segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Amanhecer Contra a Redução ocorreu pela primeira vez na Paraíba
Já realizado em outras cidades do país, o movimento tem por objetivo dialogar com a população a respeito da diminuição da maioridade penal. Objetiva mostrar que esta não é a solução adequada para lidar com adolescentes infratores. Na capital paraibana a manifestação ocorreu pela primeira vez no sábado, dia 3, na Praça João Pessoa, centro da cidade. O evento contou com diversas atividades culturais como apresentações de grupos de dança, de rappers e confecção de cartazes temáticos. Discursos de adolescentes e de profissionais envolvidos com os direitos da infância e juventude também fizeram parte do evento. Eu entrevistei Thiago Hanney, professor de Direito Penal da Universidade Maurício de Nassau e um dos organizadores do evento. Ouça a entrevista. (Manuela Patrício)
terça-feira, 1 de setembro de 2015
ONG de apoio a criança e adolescente completa 30 anos de atuação
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| Descrição para cegos: foto mostra Dimas Gomes frontalmente, sentado. Atrás dele, à esquerda, há parte de uma lousa, e à direita, cadeiras e computador. |
Localizada no bairro do Roger, na cidade de João Pessoa, a Casa Pequeno Davi desempenha um papel importante naquela comunidade. A ONG, alicerçada no Estatuto da Criança e do Adolescente, prioriza o cumprimento do direito à educação do público participante. Realiza ações na comunidade e para além dela. Eu produzi uma matéria para o programa Espaço Experimental sobre a Casa. Ouça a reportagem. (Manuela Patrício)
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Painel debate avanços e desafios dos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente
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| Descrição para cegos: foto mostra Lígia Malta falando ao microfone e gesticulando, no estúdio de rádio. |
Atualmente sob pressão visando anular alguns dos seus mais progressistas preceitos, o documento representa mais do que uma mudança na legislação: é também o símbolo de uma nova visão da sociedade brasileira para com os cidadãos em formação. Neste sábado o Espaço Experimental reuniu as professoras Adelaide Alves Dias e Maria Lígia Malta para um painel sobre esses 25 anos do ECA. Adelaide é Coordenadora do Núcleo de Pesquisas e Estudos sobre a Criança na UFPB e Lígia dirige o Grupo de Trabalho Direitos Humanos, Crianças e Adolescentes do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da universidade. Eu entrevistei as professoras para o programa Espaço Experimental. (Marília Cordeiro)
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quinta-feira, 13 de agosto de 2015
NCDH-UFPB celebrou os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente
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| Descrição para cegos: foto mostra, em primeiro plano, Lorenzo Delaini sorrindo. Atrás dele, há cadeiras vermelhas de auditório. |
A iniciativa do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB em comemoração ao Estatuto da Criança e do Adolescente contou com a parceria da Rede Margaridas Pró-Crianças e Adolescentes, Remar. Realizada na última segunda-feira, teve como tema ECA 25 anos – conjuntura política, econômica e cultural. O evento contou com a participação de convidados especialistas na área do direito da criança e do adolescente. Lorenzo Delaini, coordenador da Remar há 11 anos, mediou o debate. Formado em Arquitetura e Teologia na Itália, é especialista em Direitos Humanos pela UFPB. Para a discussão foram convidados o deputado federal Luiz Couto; o consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância, João Cândido; o procurador do Ministério Público do Trabalho, Eduardo Varandas, e o coordenador da Pastoral do Menor, Padre Xavier Paolillo. No debate foram abordados temas como o sistema de garantia de direitos, a efetivação do ECA e a redução da maioridade penal. Eu entrevistei Lorenzo Delaini, que explicou a importância do evento e comentou a aplicação do ECA na Paraíba. Ouça a entrevista. (Manuela Patrício)
sábado, 8 de agosto de 2015
Redução da maioridade penal não é solução para a violência, segundo Unicef
Quem garante é João Cândido, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef. Ele foi convidado para um debate sobre o tema 25 anos do ECA: Conjuntura Política, Econômica e Cultural. O evento foi realizado na última segunda-feira pelo Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB. Eu entrevistei João Cândido de Melo Sobrinho, o consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)
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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Deputado Luiz Couto afirma que PEC da maioridade penal é inconstitucional
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| Descrição para cegos: foto mostra o deputado Luiz Couto enquanto fala, com microfone apontado para si a um punho de distância do queixo. |
Para comemorar os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, foi realizado um debate na manhã do dia 27 de julho. O deputado federal Luiz Couto, do PT, foi convidado para analisar os principais desafios na efetivação das políticas públicas decorrentes do ECA. Sobre o atual cenário, ressaltou a necessidade de lutar contra da redução da maioridade penal. O deputado afirmou que a mudança é inconstitucional e uma fuga da responsabilidade pelos direitos das crianças e adolescentes. Eu entrevistei o deputado Luiz Couto para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Marília Cordeiro)
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quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Fórum colabora para a redução do trabalho infantil na Paraíba há 15 anos
terça-feira, 21 de julho de 2015
Aplicativo traz emojis vítimas de violência
Por Joseany Pontes
A ONG sueca Barnens Rätt i Samhället (Bris, que significa Direitos das Crianças na Sociedade) desenvolveu um aplicativo com uma linha de emojis chamada Abused Emojis (Emojis Abusados), para crianças expressarem situações de abuso e violência.
