terça-feira, 16 de outubro de 2018
Lei de proteção de dados garante tratamento e cuidado também para crianças e adolescentes
A lei geral de proteção de dados publicada no Diário Oficial da União e aprovada em agosto deste ano, tem como objetivo regulamentar o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil. E, incumbida dessa função, determinou a elaboração de novas regras no tocante ao cuidado e tratamento no que diz respeito à crianças e adolescentes. Em matéria publicada pelo Portal Paraíba Online, é possível entender de que forma será estabelecida essa determinação através do Artigo 14, contido na lei. Além disso, o texto conta com a fala do coordenador do programa Prioridade Absoluta, do Instituto Alana (uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que promove o direito e o desenvolvimento integral da criança) que explicou obre a importância do zelo no uso da tecnologia pelos jovens. (Maria Eduarda)
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Livro mostra que política não é um fantasma e pode ser discutida por crianças
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| Pra cego ver: Capa do livro O Fantasma Político, com desenho de duas crianças e um fantasma. Ao fundo tem a imagem de uma casa antiga |
sábado, 13 de outubro de 2018
Municípios brasileiros não recolhem fundos cadastrados para crianças e adolescentes
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| Descrição para cegos: a foto mostra brinquedo inflável com crianças e mães em parque aberto |
No último dia 30 de setembro, a Agência Brasil publicou uma matéria que diz que mais de 75% dos municípios brasileiros ainda não têm Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente cadastrados ou regulares para captar recursos de doação do imposto de renda. As informações, conforme nos traz o portal eletrônico da Agência Brasil, fazem parte do levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o qual mostra que, o cadastro do ano de 2017 tem 699 municípios com a possibilidade de ter uma assistência, mas foram impedidos de receber doações porque estão com dados inconsistentes ou incompletos no cadastro.
Ainda segundo a matéria, a dedução de até 3% da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda para Fundos da Infância e Adolescência é permitida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E esses investimentos são recursos destinados ao atendimento das políticas, programas e ações voltados para o atendimento de menores de 18 anos, distribuídos mediante deliberação dos Conselhos de Direitos nos diferentes níveis de governo. Ao longo do ano, contribuições das pessoas físicas podem chegar a 6% do imposto devido. (MARIA EDUARDA)
terça-feira, 9 de outubro de 2018
UNICEF e OIM lançam pesquisa sobre crianças e adolescentes venezuelanos no Brasil
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| Para cego ver: crianças venezuelanas que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, em fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno |
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Operação flagra crianças trabalhando em lixão
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Descrição
para cegos: imagem mostra um garoto andando em meio ao lixo. Nela, pode-se
observar grande quantidade de pombos e urubus.
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Por
Gislayne Borges
Na cidade de Boa Vista, em Roraima, uma
operação realizada pelo Grupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil do
Ministério do Trabalho identificou 118 crianças e jovens em situações consideradas
como piores forma de trabalho infantil, de acordo
com a Lista TIP, de nº 6481, listagem que considera as atividades prejudiciais
à saúde e segurança da criança.
Dentre os locais inspecionados pela
fiscalização, como feiras públicas, carvoarias e aterros sanitário, o lixão
obteve a situação mais grave. A operação flagrou pelo menos 13 crianças trabalhando
na coleta de dejetos e algumas delas moravam em meio ao lixo, expostas a
doenças e infecções.
domingo, 10 de dezembro de 2017
Junho vermelho: um debate sobre trabalho infantil
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Descrição para cegos:
ilustração mostra um garoto dirigindo um trator
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Por Gislayne
Borges
A partir do próximo
ano, o Espírito Santo contará com o mês de junho dedicado ao debate sobre o
trabalho infantil. Sancionada pelo Governo do Estado, a Lei de nº 10.755/2017
foi criada com o intuito de discutir, durante todo o mês, a prevenção e
erradicação de trabalhos realizados por crianças e adolescentes com idade
inferior à permitida pela atual legislação.
O deputado estadual,
Sergio Majeski (PSDB), autor da lei, argumentou ser necessário um mês específico
para o trabalho voltado para a educação, visto que todos os dias crianças são
prejudicadas em consequência do trabalho infantil.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Leandro Ziotto destaca conquistas do ECA
O blog da Andi, organização sem fins lucrativos que articula ações inovadoras
em mídias para o desenvolvimento, publicou um artigo escrito por Leandro
Ziotto, co-fundador da plataforma de formação paterna 4daddy em que ele
destaca os benefícios do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Leandro diz
que o ECA celebra conquistas, como direitos assegurados e a formação de uma
cultura de direitos humanos. Além disso, traz um forte protagonismo para
crianças e adolescentes. (Jayane Souza)
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Encontro debateu atuação de jovens nas eleições
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Descrição para cegos: foto do auditório onde
aconteceu o evento. O local está com todas poltronas ocupadas por jovens. Em
primeiro plano, à direita, um rapaz fala ao microfone.
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Por Jayane Souza
Participação
de adolescentes do Ensino Médio nas eleições, o respeito à identidade de
gênero, a violência policial e a juventude negra. Essas foram pautas do
Encontro de Experiências de Participação Cidadã ocorrido no dia 27 de outubro,
no Rio de Janeiro. Participaram do evento jovens ativistas dos movimentos
negros, LGBTI e indígenas, representantes da Organização das Nações Unidas
(ONU), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Fundo das Nações Unidas para a
Infância (Unicef).
