quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Artista recria imagens de crianças em cenários trágicos

Descrição para cegos: são duas imagens, uma sobre a outra. Na de cima, foto mostra 5 crianças assustadas e chorando andando por uma rua, com soldados ao seu redor. Da esquerda para direita: uma criança está chorando e, ao fundo, outra olha para trás. Entre ambas, à direita, uma está nua, e, ao lado, pouco atrás, duas crianças estão de mãos dadas. No fundo, há fumaça. Na imagem de baixo, as mesmas crianças estão ilustradas felizes e correndo entre uma plantação, as duas primeiras à esquerda estão soltando pipas. A criança, antes nua, agora veste uma blusa rosa e carrega a estátua da liberdade. As de mãos dadas andam felizes, com a da direita também soltando pipa. Os soldados viraram espantalhos da plantação e, no fundo, há um céu azul com nuvens.

O artista Gunduz Aghayev, conhecido por criar ilustrações críticas sobre conflitos políticos e religiosos, recriou imagens emblemáticas de crianças em episódios dramáticos da história recente. Os desenhos fazem parte da série Imagine, onde os cenários trágicos, protagonizados por crianças, foram refeitos simbolizando a infância que elas merecem. Confira a série de ilustrações. (Marília Cordeiro)

sábado, 31 de outubro de 2015

III Colóquio Sobre Infância e Adolescência – com Maria de Fátima Alberto

Descrição para cegos: foto mostra a professora Maria de Fátima Alberto, sentada, com os dedos cruzados sobre uma mesa branca, com um copo de plástico à sua direita. Há uma câmera filmando-a frontalmente, com ela aparecendo no visor.

Tendo como convidada a professora Maria de Fátima Alberto, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da Universidade Federal da Paraíba, foi realizado no dia 20 de maio o 3º Colóquio Sobre Infância e Adolescência para turma de Jornalismo e Cidadania, do Curso de Jornalismo da UFPB. A convidada é doutora em Sociologia e mestra em Serviço Social. Sua atuação envolve as áreas de infância, adolescência e juventude, situações de risco, trabalho infantil, trabalho precoce, meninos e meninas em condição de rua, direitos humanos, violência sexual e políticas públicas. O colóquio foi organizado por Carlos Rocha, Joseany Pontes, Manuela Patrício e Marília Cordeiro.

Confira o colóquio na íntegra:


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Campanha da Prefeitura de Curitiba alerta para o desaparecimento de crianças

Descrição para cegos: a imagem é sobre fundo cinza. À esquerda, há o símbolo do Snapchild (uma menina em um fundo amarelo) e ao lado está escrito "snapchild" e embaixo "Para proteger uma criança, cada segundo conta". Abaixo, 3 celulares mostram a mesma imagem de uma criança em suas telas. No lado superior direito, há informações sobre a campanha e embaixo 2 celulares, em tamanho menor, com imagens diferentes de crianças em suas telas.

A Prefeitura de Curitiba lançou, no início deste mês, uma campanha alertando para o desaparecimento de crianças. Nomeada de snapchild, é promovida por meio do aplicativo para smartphones snapchat, que tem como característica a rapidez de duração e de permanência de postagens – duram até 10 segundos e ficam disponíveis durante 24 horas. A proposta da campanha, ao publicar vídeos com duração de 10 segundos, é a de comparar a rapidez da duração de uma postagem com a rapidez com que se pode perder uma criança ao desviar a atenção dela.Confira os vídeos da campanha aqui. (Manuela Patrício)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Amanhecer Contra a Redução ocorreu pela primeira vez na Paraíba

Descrição para cegos: foto mostra Thiago Hanney falando ao microfone que está segurando com a mão direita. Com a mão esquerda, ele aponta o dedo indicador para cima. Seu rosto está pintado com uma linha roxa e laranja na bochecha e 3 pontos laranja sobre a sobrancelha. Atrás dele, há duas pessoas segurando uma pipa. 

Já realizado em outras cidades do país, o movimento tem por objetivo dialogar com a população a respeito da diminuição da maioridade penal. Objetiva mostrar que esta não é a solução adequada para lidar com adolescentes infratores. Na capital paraibana a manifestação ocorreu pela primeira vez no sábado, dia 3, na Praça João Pessoa, centro da cidade. O evento contou com diversas atividades culturais como apresentações de grupos de dança, de rappers e confecção de cartazes temáticos. Discursos de adolescentes e de profissionais envolvidos com os direitos da infância e juventude também fizeram parte do evento. Eu entrevistei Thiago Hanney, professor de Direito Penal da Universidade Maurício de Nassau e um dos organizadores do evento. Ouça a entrevista. (Manuela Patrício)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

ONG de apoio a criança e adolescente completa 30 anos de atuação

Descrição para cegos: foto mostra Dimas Gomes frontalmente, sentado.
Atrás dele, à esquerda, há parte de uma lousa, e à direita, cadeiras e computador.

