quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Debate tratou da representação do jovem na mídia




Descrição para cegos: foto dos 6 palestrantes durante o evento. Da esquerda para a direita, Aline Oliveira, Junior Pinheiro, Janaína Santos (falando ao microfone) e Felipe Gesteira.
Por Feliphe Rojas

Juventude, Vulnerabilidade Social e Cobertura Midiática foi tema de mesa redonda ocorrida no Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB na última terça-feira. O evento foi promovido pela Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) do Estado e contou com exposições da gerente operacional de Equidade Racial da Secretaria de Diversidade Humana, Janaina Santos, do editor-chefe do jornal A União, Felipe Gesteira, do diretor executivo de Desenvolvimento Estudantil da Secretaria de Educação do Estado, Tulhio Serrano, da subeditora do G1 Paraíba, Aline Oliveira, e do subeditor do caderno de Cidades do Correio da Paraíba, Júlio Silva. O debate foi mediado por Júnior Pinheiro, representando a UFPB.

Pedofilia: um assunto ainda pouco discutido

Descrição para cegos: foto do professor Herbert Rodrigues sentado. À sua direita, um exemplar do livro em um expositor que tem o nome do docente e seu vínculo com o NEV/USP.

Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo disponibiliza em vídeo o processo de elaboração do livro A Pedofilia e suas Narrativas, do professor Herbert Rodrigues, lançado no final de julho. A obra, resultado da sua pesquisa de doutorado, está dividida em cinco capítulos e relata detalhadamente os discursos da pedofilia na virada para o século XXI. No livro o pesquisador também aborda temas como os esforços em criminalizar a pedofilia no Brasil e manuais prescritivos de combate ao abuso sexual infantil. Para assistir ao vídeo clique aqui. (Neia Alves).

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Igreja de JP é multada por trabalho infantil




Descrição para cegos: foto de martelo de madeira usado por juízes inclinado sobre sua base.


Por Feliphe Rojas

A Igreja Mundial do Poder de Deus em João Pessoa foi condenada na última quarta-feira (16) a pagar R$ 100 mil reais por exploração do trabalho infantil. A vítima foi um adolescente que trabalhou na instituição religiosa dos 14 aos 17 anos, no período de 2012 a 2015.
A decisão foi tomada em segunda instância, pela Segunda Turma de Julgamento do Tribunal do Trabalho da Paraíba. De acordo com a juíza Ana Cláudia Jacob, que condenou a igreja na primeira instância, a instituição religiosa obrigava o adolescente a não apenas trabalhar nas tarefas relacionadas à liturgia da igreja, mas também com afazeres ligados à operacionalidade do templo.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Fórum debateu relação entre família e instituições de educação infantil

Descrição para cegos: foto de Emília Barros falando em um microfone que segura com a mão esquerda.

No último dia nove, aconteceu em João Pessoa o II Fórum Temático sobre Educação Infantil. A organização do evento foi realizada pelo centro de Educação da UFPB e teve como palestrante Emília Barros. O debate que ocorreu no auditório da Central de Aulas, campus I da UFPB, seguiu quatro contextos relacionados à educação infantil: o histórico, o político, o pedagógico e o dos afetos. A palestrante ressaltou a importância da conquista dos vários modelos de família legitimados socialmente e legalmente. A repórter Carolina Jurado, entrevistou a psicanalista Emília Barros para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 h, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Neia Alves)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Professora destaca a importância da Filosofia na formação de adolescentes

Descrição para cegos: foto da professora Lidiane Brito olhando para a câmera.

Lidiane Brito, formada em Filosofia pela UEPB e professora da rede
pública, estuda a importância do ensino da Filosofia no Ensino Médio.
Essa disciplina, que foi incluída como obrigatória em 2006 na Base
Nacional Comum Curricular, passa por momentos turbulentos em
relação a sua permanência no sistema de ensino escolar, promovendo
reflexões e discussões sobre a temática. A repórter Cibelle Torres,
entrevistou a Professora Lidiane Brito para o programa Espaço
Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 h, na Rádio
Tabajara AM (1.110 KHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo
do Curso de Jornalismo da UFPB. (Jayane Souza)

domingo, 13 de agosto de 2017

Unicef lança campanha “Internet Sem Vacilo”

Descrição para cegos: imagem mostra balões coloridos que formam
a frase "Internet Sem Vacilo". No meio deles aparecem as cabeças
de Jout Jout e Pyong Lee, além de uma mão segurando um celular
.