Sabe-se que, muitas vezes, é difícil relatar essas situações com palavras. Com o aplicativo, espera-se abrir um canal que permita às crianças relatarem os problemas que vivenciam para facilitar o diálogo sobre o tema.
Sabe-se que, muitas vezes, é difícil relatar essas situações com palavras. Com o aplicativo, espera-se abrir um canal que permita às crianças relatarem os problemas que vivenciam para facilitar o diálogo sobre o tema.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
Afrobetizar a educação no Brasil
Afrobetizar é um projeto desenvolvido pela
psicóloga Vanessa Andrade, no Morro do Cantagalo, Rio de Janeiro. Vanessa
ouvia com frequência depoimentos de crianças que não enxergavam a beleza de ser
negro. Incomodada com a situação, a psicóloga aplicou em seu projeto
atividades para desconstruir preconceitos e fortalecer o conhecimento cultural
da comunidade. Confira aqui mais informações sobre o Afrobetizar.
(Joseany Pontes)
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quarta-feira, 8 de julho de 2015
Fábio Brazza critica redução da maioridade penal
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| Descrição para cegos: foto em preto e branco mostra Fábio Brazza vestindo uma camisa branca atrás de uma grade, segurando-a. |
Fábio Brazza é um artista conhecido por fazer hip hop popular brasileiro, entretanto, também utiliza a sua arte para promover críticas sociais. No início de abril o rapper paulista gravou um vídeo abordando a PEC da redução da maioridade penal – tema que voltou a ser um dos assuntos mais discutidos no cenário nacional. “É uma pena, querem aumentar a pena e diminuir a idade, Como se isso fosse diminuir a criminalidade [...] Se prender resolvesse o problema, o problema já teria tido uma pausa, mas nosso maior defeito é querer combater o efeito e não a causa”, são alguns trechos do poema. Confira aqui o poema completo. (Manuela Patrício)
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Pesquisa analisa impacto do bullying na qualidade de vida de adolescentes
O estudo da professora Penha Coutinho aborda a violência escolar através da psicologia social. O objetivo é entender como alunos e profissionais da educação percebem a violência escolar e seus efeitos. Para caracterizar o desejo consciente ou inconsciente de maltratar uma pessoa é usada uma palavra da língua inglesa: bullying. O estudo propõe a análise da violência escolar e sua ligação com outros tipos de violência presentes no meio social. Eu entrevistei a professora Penha Coutinho para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Marília Cordeiro)
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Levantamento traça trajetória do atendimento à saúde infantil em João Pessoa
A professora Simone Coutinho, do Departamento de Enfermagem, Saúde Pública e Psiquiatria da UFPB analisou a história da assistência de saúde da criança em João Pessoa no período de 1984 a 2012. No início desse período, as crianças tinham o mesmo atendimento que os adultos, sem qualquer acompanhamento do desenvolvimento. Segundo Simone, as políticas públicas de saúde com atenção à criança na cidade seguiam o modelo nacional. O atendimento era voltado à saúde básica, limitado a ações pontuais. A repórter Joseany Pontes conversou com a professora Simone Coutinho sobre a pesquisa. Eu entrevistei a professora Simone Coutinho para o programa Espaço Experimental. Ouça a entrevista. (Joseany Pontes)
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sexta-feira, 12 de junho de 2015
Impactos e consequências do trabalho infantil
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| Descrição para cegos: foto em preto e branco mostra uma menina, com uma expressão séria, entre duas grandes máquinas de tecido. |
Por Marília Cordeiro
Segundo o relatório da Organização Internacional do
Trabalho (OIT), Medir o progresso na luta contra o trabalho infantil, em 2013
havia 168 milhões de crianças e adolescentes trabalhadoras no mundo, sendo que
cinco milhões estão presas a trabalhos forçados, inclusive em condições de
exploração sexual e de servidão por dívidas.
Nas áreas urbanas as crianças estão misturadas às
paisagens, nos faróis e nos balcões. Dentro de casa, muitas são responsáveis
pela limpeza e pelos irmãos mais novos. Nas ruas, são aliciadas pelo tráfico e
para exploração sexual.
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
Save The Children realiza campanhas contra violência sexual infantil
A representação da ONG Save The Children no Peru lançou em março a campanha #HablaPorHellos, tendo como objetivo combater a violência sexual infantil. Utilizando o Dubsmash, aplicativo de dublagem que se tornou viral desde o início do ano, celebridades do país fizeram vídeos dublando áudios de crianças que declaravam estar sendo agredidas.
Desde a
primeira postagem da campanha até o início de maio, a hashtag #HablaPorHellos foi utilizada por doze
milhões de pessoas, como também aumentou a quantidade de relatos sobre abuso
infantil.
Já no início
deste mês, a representação norueguesa da ONG lançou dois vídeos focalizando o
mesmo tema. Eles mostram crianças prendendo a respiração debaixo d’água e a
indagação: se você acha que prender a respiração por 50 segundos é difícil,
tente por 17 anos – média de tempo que as crianças abusadas sexualmente levam
para relatar a violência que sofreram. (Manuela Patrício)
Confira os vídeos aqui.
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