Localizada no bairro do Roger, na cidade de João Pessoa, a Casa Pequeno Davi desempenha um papel importante naquela comunidade. A ONG, alicerçada no Estatuto da Criança e do Adolescente, prioriza o cumprimento do direito à educação do público participante. Realiza ações na comunidade e para além dela. Eu produzi uma matéria para o programa Espaço Experimental sobre a Casa. Ouça a reportagem. (Manuela Patrício)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Painel debate avanços e desafios dos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

Descrição para cegos: foto mostra Lígia Malta falando ao microfone
e gesticulando, no estúdio de rádio.


Atualmente sob pressão visando anular alguns dos seus mais progressistas preceitos, o documento representa mais do que uma mudança na legislação: é também o símbolo de uma nova visão da sociedade brasileira para com os cidadãos em formação. Neste sábado o Espaço Experimental reuniu as professoras Adelaide Alves Dias e Maria Lígia Malta para um painel sobre esses 25 anos do ECA. Adelaide é Coordenadora do Núcleo de Pesquisas e Estudos sobre a Criança na UFPB e Lígia dirige o Grupo de Trabalho Direitos Humanos, Crianças e Adolescentes do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da universidade. Eu entrevistei as professoras para o programa Espaço Experimental. (Marília Cordeiro) 

BLOCO 1




quinta-feira, 13 de agosto de 2015

NCDH-UFPB celebrou os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

Descrição para cegos: foto mostra, em primeiro plano, Lorenzo Delaini sorrindo. Atrás
dele, há cadeiras vermelhas de auditório.

A iniciativa do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB em comemoração ao Estatuto da Criança e do Adolescente contou com a parceria da Rede Margaridas Pró-Crianças e Adolescentes, Remar. Realizada na última segunda-feira, teve como tema ECA 25 anos – conjuntura política, econômica e cultural. O evento contou com a participação de convidados especialistas na área do direito da criança e do adolescente. Lorenzo Delaini, coordenador da Remar há 11 anos, mediou o debate. Formado em Arquitetura e Teologia na Itália, é especialista em Direitos Humanos pela UFPB. Para a discussão foram convidados o deputado federal Luiz Couto; o consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância, João Cândido; o procurador do Ministério Público do Trabalho, Eduardo Varandas, e o coordenador da Pastoral do Menor, Padre Xavier Paolillo. No debate foram abordados temas como o sistema de garantia de direitos, a efetivação do ECA e a redução da maioridade penal. Eu entrevistei Lorenzo Delaini, que explicou a importância do evento e comentou a aplicação do ECA na Paraíba. Ouça a entrevista. (Manuela Patrício)

sábado, 8 de agosto de 2015

Redução da maioridade penal não é solução para a violência, segundo Unicef

Descrição para cegos: foto mostra, à esquerda, uma palestrante falando ao microfone. Atrás dela, há 3 bandeiras e, na sua frente, uma pequena bancada. Ao seu lado direito, há uma mesa com 5 homens sentados. Atrás, há um painel que mostra uma criança deitada na rua usando livros como travesseiro e ao lado está escrito "Onde você estava?".

Quem garante é João Cândido, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef. Ele foi convidado para um debate sobre o tema 25 anos do ECA: Conjuntura Política, Econômica e Cultural. O evento foi realizado na última segunda-feira pelo Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB. Eu entrevistei João Cândido de Melo Sobrinho, o consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Deputado Luiz Couto afirma que PEC da maioridade penal é inconstitucional

Descrição para cegos: foto mostra o deputado Luiz Couto enquanto
fala, com microfone apontado para si a um punho de distância
do queixo.
Para comemorar os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, foi realizado um debate na manhã do dia 27 de julho. O deputado federal Luiz Couto, do PT, foi convidado para analisar os principais desafios na efetivação das políticas públicas decorrentes do ECA. Sobre o atual cenário, ressaltou a necessidade de lutar contra da redução da maioridade penal. O deputado afirmou que a mudança é inconstitucional e uma fuga da responsabilidade pelos direitos das crianças e adolescentes. Eu entrevistei o deputado Luiz Couto para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Marília Cordeiro)

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Fórum colabora para a redução do trabalho infantil na Paraíba há 15 anos