Por Jayane Souza

       O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em conjunto com o
Google, a ONG Safernet Brasil, agência Fermento e produtora digital Wavez
lançou nas redes sociais a campanha “Internet Sem Vacilo”. A campanha tem
como objetivo alertar crianças e adolescentes sobre os riscos que a internet
pode trazer. Para isso, foram desenvolvidos um Quiz, vídeos e hashtags para
estimular a discussão.
       O cyberbullying e outros perigos que a internet é capaz de ocasionar a
um jovem são fatores debatidos há um certo tempo. Em 2010 a Safernet, uma
das incentivadoras do projeto, realizou um estudo no Brasil cujo resultado
mostrou que dentre as duas mil crianças e adolescentes entrevistados, 38%
tiveram amigo que sofreu cyberbullying.
       

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Programa beneficiará 500 adolescentes infratores

Descrição para cegos: foto mostra lançamento do programa. Um jovem com a camisa da Fundac fala ao microfone, assistido por uma plateia em cuja primeira fila estão o Governador, o Arcebispo e outras autoridades.

Por Feliphe Rojas


O Governo da Paraíba lançou, segunda-feira (24), o programa Janela para o Futuro que visa a ressocialização de adolescentes internos em instituições socioeducativas através da realização de cursos profissionalizantes. Apesar de os cursos já terem se iniciado em algumas unidades da capital, o lançamento oficial do programa se deu apenas nessa data.
A cerimônia ocorreu no Centro Educacional do Jovem (CEJ), em João Pessoa, e contou com a participação do governador Ricardo Coutinho, do arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, deputados estaduais, auxiliares do Governo, representantes do poder judiciário, conselheiros tutelares e outras autoridades.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

VI Colóquio sobre infância e adolescência, com Marlene Araújo

Descrição para cegos: foto da professora Marlene Araújo falando no colóquio. Em primeiro plano, aparece a câmera, em cujo visor se vê a imagem sendo captada.

A professora Marlene de Melo Barboza Araújo foi a convidada da disciplina de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da UFPB para o VI Colóquio sobre Infância e Adolescência, realizado no dia 18 de maio de 2017, coincidentemente, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A docente do Departamento de Serviço Social integra, como pesquisadora, o Setor de Estudos e Pesquisas Sobre Crianças e Adolescentes e o Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos, ambos na Universidade Federal da Paraíba. Mestra em Serviço Social pela UFPB e doutora em Serviço Social pela UFRJ, fala com propriedade sobre exploração do trabalho infantil, medidas socioeducativas para jovens infratores e políticas de proteção social a crianças em situação de violência sexual. O Colóquio foi organizado por Cynthia Silva, Maria Clara Rezende, Mariana Lira, Mateus Araújo e Raquel Pimentel.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1- A importância do dia 18 de maio
A professora fala sobre a importância da data e o real sentido de violência sexual, fenômeno social e histórico baseado na ideologia patriarcal, de poder e adultocêntrica. Explica a diferença entre abuso e exploração sexual e como perceber sinais que podem identificar alguma violência e prevenir tais atos.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Discutindo igualdade de gênero na infância

Descrição para cegos: imagem mostra uma tela negra com a pergunta “O que você pode fazer pela igualdade de gênero na infância?”

A campanha Desafio da igualdade promovido pelo movimento global Por ser menina produziu um minidocumentário que discute o desafio de promover a igualdade de gêneros nas escolas. O filme traz reflexões de educadores e pesquisadores acerca da construção da cultura machista, e da imposição de papéis que vai se estabelecendo a partir do gênero. Expõe esse debate em paralelo à tentativa de promover na prática essa discussão dentro da sala de aula em duas escolas do Piauí. Para assistir ao filme clique aqui(Cynthia Silva)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Democracia no contexto de infância e adolescência

Descrição para cegos: imagem mostra um plano de fundo de uma cidade desfocada e sobre ele a foto da advogada Neiara de Morais. Ao lado esquerdo o título do quadro “Fazeres & Falas” e acima está escrito o tema “Infância e Adolescência”.


