O site Hypeness compartilhou uma campanha das Forças Revolucionárias Sírias a partir do Exército Livre da Síria. No país que enfrenta uma Guerra Civil, as crianças constituem o um dos segmentos da população mais afetados. Diante da popularidade mundial do jogo Pokémon Go, em que os jogadores são estimulados a resgatar personagens da animação, a campanha divulga fotos de crianças sírias segurando imagens dos Pokémons e frases como “Estou na Síria, ajude-me a salvar as crianças sírias”, com o objetivo de expor as dificuldades que os pequenos sírios e a população enfrentam. Confira a publicação aqui. (Luíza Araújo)
domingo, 24 de julho de 2016
A realidade infantil síria além do Pokémon Go
O site Hypeness compartilhou uma campanha das Forças Revolucionárias Sírias a partir do Exército Livre da Síria. No país que enfrenta uma Guerra Civil, as crianças constituem o um dos segmentos da população mais afetados. Diante da popularidade mundial do jogo Pokémon Go, em que os jogadores são estimulados a resgatar personagens da animação, a campanha divulga fotos de crianças sírias segurando imagens dos Pokémons e frases como “Estou na Síria, ajude-me a salvar as crianças sírias”, com o objetivo de expor as dificuldades que os pequenos sírios e a população enfrentam. Confira a publicação aqui. (Luíza Araújo)
terça-feira, 5 de julho de 2016
IV Colóquio sobre Infância e Adolescência – com a professora Maria do Socorro de Souza Vieira
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Descrição para cegos: foto mostra o professora Socorro Vieira e a câmera
filmando-a, com ela aparecendo no visor
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O IV Colóquio sobre Infância e Adolescência foi realizado no dia 25 de maio. Teve como convidada a professora Maria do Socorro de Souza Vieira. Ela é graduada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba, Mestra em Ciências Sociais também pela UFPB e doutora em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e atua como professora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFPB. O colóquio foi organizado por Heloysa Andrade, Jeane Pontes e Júlia Brito, para a disciplina Jornalismo e Cidadania do curso de Jornalismo da UFPB.
Veja o colóquio na íntegra:
1 - Proteção à infância e à adolescência na Paraíba
A
professora Socorro Vieira comenta as políticas de proteção à criança e ao adolescente na Paraíba.
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segunda-feira, 4 de julho de 2016
Painel sobre vulnerabilidade social de crianças e adolescentes
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| Descrição para cegos: postas lado a lado, duas fotos mostram, à esquerda, Inez Bassanezi, e à direita, Lorenzo Delaini. Ambos estão falando ao microfone e gesticulando, no estúdio de rádio. |
Apesar dos avanços
obtidos nos últimos anos, o quadro da vulnerabilidade social que afeta a vida
de crianças e adolescentes ainda é preocupante. Sobre o assunto o Espaço
Experimental entrevistou Lorenzo Delaini e Inez Eunice Bassanezi, responsáveis
por projetos de educação e inclusão na área metropolitana de João Pessoa. Eu
produzi o painel, junto com Érika Soares e Júlia Brito. O programa Espaço
Experimental vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM
(1.110 KHz). Ouça a entrevista (Heloysa Andrade).
domingo, 19 de junho de 2016
Capitães da Areia retrata crianças em situação de rua
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| Descrição para cegos: mostra um fundo preto e, com letras brancas, o título "Capitães da Areia". |
Por Júlia Brito
O romance Capitães da Areia, escrito pelo baiano Jorge Amado e publicado em
1937, conta a história de um grupo de crianças e adolescentes, denominados
capitães da areia, que moram juntos em um trapiche, na praia. O livro é um
retrato da sociedade baiana do século XX e denuncia os problemas de menores que
moram nas ruas.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Unicef pesquisa abusos online
Por Júlia Brito
A
internet pode oferecer muitas comodidades para os usuários e as oportunidades
de comunicação disponibilizadas pelas redes sociais são muitas. Mas o uso
inconsequente dessa ferramenta pode ser danoso. Por isso a Unicef, com a
colaboração do Instituto Ipsos, realizou um estudo sobre os riscos de abuso
online.
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segunda-feira, 6 de junho de 2016
Pesquisa estuda vulnerabilidade das adolescentes gestantes de João Pessoa
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| Descrição para cegos: foto frontal da professora Valderez Araújo, vestida em uma roupa florida, sentada e sorrindo. Atrás dela, há uma mesa com uma bolsa e impressoras. |
No dia 28 de maio, foi ao ar no Espaço
Experimental uma entrevista sobre as causas do comportamento de risco em
adolescentes. A pesquisa entrevistou jovens grávidas atendidas nas maternidades
de João Pessoa. Segundo os dados da pesquisa 89% das adolescentes nunca tiveram
um emprego, 43% delas não tinham terminado o ensino fundamental e 25% não concluíram
o ensino médio. A entrevista com a professora Valderez Araújo de Lima, do
Departamento de Pediatria e Genética da UFPB foi realizada pelo repórter
Vandicleydson Araújo e foi ao ar no programa Espaço Experimental, que é
veiculado todos os sábados na rádio Tabajara AM (1.110 KHz). Ouça a entrevista
clicando no player. (Jeane Pontes)
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sexta-feira, 27 de maio de 2016
Trabalhar só quando crescer
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| Descrição para cegos: ilustração em cores mostra um garoto seguindo o caminho de uma placa que diz "Trabalho Infantil", deparando-se com placas de proibição de amigos, educação, futuro e diversão. |
No
portal Turminha, do Ministério
Público Federal, está disponível uma cartilha informativa sobre o trabalho
infantil, realidade que atinge muitas crianças e jovens no Brasil e no mundo.
