![]() |
| Descrição para cegos: Criança que está desfocada na imagem mostra as mãos coloridas pintadas de tinta |
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Os avanços e os desafios do Estatuto da Criança e do Adolescente
sábado, 27 de outubro de 2018
Brasileiro cria primeiro desenho animado para ensinar Libras
![]() |
| Para cego ver: desenho de uma criança deitada em um puff com um celular na mão |
Por Bruna Cairo
Depois de não conseguir se comunicar com uma surda, o animador Paulo Henrique Rodrigues idealizou o que se tornaria o “Min e as Mãozinhas”. O projeto é um desenho animado para ensinar a Língua Brasileira de Sinais (Libras). “Por lidar com crianças, através do desenho animado, pensei que poderia ajudar, fazendo algo educativo, ensinando pelo menos esse básico”, disse Paulo.
A entrevista completa com Paulo Henrique Rodrigues está publicada no Jornal da Paraíba.
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Violência física e psicológica contra criança e adolescente
Por Gleyce Marques
A violência contra crianças e adolescentes pode acontecer diariamente no seio do seu lar, e de maneira silenciosa, dificultando o exercício das leis protecionistas e de segurança contra os maus-tratos.
Como cidadão é importante atentar para possíveis situações de abuso e denunciar, antes de chegar ao extremo de um caso. Vale salientar, que não só violência física pode ser denunciada, o abuso psicológico também.
O Disque 100 é uma opção segura para denunciar e colaborar com a proteção daqueles que estejam à mercê dessas violações.
A Ouvidoria Nacional do Ministério dos Direitos Humanos lançou o último balanço de dados, constando que, em 2017 foram feitas 84.049 denúncias de violações contra crianças e adolescentes - 10% a mais do que o registrado em 2016. Grande número de denúncias envolve mais de um tipo de violação e mais de uma vítima. Foram contabilizadas 130.224 crianças e adolescentes vítimas de violações em 2017 e 166.356 casos de violações.
O maior número de denúncias envolve crianças entre 4 e 7 anos de idade e em 45% das vezes ocorrem na casa da vítima. O tipo de violação mais reportada foi negligência, com 61.416 casos, seguida de violência psicológica, com 39.561, e violência sexual, com 20.330 casos.
Entenda o que é violência psicológica
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Portal explica como funciona o apadrinhamento infantil no estado da Paraíba
![]() |
| Descrição para cegos: na imagem, mão de um adulto que tem o dedo mindinho segurado por mão de uma criança |
Em matéria publicada pelo portal de notícias Jornal da Paraíba, em abril deste ano, é possível entender como funciona o amparo à crianças recebidas em abrigos e de que forma os interessados em apadrinhar um menor de 18 anos deve proceder por meio do Napsi, o núcleo do Tribunal de Justiça da Paraíba que cuida dessa modalidade de assistência. (Maria Eduarda)
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Entenda os sinais e sintomas da depressão infantil
![]() |
| Foto: Francisco França Para cego ver: imagem mostra um balanço vazio |
Por Bruna Cairo
A matéria completa foi publicada no Jornal da Paraíba.
terça-feira, 23 de outubro de 2018
Índice elevado de acidentes sofridos por crianças em situação de trabalho ilegal
Por Gleyce Marques
Maria Fernandez, com 15 anos, já trabalha para ajudar no sustento da família. Se sente responsável pela criação de seus dois irmãos menores, já que sua mãe trabalha em período integral e não tem tempo, nem condição de acompanhar o crescimento dos meninos. “Quando dá, eu vou pra aula, mas infelizmente o cansaço às vezes vence, prefiro descansar a mente depois que chego do trabalho”, disse.
Maria é uma das vítimas da vulnerabilidade socioeconômica brasileira. Dados da pesquisa do IBGE em novembro de 2017 aponta que mais de 1,8 milhões de crianças de 5 a 17 anos estão em situação de trabalho infantil nessa situação no Brasil.
Considera-se trabalho infantil, toda forma de trabalho que priva as crianças e adolescentes de experiências próprias da sua idade, com direito à educação e ao lazer, com uma carga de responsabilidade desproporcional, além disso, fazem com que exerçam atividades inadequadas a sua estrutura física e psicológica, colocando sua saúde e segurança em risco. “Eu estava cozinhando feijão na panela de pressão, quando fui abrir, ela explodiu na minha barriga, me queimou, e fiquei por muito tempo trabalhando na casa da minha patroa com dor”, relatou Maria.
Confira o caso que aconteceu na capital pessoense.
Para ter uma maior dimensão, entre 2007 e 2017, 40.849 meninas e meninos se acidentaram enquanto trabalhavam, sendo 24.654 de forma grave e 236 perderam a vida. Os dados são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde.
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Cronista expõe tema violência infantil em blog
![]() |
| Descrição para cegos: Foto de uma criança. Ela está no centro da imagem encarando a câmera com expressão de medo. Por trás dela há um adulto vedando a sua boca com a mão. |
Confira postagem no blog Diário de Crônicas. (Jéssica Stabili)
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Organizações pedem restrições ao uso da Lei da Alienação Parental
Na última segunda-feira (1), as entidades Coletivo de Proteção à Infância Voz Materna, Coletivo Mães na Luta, ONG Vozes de Anjo e CLADEM (Comitê Latino- americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher) Brasil, manifestaram- se com o objetivo de solicitar a revogação de partes da Lei de Alienação Parental e pedir a “averiguação das reais condições das crianças afastadas das mães ou que foram encaminhadas ao convívio forçado com os genitores ditos alienados”.
