e dois meninos em um
gramado correndo atrás de uma bola.


Um dos direitos fundamentais das crianças é o direito ao lazer, e nada melhor do que fazer isso do jeito certo, não? O site Hypescience divulgou no dia 12 um estudo realizado por canadenses que prova, cientificamente, aquilo que a maioria de nós escuta desde cedo: crianças que brincam ao ar livre são mais saudáveis. A publicação original com a pesquisa completa, em inglês, é do The Journal of Pediatrics, em 10 de julho de 2014. (Maryjane Costa)


Por que as crianças precisam brincar ao ar livre?

Se alguém me parasse na rua e me fizesse essa pergunta do título, eu podia muito pegar um café e me acomodar em uma cadeira bem confortável. Iria começar uma sessão de “senta que lá vem a história”, de tantas respostas que eu teria. Mas dessas tantas, a grande maioria me parece muito óbvia: porque criança tem que conhecer o mundo, fazer suas próprias descobertas, ver a natureza – por mais editada que ela seja no nosso jardim.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A crise da juventude do ECA

Descrição para cegos: foto mostra pessoas, apenas a partir do
ombro, em fila e vestindo mesma roupa, uma camisa de manga
comprida, shorts e sandálias na cor roxa, com as mãos para trás.

Este ano, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 24 anos. Durante todo esse tempo, várias batalhas foram travadas a favor dos direitos das crianças e dos adolescentes. Entretanto, essas batalhas não foram suficientes para transformar suas realidades. Em artigo veiculado ao Blog da Andi Comunicação e Direitos, Carlos Nicodemos, membro do Movimento Nacional dos Direitos Humanos, afirma existir uma crise do ECA. (Kamila Katrine)

Mais detalhes no link abaixo:


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Comitê da ONU emite declaração sobre a situação das crianças na faixa de Gaza

Descrição para cegos: foto mostra um homem beijando a testa de uma
criança deitada que está suja e ferida com os braços unidos sobre o corpo.
Ela está com os olhos abertos para cima e, atrás, há outros corpos de crianças.

No final de julho, o Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas emitiu declaração sobre o impacto da operação militar de Israel na Faixa de Gaza. Na declaração, o Comitê faz referência ao número de crianças mortas e também àquelas que perderam os pais e os seus lares.
Abaixo, você pode conferir a Declaração do Comitê dos Diretos da Criança das Nações Unidas, traduzida por A. Kahwage. (Kamila Katrine)


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Onde dormem crianças

Foto: James Mollison. Descrição para cegos: montagem mostra duas fotos. À esquerda, a foto de um menino segurando um martelo, apoiando-o em seu ombro. Ele veste uma camisa quadriculada rosa. À direita, há um quarto coberto de palha no teto. No centro há uma cama com lençóis bagunçados e, à esquerda, caixotes sobrepostos como se fossem um armário.

O ensaio fotográfico denominado Where Children Sleep, do fotógrafo James Mollison, mostra os locais onde dormem crianças de diversas partes do mundo.

As imagens retratam a diversidade cultural e social das crianças de países como Estados Unidos, México, Brasil, Inglaterra, Israel, Cisjordânia, Quênia e Senegal, entre outros. O ensaio fotográfico durou quase dois anos e recebeu apoio da instituição Save the Children, da Itália. (Kamila Katrine)

Você pode conferir o ensaio Where the Children clicando no link abaixo:

terça-feira, 15 de julho de 2014

Campanha orienta crianças a se protegerem de abusos sexuais

Foto: Divulgação. Descrição para cegos: ilustração mostra parte de um campo de futebol lotado de torcedores nas arquibancadas. No campo, quatro crianças defendendo a área do gol, em que a bola não entra, esta localizada ao lado direito superior da trave. Abaixo das crianças está escrito "Defenda-se" e, ao lado, há a ilustração de um telefone apoiado em um pentágono, ambos vermelhos, em que está escrito "Disque 100" em cor branca.

A campanha Defenda-se foi criada pela rede Marista de Solidariedade, em parceria com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS). Seis vídeos foram produzidos e direcionados para crianças de 5 a 11 anos, orientando-as como se protegerem de possíveis abusadores. 

Nos vídeos, as crianças são avisadas sobre o perigo de fornecer informações pessoais a estranhos e como reconhecer quando algum adulto está a tocando de forma indevida, seja ele da família ou não. Ao final de cada vídeo, informa-se a essas crianças que existe o disque 100 em que elas podem denunciar os abusos sofridos ou sua tentativa.

Seguem abaixo os links dos seis vídeos da campanha Defenda-se. A sugestão dos órgãos responsáveis pela campanha é mostrá-los ao maior número de crianças possíveis. Então, se você é professor, mãe, pai, tio, tia, avô, avó, divulgue esses vídeos para suas crianças. Elas precisam conhecer os perigos que as cercam e como podem denunciá-los caso não haja um adulto confiável por perto.