Em formato de desenho animado e com narrativa de fácil compreensão, a cartilha
virtual tem como objetivo orientar as crianças sobre seus direitos assegurados
pela Constituição e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Você pode conferir a publicação virtual clicando aqui. (Jeane Pontes)
terça-feira, 24 de maio de 2016
A educação transformadora em Escritores da Liberdade
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| Descrição para cegos: mostra um fundo preto e, com letras brancas, o título em inglês do filme "Freedom Writers". |
Por Júlia
Brito
Lançado em
2007, o filme Escritores da Liberdade
(Freedom Writers, em inglês),
baseado em fatos reais, retrata a história da professora Erin Gruwell,
interpretada por Hillary Swank, e dos alunos da sala 203 do Colégio Woodrow
Wilson.
Devido a uma política de integração (o filme se passa em 1994), a escola
recebe alunos que, além de terem notas bem abaixo da média da escola, fazem
parte de gangues, têm passagem por reformatórios e familiares com problemas com
a lei.
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domingo, 22 de maio de 2016
Nem sempre é um conto de fadas
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| Descrição para cegos: foto mostra várias pessoas fantasiadas de princesas e príncipes de contos infantis, como Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida. |
Por
Heloysa Andrade
Uma pesquisa realizada pela universidade de Duke, situada na
Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mostrou que filmes da Pixar, Disney e
outros que que trabalham para o público infantil, reforçam as desigualdades
sociais mostrando-as como naturais e benignas, insinuando a riqueza como um
mérito do indivíduo.
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quarta-feira, 18 de maio de 2016
Para que eles não sofram
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| Descrição para cegos: ilustração mostra três macacos lado a lado. O primeiro, à esquerda, está tapando os olhos, o do meio, os ouvidos, e o da direita, a boca. |
Por Heloysa Andrade
O Dia Nacional de Combate ao
Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, dia 18 de maio,
instituído pela Lei nº. 9.970/2000, remete ao caso de uma menina de 8 anos que foi
sequestrada, violentada e assassinada em 1973. Há mais de 40 anos do caso
Araceli, a situação ainda se repete.
domingo, 15 de maio de 2016
O direito de brincar
Por
Jeane Pontes
Brincar
desperta a curiosidade, estimula a criatividade, proporciona o contato social e
o trabalho em equipe. Apesar dos benefícios, a brincadeira vem perdendo espaço
no desenvolvimento da criança. Com a vida agitada, os pais estão cansados
demais, ou apressados demais para brincar com seus filhos e, como forma de
compensar a ausência, preenchem a agenda da criança com aulas e atividades, não
sobrando espaço para a brincadeira.
Por outro lado, a rua que antes era um
dos locais preferidos dos meninos e meninas já não é mais segura, e os prédios
com suas regras, limitam o prazer de brincar ao ar livre fazendo com que a
criança passe mais tempo dentro de casa na companhia de aparelhos eletrônicos.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Professora analisa enfrentamento ao trabalho infantil em João Pessoa
O trabalho é realizado
pela professora Fátima Pereira Alberto, do Departamento de Psicologia da UFPB.
A professora avalia as políticas sociais de proteção à criança e ao adolescente
no município. Dentre essas políticas estão as de educação, assistência social,
formação profissional e de saúde. No estudo estão presentes as perspectivas dos
agentes diretamente envolvidos, sendo eles gestores, usuários e profissionais. Eu entrevistei a professora Fátima Pereira Alberto, responsável pela pesquisa,
para o programa Espaço Experimental. O programa vai ao ar todos os sábados, às
9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz). Ouça a entrevista (Heloysa Andrade).
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Sofia, o rosto das crianças invisíveis
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| Descrição para cegos: mostra, frontalmente, a criança do vídeo com a legenda "Eu sou Sofia". |
O Fundo das Nações Unidas para a
Infância (Unicef) divulgou semana passada a ação “Eu sou Sofia” em apoio às
crianças vítimas de conflitos territoriais. Para a campanha foi criada uma
personagem fictícia feita em 3D que recebeu o nome de Sofia. O rosto dela foi
desenvolvido a partir de traços fisionômicos de crianças reais fotografadas em
zonas de conflito armado. Sofia é o retrato dos meninos e meninas que são
forçados todos os dias a abandonar suas casas e seus países por causa da
guerra. Segundo a Unicef, essa realidade atinge cerca de 250 milhões de
crianças que vivem em zona de emergência no mundo. Clique aqui para assistir o vídeo da campanha. (Jeane Pontes)
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Histórias que não se deve contar a crianças
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| Descrição para cegos: foto mostra animação de uma menina triste segurando uma mão. |
Por Júlia Brito
Como parte da iniciativa #ActsOfHumanity (atos
de humanidade), a Unicef lançou no final de março três comoventes animações com
legendas em inglês com histórias de crianças refugiadas. A série de animações,
nomeada de “Unfary Tales” (Contos que não são de fadas), mostra situações pelas
quais nenhuma criança deveria passar e reforçam a importância de garantir os
direitos básicos da infância e da adolescência, como direito à não
discriminação e a proteção à vida.
Com duração em torno de dois minutos, os
vídeos contam as histórias de três crianças que tiveram que deixar suas casas
devido a conflitos em seu país de origem, a Síria.
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