Nupes TV é um canal do YouTube utilizado para a divulgação de conteúdo do Núcleo de Pesquisas Sociais da Universidade Estadual do Ceará. A série Fazeres & Falas – Infância e Adolescência produzida pelo canal teve como convidada a advogada Neiara de Morais. Ela fez uma explanação sobre democracia no campo dos direitos humanos infantojuvenis, na qual aborda a nova forma de democracia da atualidade, que consiste na participação ativa dos cidadãos e como isso influencia no sistema de garantia das crianças e adolescentes. Para assistir ao vídeo clique aqui. (Cynthia Silva)

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Machismo e a violência sexual infantojuvenil

Descrição para cegos: em primeiro plano aparece uma parte de um braço masculino com a mão cerrada, enquanto em segundo plano uma mulher de cabeça baixa está sentada sozinha em um banco.

Para a Childhood Brasil essas duas coisas têm uma relação que é explicada por dados que demonstram como as mulheres, sejam na infância ou não, são mais suscetíveis a sofrerem violência sexual. Trata-se de uma questão cultural, proveniente de uma sociedade machista e patriarcal. A organização defende a necessidade de estimular o já crescente movimento sobre discussão de gênero, com apoio do feminismo, e a busca do empoderamento das meninas e mulheres a fim de prevenir a violência sexual. Para ler o artigo completo, clique aqui. (Mateus Araújo)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Impactos do fim da emergência nacional para a Zika

Descrição para cegos: foto de duas mulheres conversando. Uma delas, um pouco agachada, veste jaleco e a outra está sentada, segurando um bebê com microcefalia e na mão tem um papel. No segundo plano há outras mulheres, algumas também com crianças no colo.
A reportagem Zika sai dos holofotes, as sequelas ficam, feita pela jornalista Roberta Jansen e publicada no portal Deutsch Welle, chama atenção para as possíveis consequências da suspensão do estado de emergência nacional em relação à doença. O texto aponta que essa decisão pode acarretar uma redução na realização de pesquisas e ações de combate, enquanto os riscos de alastramento permanecem imprevisíveis e os processos de identificação e acompanhamento das crianças nascidas com doenças congênitas causadas pelo vírus, como a microcefalia, ainda não são efetivos. Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui. (Clara Rezende)

sábado, 1 de julho de 2017

Até onde eu posso confiar?

Descrição para cegos: cartaz do fime 
que apresenta uma menina deitada
 abraçada ao travesseiro com apenas 
metade do rosto à mostra. O fundo 
é preto e acima aparece o nome do
 filme: “Confiar” com uma mão
 simulando um mouse clicando nele
Por Raquel Pimentel

      Esse é o questionamento que fica após assistir ao filme Confiar, de Andy Bellin e Robert Festinger. O filme relata a história de uma adolescente, Annie, interpretada por Liana Liberato, que vive o conflito da puberdade, acreditando que ninguém em sua casa a entende. É nessa realidade que Annie começa a se relacionar com um garoto de 16 anos, Charlie, que conheceu na internet.
      Quando seus pais viajam, Annie marca um encontro escondido com o rapaz, mas ao chegar descobre que ele não é um garoto de 16 anos, e sim um homem adulto que a leva para um motel e tem relações com ela. A princípio Annie acredita que estão apaixonados e que tudo que aconteceu foi natural, mas, só depois percebe que Charlie parou de responder seus emails, e já não fala com ela. Sua amiga Brittany ao perceber a situação conta tudo ao conselho da escola que logo chama o FBI e os pais da garota.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Identifique o abuso sexual infanto-juvenil

Descrição para cegos: no meio de um campo, uma menina abraça seus joelhos enquanto esconde o rosto entre os braços.
A Childhood Brasil, organização que trabalha para influenciar a agenda de proteção da infância e adolescência no país, listou 10 dicas para reconhecer possíveis sinais de abuso sexual em crianças e adolescentes. Tais como o silêncio predominante, mudanças súbitas de hábitos e queda repentina na frequência escolar. Ainda ressalta a importância de procurar uma avaliação especializada caso sejam apresentados alguns desses sinais, e que os responsáveis façam com que o jovem se sinta ouvido e acolhido, sem questionar. Para ler todas as 10 dicas, clique aqui. (Mateus Araújo)