segunda-feira, 6 de junho de 2016

Pesquisa estuda vulnerabilidade das adolescentes gestantes de João Pessoa

Descrição para cegos: foto frontal da professora Valderez Araújo,
vestida em uma roupa florida, sentada e sorrindo. Atrás dela, há uma
mesa com uma bolsa e impressoras.

No dia 28 de maio, foi ao ar no Espaço Experimental uma entrevista sobre as causas do comportamento de risco em adolescentes. A pesquisa entrevistou jovens grávidas atendidas nas maternidades de João Pessoa. Segundo os dados da pesquisa 89% das adolescentes nunca tiveram um emprego, 43% delas não tinham terminado o ensino fundamental e 25% não concluíram o ensino médio. A entrevista com a professora Valderez Araújo de Lima, do Departamento de Pediatria e Genética da UFPB foi realizada pelo repórter Vandicleydson Araújo e foi ao ar no programa Espaço Experimental, que é veiculado todos os sábados na rádio Tabajara AM (1.110 KHz). Ouça a entrevista clicando no player. (Jeane Pontes)

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Trabalhar só quando crescer

Descrição para cegos: ilustração em cores mostra um
garoto seguindo o caminho de uma placa que diz
"Trabalho Infantil", deparando-se com placas de proibição
de amigos, educação, futuro e diversão.
No portal Turminha, do Ministério Público Federal, está disponível uma cartilha informativa sobre o trabalho infantil, realidade que atinge muitas crianças e jovens no Brasil e no mundo. Em formato de desenho animado e com narrativa de fácil compreensão, a cartilha virtual tem como objetivo orientar as crianças sobre seus direitos assegurados pela Constituição e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Você pode conferir a publicação virtual clicando aqui. (Jeane Pontes)

terça-feira, 24 de maio de 2016

A educação transformadora em Escritores da Liberdade

Descrição para cegos: mostra um fundo preto e, com letras brancas,
o título em inglês do filme "Freedom Writers".

Por Júlia Brito

       Lançado em 2007, o filme Escritores da Liberdade (Freedom Writers, em inglês), baseado em fatos reais, retrata a história da professora Erin Gruwell, interpretada por Hillary Swank, e dos alunos da sala 203 do Colégio Woodrow Wilson.
Devido a uma política de integração (o filme se passa em 1994), a escola recebe alunos que, além de terem notas bem abaixo da média da escola, fazem parte de gangues, têm passagem por reformatórios e familiares com problemas com a lei.


domingo, 22 de maio de 2016

Nem sempre é um conto de fadas

Descrição para cegos: foto mostra várias pessoas fantasiadas de princesas e
príncipes de contos infantis, como Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida.


Por Heloysa Andrade

        Uma pesquisa realizada pela universidade de Duke, situada na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mostrou que filmes da Pixar, Disney e outros que que trabalham para o público infantil, reforçam as desigualdades sociais mostrando-as como naturais e benignas, insinuando a riqueza como um mérito do indivíduo.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Para que eles não sofram

Descrição para cegos: ilustração mostra três macacos lado a lado.
O primeiro, à esquerda, está tapando os olhos, o do meio, os ouvidos, e o da direita, a boca.


Por Heloysa Andrade


O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, dia 18 de maio, instituído pela Lei nº. 9.970/2000, remete ao caso de uma menina de 8 anos que foi sequestrada, violentada e assassinada em 1973. Há mais de 40 anos do caso Araceli, a situação ainda se repete.

domingo, 15 de maio de 2016

O direito de brincar

Descrição para cegos: cartaz do filme com
fundo amarelo mostra um conta-gotas
despejando, no centro, um pião, peteca,
boi-bumbá, sombrinha de frevo, pipa e
pandeiro. Abaixo, 7 fotos, lado a lado,
de crianças se divertindo.
Por Jeane Pontes

        Brincar desperta a curiosidade, estimula a criatividade, proporciona o contato social e o trabalho em equipe. Apesar dos benefícios, a brincadeira vem perdendo espaço no desenvolvimento da criança. Com a vida agitada, os pais estão cansados demais, ou apressados demais para brincar com seus filhos e, como forma de compensar a ausência, preenchem a agenda da criança com aulas e atividades, não sobrando espaço para a brincadeira.
        Por outro lado, a rua que antes era um dos locais preferidos dos meninos e meninas já não é mais segura, e os prédios com suas regras, limitam o prazer de brincar ao ar livre fazendo com que a criança passe mais tempo dentro de casa na companhia de aparelhos eletrônicos.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Professora analisa enfrentamento ao trabalho infantil em João Pessoa

Descrição para cegos: foto frontal da professora Fátima
Pereira Alberto, vestida em uma camiseta jeans. Atrás
dela, à esquerda, há um suporte para bebedouro, no centro,
o final de persianas e abaixo, um ar condicionado.
O trabalho é realizado pela professora Fátima Pereira Alberto, do Departamento de Psicologia da UFPB. A professora avalia as políticas sociais de proteção à criança e ao adolescente no município. Dentre essas políticas estão as de educação, assistência social, formação profissional e de saúde. No estudo estão presentes as perspectivas dos agentes diretamente envolvidos, sendo eles gestores, usuários e profissionais. Eu entrevistei a professora Fátima Pereira Alberto, responsável pela pesquisa, para o programa Espaço Experimental. O programa vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz). Ouça a entrevista (Heloysa Andrade).

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Sofia, o rosto das crianças invisíveis

Descrição para cegos: mostra, frontalmente, a criança do
vídeo com a legenda "Eu sou Sofia".