De acordo com a Lei n.º 12.318/2010, em seu art. 2º:
Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.
Para entender mais sobre o assunto, confira a matéria do site Justificando. (Jéssica Stabili)
De acordo com a Lei n.º 12.318/2010, em seu art. 2º:
Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.
Para entender mais sobre o assunto, confira a matéria do site Justificando. (Jéssica Stabili)
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
IGTV do Instagram recebe recomendação por vídeos contendo violência e exploração infantil/
![]() |
| DESCRIÇÃO PARA CEGOS: A IMAGEM SE TRATA DO SÍMBOLO DO IGTV |
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Podcast debate pedofilia e ajuda a entender o enfrentamento do problema
O podcast Mamilos, hospedado e publicado pelo site B9 compartilha, semanalmente, temas debatidos e evidenciados em redes sociais, como o Twitter e Facebook. E, a partir dessa busca feita pelos editores do programa, o assunto é abordado e aprofundado com ajuda de especialistas e entrevistas que apresentam embasamento e argumentos para a construção da discussão. No episódio 123, as apresentadoras e jornalistas Cris Bartis e Juliana Wallauer receberam em estúdio, em Outubro do ano passado dois entrevistados para falar sobre pedofilia.
Na conversa, Rose Miahara – Coordenadora de Ensino no Centro de Referência às Vítimas da Violência do Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo, ajuda a compreender melhor os aspectos psicológicos que dizem respeito ao assunto e o promotor da Vara da infância e Juventude de SP, Yuri Giusppe, fala sobre o enfrentamento do problema e como é dado através do campo jurídico. O podcast conta ainda com participação de Caroline Marafiga – Doutoranda em psicologia clínica que atende pedófilos no sistema penitenciário do Paraná. (MARIA EDUARDA)
Na conversa, Rose Miahara – Coordenadora de Ensino no Centro de Referência às Vítimas da Violência do Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo, ajuda a compreender melhor os aspectos psicológicos que dizem respeito ao assunto e o promotor da Vara da infância e Juventude de SP, Yuri Giusppe, fala sobre o enfrentamento do problema e como é dado através do campo jurídico. O podcast conta ainda com participação de Caroline Marafiga – Doutoranda em psicologia clínica que atende pedófilos no sistema penitenciário do Paraná. (MARIA EDUARDA)
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Lei de proteção de dados garante tratamento e cuidado também para crianças e adolescentes
A lei geral de proteção de dados publicada no Diário Oficial da União e aprovada em agosto deste ano, tem como objetivo regulamentar o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil. E, incumbida dessa função, determinou a elaboração de novas regras no tocante ao cuidado e tratamento no que diz respeito à crianças e adolescentes. Em matéria publicada pelo Portal Paraíba Online, é possível entender de que forma será estabelecida essa determinação através do Artigo 14, contido na lei. Além disso, o texto conta com a fala do coordenador do programa Prioridade Absoluta, do Instituto Alana (uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que promove o direito e o desenvolvimento integral da criança) que explicou obre a importância do zelo no uso da tecnologia pelos jovens. (Maria Eduarda)
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Livro mostra que política não é um fantasma e pode ser discutida por crianças
![]() |
| Pra cego ver: Capa do livro O Fantasma Político, com desenho de duas crianças e um fantasma. Ao fundo tem a imagem de uma casa antiga |
sábado, 13 de outubro de 2018
Municípios brasileiros não recolhem fundos cadastrados para crianças e adolescentes
![]() |
| Descrição para cegos: a foto mostra brinquedo inflável com crianças e mães em parque aberto |
No último dia 30 de setembro, a Agência Brasil publicou uma matéria que diz que mais de 75% dos municípios brasileiros ainda não têm Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente cadastrados ou regulares para captar recursos de doação do imposto de renda. As informações, conforme nos traz o portal eletrônico da Agência Brasil, fazem parte do levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o qual mostra que, o cadastro do ano de 2017 tem 699 municípios com a possibilidade de ter uma assistência, mas foram impedidos de receber doações porque estão com dados inconsistentes ou incompletos no cadastro.
Ainda segundo a matéria, a dedução de até 3% da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda para Fundos da Infância e Adolescência é permitida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E esses investimentos são recursos destinados ao atendimento das políticas, programas e ações voltados para o atendimento de menores de 18 anos, distribuídos mediante deliberação dos Conselhos de Direitos nos diferentes níveis de governo. Ao longo do ano, contribuições das pessoas físicas podem chegar a 6% do imposto devido. (MARIA EDUARDA)
terça-feira, 9 de outubro de 2018
UNICEF e OIM lançam pesquisa sobre crianças e adolescentes venezuelanos no Brasil
![]() |
| Para cego ver: crianças venezuelanas que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, em fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno |
Assinar:
Comentários (Atom)













