sábado, 27 de maio de 2017

O prejuízo do trabalho infantil para infância

Descrição para cegos: em primeiro plano há uma menina junto a um carrinho de venda de pipoca, ao fundo há pessoas entrando e saindo de uma escola.


Em reportagem esclarecedora, os alunos de jornalismo da UFMA, Fernanda Pillar, Giuliana Piancó e Mayra Luz responderam questões recorrentes sobre o trabalho infantil como “A criança pode em casa?” e “O que caracteriza o trabalho infantil?”. Além desses esclarecimentos, também informaram sobre a ação do poder público que visa auxiliar as famílias em situação vulnerável. A reportagem está no portal Imperatriz Notícias e pode ser lida na íntegra, clicando aqui. (Mariana Lira)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

O consumo precoce de álcool entre jovens

Descrição para cegos: a fotografia mostra um jovem deitado em meio a diversas garrafas, com um olhar sério. O lado esquerdo da imagem está borrado, remetendo a um dos efeitos da embriaguez.
O artigo “Conversa necessária”, escrito pelo psiquiatra e especialista em dependência química Arthur Guerra de Andrade – publicado no site Bayer Jovens, trata do consumo precoce de álcool entre os jovens. Ele apresenta dados alarmantes e chama atenção para a necessidade de discussões, nos âmbitos familiar, político e social, além da elaboração e aplicação de estratégias de combate a esse complexo problema, visando garantir uma melhor qualidade de vida para os adolescentes. Clique aqui para ler o texto. (Clara Rezende)

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos?


Descrição para cegos: silhuetas de uma mulher apontando o dedo para uma criança que está estirando a língua, representando a repreensão de uma mãe às más atitudes do filho.
A pergunta do título é da psicóloga Sílvia Portugal para a jornalista Caroline Reis em entrevista ao site Expresso. Ela relata que essa falta de autoridade se deu através de mudanças muito rápidas, tanto na família quanto na sociedade, que alterou a autoridade patriarcal para uma relação mais democrática, na qual as mulheres e as crianças também têm voz. Só que as crianças acabaram se tornando o centro, muitas vezes não sendo repreendidas pelos pais que preferem o afeto à imposição. Segundo ela, isso demanda a busca por uma conciliação de afetos e um modelo de família democrático. Para ler a entrevista completa, clique aqui. (Mateus Araújo)

sábado, 20 de maio de 2017

Como proteger nossas crianças e adolescentes

Descrição para cegos: capa da cartilha que mostra, desenhados, em primeiro plano, uma criança, em segundo um homem, uma mulher e uma senhora simbolizando os responsáveis. Acima está escrito o título da cartilha “Protegendo nossas crianças e adolescentes”.
Descrição para cegos: capa da cartilha mostra, desenhados,
 em primeiro plano, uma criança, em segundo um homem, 
uma mulher e uma senhora simbolizando os responsáveis.
 Acima está o título da cartilha "Protegendo nossas crianças e
adolescentes".

Por Cynthia Silva

      Protegendo nossas Crianças e Adolescentes é uma cartilha cujo conteúdo é direcionado para dois lados: ajudar e proteger. Ajudar pais e responsáveis a educar os filhos evitando o uso de qualquer tipo de violência e proteger as crianças e adolescentes contra a negligência e violência no âmbito familiar.
    Com uma linguagem informal e ilustrações práticas com exemplos cotidianos, procura ensinar maneiras de agir em situações de conflito com os filhos, evitando acidentes e o uso da violência em casa.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O perigo do trabalho infantil doméstico

Descrição para cegos:  imagem de um chão cimentado sujo, sobre o qual está um par de sapatilhas infantis sujas de barro.