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou semana passada a ação “Eu sou Sofia” em apoio às crianças vítimas de conflitos territoriais. Para a campanha foi criada uma personagem fictícia feita em 3D que recebeu o nome de Sofia. O rosto dela foi desenvolvido a partir de traços fisionômicos de crianças reais fotografadas em zonas de conflito armado. Sofia é o retrato dos meninos e meninas que são forçados todos os dias a abandonar suas casas e seus países por causa da guerra. Segundo a Unicef, essa realidade atinge cerca de 250 milhões de crianças que vivem em zona de emergência no mundo. Clique aqui para assistir o vídeo da campanha. (Jeane Pontes)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Histórias que não se deve contar a crianças

Descrição para cegos: foto mostra animação de uma menina
triste segurando uma mão.

Por Júlia Brito
Como parte da iniciativa #ActsOfHumanity (atos de humanidade), a Unicef lançou no final de março três comoventes animações com legendas em inglês com histórias de crianças refugiadas. A série de animações, nomeada de “Unfary Tales” (Contos que não são de fadas), mostra situações pelas quais nenhuma criança deveria passar e reforçam a importância de garantir os direitos básicos da infância e da adolescência, como direito à não discriminação e a proteção à vida.
Com duração em torno de dois minutos, os vídeos contam as histórias de três crianças que tiveram que deixar suas casas devido a conflitos em seu país de origem, a Síria.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Obra de Renoir retrata campanha sobre desaparecimento de crianças

Descrição para cegos: imagem mostra um quadro de
Renoir em que está pintada, à esquerda, uma menina em
roupas brancas e, ao seu lado direito, um escuro vazio.

O Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos do Ministério Público de São Paulo (PLID) lançou nova campanha sobre o desaparecimento de crianças. A iniciativa mostra uma das meninas desenhada na obra "Rosa e Azul", do pintor francês impressionista Pierre-Auguste Renoir, sendo apagada em referência às crianças desaparecidas. A campanha intitulada “A obra de arte incompleta” inclui depoimentos de mães que relatam a dor e a esperança de encontrar seus filhos. Confira o vídeo aqui. (Jeane Pontes)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Android lança campanha contra o bullying

Descrição para cegos: mostra uma captura de tela da animação, em
que há uma tesoura, papel e pedra juntas e felizes.

O sistema operacional Android usou os personagens da brincadeira “Pedra, Papel e Tesoura” em uma campanha que chama atenção sobre o bullying. A animação incentiva as pessoas a cultivarem boas atitudes e entenderem que a diferença não deve ser vista como algo ruim. Pedra, papel e tesoura aparentemente não têm muito em comum, mas isso não impede que estejam juntas, mostrando que quando existe respeito podemos lutar em defesa do outro.
 Para assistir ao vídeo clique aqui. (Jeane Pontes)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Criança e consumo alimentício

Descrição para cegos: foto mostra 3 meninas e 2 meninos enfileirados
e sorrindo com a mão direita levantada em forma de punho.

Por Heloysa Andrade


         Na tarde do dia 10 de março deste ano, o mercado alimentício esteve diante de uma decisão que impactou toda a indústria. A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proibiu a publicidade dirigida ao público infantil. A resolução foi referente a campanha da Bauducco "É hora de Shrek" do ano de 2007 em que para ganhar um relógio do filme que estava na estreia de sua terceira sequência, as crianças precisavam juntar cinco embalagens dos produtos e pagar mais R$ 5,00 para adquirir o brinde.
A campanha foi entendida pelo Instituto Alana, através do Projeto Criança e Consumo, como abusiva por se dirigir ao público infantil e venda casada, que é expressamente proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Sonita, a voz de uma geração forçada ao casamento precoce

Descrição para cegos: foto mostra uma menina vestida de noiva com o olho
direito machucado e arranhão na bochecha.

                                                            Por Jeane Pontes

O casamento infantil é uma realidade, e embora essa prática seja condenada, é parte da cultura de alguns países da África, Ásia e Oriente Médio. A pobreza é a principal razão do matrimônio, principalmente nas áreas rurais. É costume os pais comercializarem suas filhas para futuros casamentos em troca de um pouco de dinheiro para o sustento do restante da família, e as meninas são vendidas sem o direito de escolher seu próprio destino.
Sonita Alizadeh é uma jovem afegã que, como muitas meninas, viu seus sonhos serem ameaçados pelo casamento precoce. Quando ficou sabendo o que iria acontecer, a garota usou a música como arma para denunciar tudo o que estava vivendo e para escapar do futuro traçado por sua família.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Pesquisa analisa encaminhamento de crianças para atendimento psicológico

Descrição para cegos: foto frontal de Fabíola de Sousa Braz Aquino sorrindo,
sentada e com a mão direita apoiada sobre a esquerda em uma mesa de madeira,
em que há um livro. Atrás dela, há cadeiras e computadores.

Tratam-se de crianças encaminhadas por familiares ou agentes escolares devido a queixas relativas ao desempenho em sala de aula. Entre essas causas, predominam dificuldade de aprendizagem e falta de concentração. A pesquisa, em duas clínicas-escola de João Pessoa, é de responsabilidade do Núcleo de Estudos em Interação Social e Desenvolvimento Infantil da UFPB. Eu entrevistei Fabíola de Sousa Braz Aquino, orientadora da pesquisa, para o programa Espaço Experimental. O programa vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz). Ouça a entrevista (Júlia Brito).