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domingo, 10 de dezembro de 2017

Junho vermelho: um debate sobre trabalho infantil


Descrição para cegos: ilustração mostra um garoto dirigindo um trator
Por Gislayne Borges

A partir do próximo ano, o Espírito Santo contará com o mês de junho dedicado ao debate sobre o trabalho infantil. Sancionada pelo Governo do Estado, a Lei de nº 10.755/2017 foi criada com o intuito de discutir, durante todo o mês, a prevenção e erradicação de trabalhos realizados por crianças e adolescentes com idade inferior à permitida pela atual legislação.
O deputado estadual, Sergio Majeski (PSDB), autor da lei, argumentou ser necessário um mês específico para o trabalho voltado para a educação, visto que todos os dias crianças são prejudicadas em consequência do trabalho infantil.

domingo, 30 de abril de 2017

Gibi mostra as consequências do trabalho infantil


Descrição para cegos: capa do gibi
“Era uma vez no Campo”, retratada pelas
ilustrações de dois garotos sorridentes
(Pedro e João) enquanto uma escola
é percebida ao fundo ao lado de uma
grande área verde, representando a
 área rural.
Por Mateus Araújo

        Era uma Vez no Campo é uma história em quadrinhos que aborda com simplicidade um dia das vidas de Pedro e João, duas crianças que frequentam a mesma escola de uma comunidade rural. Mas é no cotidiano fora da escola que diferenciamos a realidade dos garotos. Enquanto um vive em um ambiente motivador e com seus direitos assegurados, o outro está inserido em um trabalho infantil, e sofrendo consequências por isso.
        A narrativa gira em torno de como é o dia dos garotos após a aula. Primeiro é retratado como Pedro passa o restante do seu dia, mostrando como o garoto é incentivado a ler, como vive em um ambiente que não o estimula a fazer nada que não seja sua responsabilidade como criança, ou seja, estudar e ter seus momentos de lazer. Mas é ao relatar como João vive o seu dia que encontramos a problemática da trama.


domingo, 9 de abril de 2017

Paraíba cai no ranking de mortalidade infantil

Descrição para cegos: foto de uma criança
 pequena, sem camisa, olhando para câmera 
enquanto segura pedaços de pão em ambas
 as mãos. No fundo as paredes de uma casa 
de taipa. (foto de Danielle Pereira, em Sousa, 
interior da Paraíba)
Por Raquel Pimentel

Pela primeira vez a Paraíba está abaixo da média nacional em taxa de mortalidade infantil. A 4° edição do relatório Cenário da Infância e Adolescência no Brasil, elaborado pela Fundação Abrinq, foi lançada no dia 21 de março e mostrou que o estado deixou a primeira posição em taxa de mortalidade no Nordeste e passou a ocupar o último lugar no ranking, em um período de 15 anos.
No ano 2000 a taxa de mortalidade infantil na Paraíba era de 32,9 a cada 1.000 nascidos vivos, bem superior à taxa nacional, que era de 26,1.
No entanto, pela primeira vez em 15 anos, o estado bateu a média nacional, fechando o ano de 2016 com 11,7, ou seja, 0,7 abaixo do registro nacional, que é de 12,4, e em último lugar no ranking, sendo o menor índice do Nordeste. O Maranhão e a Bahia têm as maiores taxas da região: 15,2.