A jornalista Cecilia Garcia, Rede Peteca, produziu uma reportagem demonstrando o perigo da naturalização do trabalho infantil doméstico feminino, abordando questões dessa atividade e os problemas que acarreta. Segundo ela, os serviços domésticos estão na vida de todas as meninas. Desde a idade do brincar aprendem que seu papel é cuidar dos bebês e da casa e, ainda novas, muitas delas encaram a dupla jornada de brincar e cuidar dos afazeres domésticos. Para ler a matéria clique aqui (Cynthia Silva)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Redução da maioridade penal não é a solução



Descrição para cegos: foto de um garoto de costas para a câmera enquanto encara grades que estão à sua frente. (Foto de Thiago Piccoli)
A redução da maioridade penal não resolveria o problema da criminalidade no Brasil. É o que garante o advogado Lenine Póvoas em um artigo publicado para o site RD News. No texto ele admite ser compreensível o questionamento do porquê um jovem que já tem idade de votar não responder judicialmente por seus atos com a mesma responsabilidade. Ele argumenta que o que precisamos não é tornar as sanções mais rigorosas, visto que o sistema carcerário brasileiro falha em recuperar esses jovens, mas impedir que a criminalidade infantil continue crescendo, sendo a educação a solução. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

domingo, 14 de maio de 2017

Violência sexual é tema de cartilha infantojuvenil

Descrição para cegos: a ilustração mostra quatro adultos, dois homens e duas mulheres intercalados, usando máscaras e acessórios como se fossem super-heróis. Na parte superior da imagem está escrito “Os super adultos de confiança”.

Por Clara Rezende


A Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do estado de Santa Catarina lançou, no último dia 8, a cartilha Os super adultos de confiança que objetiva conscientizar crianças e adolescentes sobre como identificar a violência sexual e como agir para proteger-se dessa violação. O material foi lançado em alusão ao dia 18 de maio, data Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Por meio de uma história em quadrinhos, ela apresenta quatro personagens que passam por diferentes situações relacionadas ao tema e se encontram na escola, onde, em uma palestra, recebem orientações sobre a gravidade do problema.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Criança é prioridade

Descrição para cegos: a imagem mostra desenho de um grupo de crianças dentro de um círculo. Uma delas segura uma placa, na qual está escrito “criança é prioridade”. Acima do círculo, lê-se a palavra “Campanha”.

Direitos como acesso a espaços públicos para brincar e relacionar-se com outras crianças, frequentar creches com boa infraestrutura, às manifestações artísticas de sua comunidade são assegurados às crianças de até 6 anos de idade no Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/2016). A Rede Nacional Primeira Infância produziu um filme para difundir esses direitos e enfatizar a importância dos Planos Municipais pela Primeira Infância. Para assistir ao filme clique aqui. (Cynthia Silva)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Taxa de trabalho infantil volta a crescer

Descrição para cegos: foto mostra um menino de costas que carrega uma sacola 
sobre o ombro enquanto caminha sobre a lama. Ao fundo um adulto também 
segura uma sacola nas costas e uma faixa de mato se forma após a lama. 
(Foto de Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Por Raquel Pimentel

      A taxa de trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer no Brasil, segundo o relatório do Cenário da Infância e Adolescência no Brasil divulgado pela Fundação Abrinq este ano. A pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela que os números vinham em uma queda consecutiva desde 2005, saindo de 1,8% para 0,4%, mas voltaram a subir de 2013 para 2014.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Segurança na internet para crianças e adolescentes

Descrição para cegos: menino de casaco listrado segurando um tablet próximo ao rosto.

A advogada Renata Melocchi Alves sugere “Como orientar crianças e jovens sobre o uso responsável da internet”, em postagem no site da Rebrinc – Rede Brasileira de Infância e consumo – de forma simples e objetiva. Ela aponta que apenas informar os jovens não é o suficiente, também é necessário acompanhá-los de perto e constantemente, mantendo-os atentos às ameaças online como o cyberbullying. Confira o artigo aqui. (Mariana Lira)

domingo, 30 de abril de 2017

Gibi mostra as consequências do trabalho infantil


Descrição para cegos: capa do gibi
“Era uma vez no Campo”, retratada pelas
ilustrações de dois garotos sorridentes
(Pedro e João) enquanto uma escola
é percebida ao fundo ao lado de uma
grande área verde, representando a
 área rural.
Por Mateus Araújo