Kamila Katrine

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Menores egressos de internação socioeducativa têm dificuldades de reinserção social


Foto reprodução: blog Espaço Experimental. Descrição para cegos: foto mostra
Luziana Ramalho sorrindo. Ela está sentada com o braço direito apoiado em uma
mesa e veste uma roupa com mangas na cor azul. A parede atrás de si é de tijolos.

        Matéria produzida pela repórter Dayse Costa para o Espaço Experimental sobre pesquisa orientada pela professora de Serviço Social da UFPB Luziana Ramalho.
       A docente comparou a medida socioeducativa de internação de jovens com o encarceramento de adultos e analisou o processo de ressocialização dos egressos do CEA, Centro Educacional do Adolescente, situado em João Pessoa.
           Para mais informações sobre a pesquisa e seu resultado acesse o link http://espaco-experimental.blogspot.com.br/2014/06/menores-egressos-de-internacao.html e ouça a entrevista.


Maryjane Costa

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Documentário aborda exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil

Foto: divulgação Filme R$1 - O Outro Lado da Moeda. Descrição para cegos: imagem mostra, à esquerda e em fundo amarelo, uma ilustração verde do troféu da Copa do Mundo, disposto na diagonal. Onde seria a bola, há uma moeda de um real com a faixa "Ordem e Progresso" sobreposta, e, embaixo, duas mãos segurando e sustentando o troféu. Na base, há "R$1" e por último "O outro lado da moeda". À direita, há uma menina com o rosto pixelado vestindo uma roupa jeans tomara que caia.


Nenhuma menina dorme princesa e acorda prostituta é umas das impactantes frases citadas no documentário R$1 – O outro lado da Moeda. Já exibido nas cidades de Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza, o trabalho busca esclarecer o que está por trás do mundo da prostituição e como a sociedade pode tentar mudar isso.

O documentário R$1- O outro lado da Moeda foi produzido pela ONG 27 Brasil que reuniu especialistas, jornalistas, organizações não governamentais e vítimas de exploração sexual. Durante 24 minutos, informam-se os motivos que impulsionam crianças e adolescentes a se prostituírem. Entre esses motivos, a tentativa de fugir dos molestadores que muitas vezes são os próprios pais e, a falta de dinheiro que muitas vezes as fazem vender o corpo por R$1, como é mencionado no vídeo.

Diferente de outros documentários sobre a mesma temática, R$1 – O outro lado da Moeda apresenta uma sugestão para tentar acabar com a exploração sexual. E pensando nesse problema, a equipe de produção percorre algumas cidades do Brasil para levar a informação de como preservar nossas crianças e adolescentes.


Kamila Katrine


Para assistir ao documentário, clique no vídeo abaixo: 


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Você é você: liberdade de gênero para crianças

fonte: Reprodução/Lindsay Morris

     
      Como foi - e é - defendido no blog, as crianças, apesar de não compreenderem o mundo da mesma forma de um adulto, possuem vontades e desejos que devem ser resguardados. Porém, é simples identificar e atender os desejos e necessidades referentes à educação, ao lazer, deveres sociais, etc. Entretanto, o que deve ser feito em relação à sexualidade? Talvez seja difícil para nossa geração, que ainda foi criada sob rígidos parâmetros de gênero, ter a mente aberta e aceitar que um filho, por exemplo, possa não se ver como garoto.

sábado, 14 de junho de 2014

Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente com Maria Senharinha

Descrição para cegos: foto mostra Maria Senharinha, sentada, falando
e a câmera filmando-a, com ela aparecendo no visor.

Na quarta-feira 4 de junho, a turma da disciplina Jornalismo e Cidadania promoveu um colóquio sobre Direito da Criança e do Adolescente. A ministrante foi a professora Maria Senharinha Soares Ramalho, que respondeu questões sobre o trabalho de crianças e adolescentes, exploração e abuso sexual, bem como o papel da escola no que se refere à proteção dos jovens. 
Maria Senharinha é assistente social da Universidade Federal da Paraíba e especialista em Políticas Públicas e Gestão Social, atuando na área de direitos das crianças e dos adolescentes. É integrante da Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB e participa do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba – FEPETI/PB. Faz parte ainda da Comissão Estadual de Monitoramento do Plano de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e foi coordenadora do Projeto Escola que Protege/ UFPB, de 2006 a 2010.
Seguem abaixo os vídeos do Colóquio sobre Direito da Criança e do Adolescente com a participação da assistente social Maria Senharinha.

Colóquio Direitos da Criança e do Adolescente - Parte I

Nessa primeira parte do Colóquio, Marinha Senharinha fala sobre as implicações sociais do trabalho de crianças e adolescentes e a situação de risco a que eles estão expostos.