Descrição para cegos: foto mostra, frontalmente,
 Senharinha Soares sorrindo, sentada e usando uma camisa preta
com mangas curtas rendadas. Ela usa, no lado esquerdo do peito,
um broche com o símbolo do Fepeti (um cata-vento em que cada
parte há uma cor: amarelo, vermelho, laranja, verde e azul).
Trata-se do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, o Fepeti, que atua na Paraíba desde o ano 2000. O fórum contribui para a aplicação do ECA e melhoria da qualidade de vida da criança e do adolescente. Por este motivo, é relevante destacar essa entidade no mês em que o Estatuto da Criança e do Adolescente completa 25 anos. Eu entrevistei Maria Senharinha Soares Ramalho, a coordenadora do Fepeti. Ouça a entrevista. (Manuela Patrício)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Aplicativo traz emojis vítimas de violência

Descrição para cegos: imagem mostra vários emojis. Na primeira coluna, há o rosto de uma criança com o olho direito machucado, uma menina com o olho esquerdo machucado e um band-aid logo abaixo, um bebê recebendo um tapa no rosto, um emoji amarelo com o olho direito machucado e expressando medo e, por último, um rapaz com um balão pensativo com uma caveira dentro. Na segunda coluna, o rosto de um macaco assustado tapando as orelhas e ao lado o mesmo, só que tapando os olhos, uma menina triste e um balão com "*!?@#!" acima, um rapaz com o emoji de fezes na cabeça e por último duas mãos levantadas para cima. Na terceira coluna, há uma menina triste com o olho esquerdo machucado, um menino com o olho esquerdo também machucado e um band-aid na bochecha direita, um adulto e uma criança juntos e, na frente, uma taça de vinho, e por último, uma criança triste com uma fisionomia adulta não identificada por trás.

Por Joseany Pontes


         A ONG sueca Barnens Rätt i Samhället (Bris, que significa Direitos das Crianças na Sociedade) desenvolveu um aplicativo com uma linha de emojis chamada Abused Emojis (Emojis Abusados), para crianças expressarem situações de abuso e violência.
         Sabe-se que, muitas vezes, é difícil relatar essas situações com palavras. Com o aplicativo, espera-se abrir um canal que permita às crianças relatarem os problemas que vivenciam para facilitar o diálogo sobre o tema.


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Afrobetizar a educação no Brasil

Descrição para cegos: imagem mostra uma menina sorrindo à esquerda, com parte do cabelo solto, uma mulher careca também sorridente e, à direita, uma menina com cabelo em rabo de cavalo beijando a bochecha da mulher. As três são negras, estão abraçadas e olhando para a câmera.

Afrobetizar é um projeto desenvolvido pela psicóloga Vanessa Andrade, no Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro. Vanessa ouvia com frequência depoimentos de crianças que não enxergavam a beleza de ser negro. Incomodada com a situação, a psicóloga aplicou em seu projeto atividades para desconstruir preconceitos e fortalecer o conhecimento cultural da comunidade. Confira aqui mais informações sobre o Afrobetizar. (Joseany Pontes)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Fábio Brazza critica redução da maioridade penal

Descrição para cegos: foto em preto e branco mostra Fábio Brazza
 vestindo uma camisa branca atrás de uma grade, segurando-a.

Fábio Brazza é um artista conhecido por fazer hip hop popular brasileiro, entretanto, também utiliza a sua arte para promover críticas sociais. No início de abril o rapper paulista gravou um vídeo abordando a PEC da redução da maioridade penal – tema que voltou a ser um dos assuntos mais discutidos no cenário nacional. “É uma pena, querem aumentar a pena e diminuir a idade, Como se isso fosse diminuir a criminalidade [...] Se prender resolvesse o problema, o problema já teria tido uma pausa, mas nosso maior defeito é querer combater o efeito e não a causa”, são alguns trechos do poema. Confira aqui o poema completo. (Manuela Patrício)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Pesquisa analisa impacto do bullying na qualidade de vida de adolescentes

Descrição para cegos: em um fundo salmão, imagem mostra, à esquerda, Penha Coutinho com as mãos apoiadas sobre uma mesa. Ela veste um vestido branco com uma listra preta e um colar branco com círculos. No canto direito inferior, seu nome está digitado.

O estudo da professora Penha Coutinho aborda a violência escolar através da psicologia social. O objetivo é entender como alunos e profissionais da educação percebem a violência escolar e seus efeitos. Para caracterizar o desejo consciente ou inconsciente de maltratar uma pessoa é usada uma palavra da língua inglesa: bullying. O estudo propõe a análise da violência escolar e sua ligação com outros tipos de violência presentes no meio social. Eu entrevistei a professora Penha Coutinho para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Marília Cordeiro)