        Era uma Vez no Campo é uma história em quadrinhos que aborda com simplicidade um dia das vidas de Pedro e João, duas crianças que frequentam a mesma escola de uma comunidade rural. Mas é no cotidiano fora da escola que diferenciamos a realidade dos garotos. Enquanto um vive em um ambiente motivador e com seus direitos assegurados, o outro está inserido em um trabalho infantil, e sofrendo consequências por isso.
        A narrativa gira em torno de como é o dia dos garotos após a aula. Primeiro é retratado como Pedro passa o restante do seu dia, mostrando como o garoto é incentivado a ler, como vive em um ambiente que não o estimula a fazer nada que não seja sua responsabilidade como criança, ou seja, estudar e ter seus momentos de lazer. Mas é ao relatar como João vive o seu dia que encontramos a problemática da trama.


domingo, 23 de abril de 2017

Projeto Social premia ideias transformadoras

Descrição para cegos: imagem de fundo branco com desenhos: uma lâmpada no centro, 3 bandeiras em volta, nas quais se lê as palavras "Mudança", "Prêmios" e "Ideias". Uma maleta, uma peça de quebra-cabeça, um globo terrestre, duas setas circulares, um símbolo de wifi e silhueta de três pessoas "conectadas" espalhados pela imagem.
Por Mariana Lira

A iniciativa “Criativos da escola”, organizada pelo Instituto Alana, sugere que as próprias crianças e jovens desenvolvam projetos que transformem suas realidades, reconhecendo-os como protagonistas de suas histórias de mudança. É proposto um Desafio, no qual os alunos desenvolvem projetos com soluções criativas para transformar a realidade. Dos projetos inscritos, 11 serão selecionados para premiação.

sábado, 22 de abril de 2017

A inviabilização da infância e o direito ao brincar

    Descrição para cegos: a imagem mostra duas crianças brincando no mar em um dia ensolarado, uma delas está pulando.

A co-fundadora do Movimento Infância Livre de Consumismo, Vanessa Anacleto, publicou um artigo questionando acerca de uma infância vivida antes e depois da era digital. Ela aborda que a tecnologia digital não é a única culpada da inviabilização da infância, pois faltam políticas públicas, segurança e limpeza nos espaços públicos para que esses sejam democratizados e aumentados em todo o país. O direito ao brincar é garantido pela Declaração Universal dos Direitos da Criança, e garante que essas têm o direito a “brincar, praticar esportes e divertir-se” (art. 16). Para ler o artigo completo Clique aqui (Cynthia Silva)

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Violações contra crianças e adolescentes em 2016


Descrição para cegos: cartaz de campanha da Secretaria
de Direitos Humanos da Presidência da República.
Há três macacos desenhados: um destampa os olhos,
outro os ouvidos e outro a boca, fazendo o contrário
da clássica imagem dos três macaquinhos que aludem
ao provérbio “Não ver, não ouvir, não falar”. Está escrito
 "Não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie. Proteja nossas
crianças e adolescentes da violência. Procure o Conselho
Tutelar ou Disque 100".

Por Clara Rezende

    As violações contra os direitos da criança e do adolescente foram as mais denunciadas por meio do Disque 100 (Disque Direitos Humanos), em 2016, de acordo com informações divulgadas pela Ouvidoria Nacional do Ministério dos Direitos Humanos, no último dia 11. Segundo o levantamento, mais de 76 mil denúncias foram registradas, o que representa 57% do total de demandas recebidas pelo órgão.
    O perfil das vítimas demonstra que as violações recaem sobre os mais vulneráveis: 44% são meninas, 60% estão situadas na faixa etária entre 0 e 11 anos. Além disso, a maioria das demandas está relacionada a negligência (37,6%), seguido de violência psicológica (23,4%), física (22,2%) e sexual (10,9%).