Marcadores:
campanha #PartiuMudar,
eleições,
indígenas,
infância e adolescência,
Jayane Souza,
LGBTQI,
Movimento Negro,
ONU,
Tribunal Superior Eleitoral,
TSE,
Unicef
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Tráfico de crianças para exploração sexual na PB
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Descrição para cegos:
foto da professora Ana Patrícia Gama no estúdio, durante a entrevista.
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Bloco 1:
Bloco 2:
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Redes juvenis realizaram encontro na UFPB
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| Descrição para cegos: foto das 5 palestrantes na mesa do evento. Na frente da mesa está uma faixa alusiva ao evento, nela constam o nome do evento, as instituições organizadoras e o logotipo da campanha, em formato de flor. À direita, há um banner comemorativo dos 27 anos do ECA, ilustrado por uma mão que segura balões coloridos. Em uma tela ao fundo, está sendo projetado um slide com os desafios da implementação do ECA. |
Por Neia Alves
A
proteção a crianças e adolescentes no Brasil conta com um importante
instrumento: as Redes juvenis, integradas por instituições que livremente se
associam, com a finalidade de articular, integrar e potencializar um trabalho
que vinha sendo realizado individualmente, de forma compartimentada.
Têm
como características: adesão espontânea, identidade própria, sentimento de
pertencimento, missão conjunta, interação e articulação, e divisão de
responsabilidade.
Marcadores:
Célia Dantas,
Cristina Chaves,
ECA,
GEPAC,
infância e adolescência,
NCDH,
Neia Alves,
Rede Criança PB,
Redes juvenis,
Redes locais municipais,
Remar,
Senharinha Soares,
Socorro Vieira,
Teomary Alves,
UFPB
sábado, 18 de novembro de 2017
Contraceptivos de longa duração são mais eficazes para adolescentes
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Descrição
para cegos: foto da professora Gilka Paiva
sorrindo para a câmera
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Gilka Paiva é professora do departamento de Medicina da Universidade Federal da Paraíba e está coordenando a pesquisa Métodos Contraceptivos de Longa duração: uma opção segura e viável para adolescente. O projeto tem como objetivo principal entender o quanto os adolescentes conhecem sobre os métodos contraceptivos, principalmente os que são de longa duração. A repórter Maria Clara Lima entrevistou a Professora Gilka Paiva para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 h, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Jayane Souza).
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Publicidade infantil dribla a legislação
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foto de duas crianças observando mostruário de
brinquedos oferecidos por uma franquia de festfood. Uma das crianças,
segurando a mão da mãe, escolhe um dos brinquedos.
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Por Gislayne
Borges
Há um ano e meio, o
Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a publicidade voltada para crianças. A
decisão foi durante o julgamento de uma ação do Instituto Alana, iniciada em
2007, contra a marca Bauducco, por uma campanha que estimulava crianças a
comprarem seus produtos para ganharem relógios.
A decisão reforça o
que já previa um conjunto de normas existentes no Brasil, como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a
Constituição Federal, o Código
de Defesa do Consumidor (CDC), a Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Código de Ética da
Publicidade.
domingo, 12 de novembro de 2017
Uma criança ou adolescente é morta a 7 minutos
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Descrição
para cegos: foto de um tênis infantil com manchas que remetem a sangue sobre
uma viga de madeira e rodeado por cascalho.
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Estudo divulgado pela Unicef indica que a cada 7 minutos uma criança ou
adolescente, entre 10 e 19 anos, morre no mundo em decorrência de homicídios.
Os números mais alarmantes são da América Latina e do Caribe, onde 24,5 mil
meninos e meninas perderam a vida no ano de 2015 em um total de 51,3 mil assassinatos
não relacionados a conflitos armados no mundo. A taxa de homicídios de
adolescentes entre 10 e 19 anos na América Latina e Caribe, 22,1 mortes para
100 mil adolescentes, é quatro vezes maior do que a média global e o Brasil é o
5º país em homicídios nesta faixa de idade. Mais detalhes do relatório aqui (Feliphe Rojas)
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Campanha contra trabalho infantil na Paraíba
Descrição
para cegos: foto mostra lançamento da campanha. De pé, aparecem o procurador do
Trabalho Eduardo Varandas, a professora Maria Senharinha, representante do
Fepeti, e Dimas Gomes, da Casa Pequeno Davi, falando ao microfone.
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Por Feliphe Rojas
O Ministério
Público do Trabalho na Paraíba está realizando uma campanha contra a exploração
do trabalho infantil no Estado. Denominada Com
o Trabalho Infantil, o Brasil não cresce, a ação é realizada em parceria
com a Casa Pequeno Davi e o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do
Trabalho Infantil (Fepeti-PB).
A campanha
foi lançada no dia 11 de outubro, na sede do MPT-PB, e alerta, através da
inserção de banners e vídeos promocionais nas redes sociais dos órgãos
envolvidos, para o alto índice de crianças de 5 a 9 anos exercendo atividades
laborais.
Marcadores:
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Dimas Gomes,
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Feliphe Rojas,
Fepeti,
lançamento,
Maria Senharinha,
Ministério Público do Trabalho,
trabalho infantil
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